O fim melancólico do governo Dilma

Qui, 04 de Setembro de 2014
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Felizmente, está próximo o fim da desastrada gestão de Dilma Rousseff à frente dos destinos do nosso infeliz país. Sua herança vai ser terrível para a próxima administração, que irá encontrar dificuldades de toda a ordem para dar um novo rumo ao Brasil, que se viu engolfado em um mar de corrupção e roubalheiras sem fim, tendo em vista que a fraqueza e incompetência da “revolucionária” da década de 1960 do século passado, no movimento que justificou a entrada dos militares no poder, virou o país de “ponta a cabeça”, com uma política econômica condenada por todos, que nos trouxe a volta da inflação, juros altos e, pior do que isso, a desconfiança dos investidores nacionais e estrangeiros, que já se afastaram de qualquer possibilidade de aplicarem seus recursos no nosso crescimento.

Considerada por seu chefe e orientador Lula como uma grande “gerente”, com pouco tempo no governo desandou a tomar decisões e atitudes inconsequentes, sempre apoiadas por um Congresso de aproveitadores e negocistas, com 40 ministérios no geral entregues a politiqueiros venais. Com as raras exceções de sempre, levou a que todos aqueles que pudessem colocar recursos para alavancar o crescimento econômico se encolhessem por não confiar no governo. O escândalo da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e a construção da refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, abalou a nossa grande Petrobras, cujas ações despencaram nas bolsas de valores, causando prejuízos sem conta para os investidores. Por incrível que possa parecer, as ações da Petrobras passaram a oscilar com os resultados das pesquisas eleitorais. Se Dilma desce, as ações sobem de preço. Isso confirma que os que investem seus recursos em qualquer setor da economia entenderam que o nome de Dilma é sinônimo de azar na área financeira.

Queira Deus que os números apurados pelos institutos de pesquisas se confirmem e que, em janeiro de 2015, o fantasma petista esteja banido do poder para “o bem do povo e a felicidade geral da Nação”.


*Joel Naegele é vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), conselheiro do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Estado do Rio de Janeiro (Sebrae-RJ) e membro da Câmara Setorial de Agronegócios da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).



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