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Equipe do Vasco sub 17 sofre acidente na serra

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Vinte e duas pessoas foram socorridas e levadas para o Hospital Municipal de Cachoeiras de Macacu, depois que o ônibus que levava a delegação sub 17 do Clube de Regatas Vasco da Gama, perdeu o freio, bateu na traseira de um caminhão e tombou na altura do quilômetro 50 da Rodovia RJ 116, na serra entre Cachoeiras de Macacu e Nova Friburgo.

A concessionária Rota 116  informou que suas equipes prestaram os primeiros socorros até a chegada de guarnições do Corpo de Bombeiros de Friburgo e Cachoeiras de Macacu.

O ônibus acidentado seguia em direção ao Rio de Janeiro e os atletas participaram de uma partida pelo campeonato estadual contra o time do Friburguense, de Nova Friburgo. A equipe venceu o Friburguense por 2 a 1, no Estádio Eduardo Guinle, pela Taça Guanabara.
Equipes da Concessionária Rota 116 S/A, responsável pela administração da Rodovia, prestaram  os primeiros socorros e tanto a subida como a descida da Serra dos  Três Picos, onde ocorreu o acidente, precisou  ter o tráfego interrompido por cerca de 30 minutos.



Nota oficial do Vasco:
"O ônibus que levava a equipe sub-17 do Vasco sofreu uma acidente na região serrana - altura de Cachoeiras de Macacu - após voltar do jogo diante da equipe contra o Friburguense, pelo Estadual, no qual os vascaínos venceram por 2 a 1. Todos os atletas e membros da comissão técnica estão bem e conscientes.

A Diretoria e o Departamento Médico do clube se encaminharam imediatamente ao local para realizar todos os procedimentos necessários.
Os atletas Bruno Clevelario, Bruno Chiaromonte, Vinicius Paiva, Douglas Carvalho, Caio Lopes e o analista de desempenho Filipe Nunes tiveram a necessidade de pronto atendimento, mas estão conscientes e passam bem, sendo acompanhados de perto por profissionais da área médica do clube."
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Represa de Visconde de Imbé será reativada

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O assoreamento nos córregos e rios que cortam a cidade e os distritos em Trajano de Moraes, na Região Serrana, está com os dias contados. É que uma parceria da prefeitura com o Instituto Estadual do Ambiente – Inea, esta colocando em curso projetos para tentar recuperar uma ligação saudável entre as águas e os habitantes.

 Mas, para que esse sonho seja possível no município, o prefeito Rodrigo Viana saiu em busca de parcerias. E o que parecia perdido, ganha vida nova, e dentro de alguns meses poderá ser visto pela população. É que o Projeto Limpa Rio, do Governo do Estado, irá limpar o rio principal em Visconde e retirar o acúmulo de areia do fundo da represa no distrito de Visconde do Imbé, também chamada de represinha. As obras de dragagem dos rios em Trajano já estão sendo feita.

Essa ação foi viabilizada depois de um pedido especial feito pelo prefeito, durante a visita de Luiz Antonio Corrêa, – pai do deputado Estadual André Corrêa, além de engenheiros e técnicos do Instituto Estadual do Ambiente – Inea, na presença também do vereador Ralph Moreira. Na ocasião eles fiscalizaram e avaliaram os serviços já feitos em alguns rios do município e se comprometeram em estender a demanda da sede para Visconde.

 Os técnicos do Inea observaram durante a fiscalização, as condições do local. “A restauração da antiga represa é uma reivindicação de muitos moradores que, por falta de opção, buscam outros lugares como alternativas em dias quentes. Quero reativar a represinha de Visconde e deixar toda a extensão do rio limpa, desassoreado”, afirma Rodrigo.

 Ainda de acordo com o prefeito, a intervenção deverá beneficiar cerca de duas mil pessoas levando mais segurança para a população. “A represa é histórica para Visconde. Nela, várias gerações já se banharam e desfrutaram de momentos de lazer. Vamos reativá-la totalmente, para que possa voltar a ser um balneário, um local de lazer e até de pescaria para toda a população do distrito”, explica.

 No local esta previsto ainda a restauração das margens, possibilitando, assim, que novamente se forme o pequeno lago utilizado por banhistas há décadas passadas. O trabalho irá incluir o reparo do paredão e outros serviços essências. “Vamos ter que gramar a margem, plantar árvores para sombra, deixar o espaço com acesso livre e acessibilidade. Quero voltar a ver a represa como área de lazer”, destaca.
Outro fator positivo, e que chama atenção, é que o leito será totalmente recuperado, ou seja, limpo. “Para isso vou contar com também com o trabalho de minha equipe de governo.


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Reunião na Prata discute projetos culturais

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O novo secretário de Cultura do município de Carmo, Wesley Muniz, e membros do Conselho Municipal de Cultura, reuniram-se no dia 09 de maio com a Associação de Produtores Rurais de Córrego da Prata (APRUMCOP), com a direção da Escola Municipal Luíza de Araújo Brás, moradores e artesãos do segundo distrito, Córrego da Prata.

 De acordo com o Secretário Wesley Muniz este encontro teve como objetivo a valorização dos produtores rurais e artesãos do município e a organização do segundo encontro “Café, Cachaça e Viola”.



“A valorização da cultura e do turismo local traz benefícios a vários setores do município, cultural, social, econômico e torna-se primordial para que a comunidade perceba como agente contribuinte das transformações exigidas no decorrer da história, sem que seja necessário abrir mão de suas especificidades”, garante Muniz.


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Padre Fábio toma posse em Cantagalo

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No dia 07 de maio, a cidade de Cantagalo recebeu a visita do bispo Diocesano Dom Edney Gouvêa Mattoso, para dar posse ao novo pároco do Santuário do Santíssimo Sacramento de Cantagalo, o padre Fábio da Cunha Felipe. 

Nascido em Cachoeiras de Macacu, o padre Fabio Felipe, cresceu até os 12 anos em Cantagalo, sua 1ª Eucaristia foi realizada na Igreja do Santíssimo Sacramento, e agora retorna ao Santuário. O padre Fábio também assume como Vigário Episcopal do Vicariato Norte.
Convidado a realizar um discurso ao final da cerimônia de posse, o prefeito Guga de Paula, deixou os seus cumprimentos ao novo padre, parabenizando e desejando bom êxito ao longo do período em que estiver a frente do Santuário e deixou a disposição o auxilio do Poder Executivo para o que for necessário.

O padre Fábio da Cunha Felippe nasceu no dia 5 de junho de 1970, e filho de Ademir da Cunha Felippe e Vera Lúcia Felippe, ingressou no Seminário Nossa Senhora Rosa Mística em 1995. Recebeu a Ordenação Diaconal em Agosto de 2001, na Paróquia de Nossa Senhora das Graças, em Olaria - Nova Friburgo/RJ. Foi ordenado sacerdote em 5 de janeiro de 2002, no Colégio Nossa Senhora das Mercês, em Nova Friburgo, pelo então Bispo Diocesano, Dom Alano Maria Pena, OP.

Após sua Ordenação Sacerdotal, recebeu o encargo de Reitor do Seminário Diocesano Nossa Senhora Rosa Mística, exercendo esta função até dezembro de 2008. Foi responsável pela Pastoral Vocacional da Diocese de Nova Friburgo e do Regional Leste 1 da CNBB; diretor dos Diáconos Permanentes da Diocese; Capelão do Colégio Nossa Senhora das Dores e da Capela de Santo Antônio, no Suspiro; e, participante de diversos Conselhos Diocesanos. 

Foi nomeado Pároco de Nossa Senhora da Piedade, em Cordeiro, no início de 2009, tomando posse em 5 de janeiro do citado ano. Foi Vigário Episcopal Norte e Coordenador da Comissão Diocesana de Liturgia. Recebeu dos Municípios de Nova Friburgo e Cordeiro os títulos de cidadania, outorgados pelas Câmaras Municipais. Nomeado Pároco de Nossa Senhora das Graças, em Nova Friburgo, no dia 20 de dezembro de 2013, sendo empossado em 20 de janeiro de 2014.



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Indústrias de laticínios continuam com benefícios fiscais

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O Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF), instituído pela Lei 7.428/16, começou a valer em 26 de agosto de 2016, pelo prazo de dois anos, com o objetivo de promover o equilíbrio das finanças públicas do estado. O mecanismo obriga empresas contribuintes do ICMS, que tenham ou venham a receber isenção fiscal, a depositarem no fundo, mensalmente, o equivalente a 10% aplicados sobre a diferença entre o valor do imposto cheio (20%) e o benefício concedido (que varia de acordo com o setor). Por exemplo: bares e restaurantes pagam 4% de ICMS. Os 10% do FEEF do setor incidem sobre a diferença, de 16% (20 menos quatro). Ou seja: 1,6% somaram-se 4%, um aumento 40% em relação ao que pagavam antes da aprovação do FEEF.

Quando a lei que criou o FEEF foi aprovada, em agosto de 2016, alguns setores foram excluídos: micro e pequenas empresas; polo metal-mecânico de Nova Friburgo, indústrias têxtil e moveleira; fábricas de produtos da cesta básica e de material didático; padarias; atacadistas; microcervejarias. Também ficaram  fora as leis estaduais de incentivo à cultura e ao esporte. 

Consenso dos deputados em retirar os setores de laticínios, hortifrutigranjeiros e agricultura familiar. Também foi excluída a agroindústria artesanal (desde que gerem até 20 empregos e faturamento anual de até 110 mil UFIRs-RJ – aproximadamente 350 mil reais.“Taxar esse setor, que tem uma margem mínima, significa quebrar o interior, quebrar cooperativas de leite como a de Macuco, produzir ainda mais desempregos no estado que já é o campeão de desemprego no Brasil”, argumentou o deputado Wanderson Nogueira (PSOL), um dos autores da emenda que excluiu os lácteos do FEEF.Outros setores, embora sem consenso, foram excluídos após votação que rejeitaram as emendas destacadas: concessionárias de automóveis novos e usados, bares e restaurantes, empresas com faturamento até R$ 100 milhões, Micro empreendedor Individual (MEI) e fabricantes de papel toalha, papel higiênico, guardanapo, fralda e lenço umedecido. 

Os deputados também reconheceram que, além da crise, as regras do Fundo pode ter ajudado a fechar muitas concessionárias de carros no Rio, sobretudo nas cidades que fazem divisa com outros estados, já que ficou mais barato comprar carros em Minas ou São Paulo após a aprovação da FEEF (que aumentou o ICMS sobre carros de 1% para 2,9%).Caberá à secretaria estadual de Fazenda regulamentar o que vai fazer com quem já pagou, até a data da promulgação da exclusão. 

Muitas empresas nada pagaram porque a Fecomércio e a Firjan entraram na Justiça contra o FEEF e obtiveram liminares, que acabaram derrubadas este ano. De fevereiro para cá, o FEEF arrecadou R$ 83 milhões. Para se ter uma ideia, a folha do pagamento do Estado custa mensalmente, R$ 2,3 bilhões ao Estado, incluindo ativos e inativos.


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