Noticias

Projeto Ensaio agora se apresenta em Carmo

  • PDF
O Projeto Ensaio e a Banda Projeto Ensaio surgiram de um bate-papo informal no Cantagalo Esporte Clube entre os músicos Janílson Meirelles e Victor Hugo Sá Nara. “Conversávamos sobre como poderíamos fazer para dinamizar mais o clube e oferecer ao associado mais um momento de lazer”, informou Janílson Meirelles.

Em uma festa de confraternização de fim de ano, se juntaram os amigos Janílson Meirelles, Victor Nara, Marco Aurélio (Barriga), Patrick Zanon (Tikão) e Lilian Wermelinger para comemorar. Tocaram algumas músicas, surgindo, assim, o Projeto Ensaio e a Banda Projeto Ensaio.

– Passamos a nos apresentas às sextas-feiras, no Bar da Piscina, oferecendo um meio a mais de lazer aos associados e a algumas pessoas que também vieram participar conosco nesses encontros – relata Janílson Meirelles.

O Projeto Ensaio, no período em que funcionou no Bar da Piscina do Cantagalo Esporte Clube, buscou dar oportunidade e descobrir jovens talentos do município e municípios vizinhos. “Descobrimos muitos artistas em nossa querida Cantagalo: Mariana Alloes, Rafael Rosa Conceição, sem falar que outros já conhecidos retornaram: Os Foliões (estes retornaram após muito tempo parados), João Bôsco, DJ Ricardo Vidal, DJ Marcelinho, entre outros”, conta o idealizador do projeto.

Janílson Meirelles faz questão de agradecer a todos os que colaboraram durante o período que o Projeto Ensaio foi realizado no Cantagalo Esporte Clube. “Pude contar com a colaboração de pessoas (sócios importantes) que doaram ao clube seu trabalho, sua mão de obra na cozinha e no atendimento do bar: Adílson Gonçalves e Ângela Gonçalves, Charles e Daniela Stoduto (trabalhavam no bar do clube sem nenhum ônus), Fabiana Vieira Nara, que cuidava da ornamentação nos dias especiais. Ressaltamos também o apoio que recebemos na ocasião do presidente do Cantagalo Esporte Clube, João Augusto Ramos Reis (Barranquinho), que sempre nos incentivou e nos apoiou”, diz.

Depois de um certo tempo, o projeto foi interrompido, retornando no ano de 2016, em outro local, no Bar Sabor & Cia, depois de uma tarde cerveja, quando Janílson Meirelles, Marco Aurélio (Barriga), Latour Arueira e Papaulo, numa tarde de sábado, resolveram tocar violão, gaita e cantar um pouco. “Naquela tarde/noite, foi oferecido ao Sabor & Cia a realização do projeto, o qual funcionou naquele local durante sete meses, inclusive criando a tão badalada ‘Quartaneja’ em Cantagalo”, explica.

Atualmente, o Projeto Ensaio começa a alçar novos rumos. “Hoje, estamos trabalhando em parceria com a Pizzaria Tropical, na cidade de Carmo, e recebendo convites de outras casas de shows dos municípios vizinhos”, destaca Meirelles.

A Pizzaria Tropical é responsável por um grande movimento na vida noturna da cidade de Carmo, principalmente nas noites de quintas-feiras, com a já tradicional ‘Quintaneja Tropical’, e, aos sábados, com o estilo musical do pop rock à MPB. Local totalmente familiar, que recebe famílias de várias regiões.

Mais informações do Projeto Ensaio e da Banda Ensaio poderão ser obtidas com o idealizador e responsável pelo grupo, Janílson Meirelles, através do telefone (22) 98135-7713.



Adicionar Comentario

Prefeitura de Cantagalo não dará subvenção às entidades carnavalescas

  • PDF
Os primeiros detalhes para que Cantagalo realize o Carnaval 2017 já estão sendo resolvidos. A equipe da Secretaria de Turismo e representantes de blocos carnavalescos se reuniram para tratar de assuntos referentes à maior festa popular do município, que se aproxima. Em reunião no dia 18 de janeiro, a Secretaria de Turismo discutiu com representantes de blocos carnavalescos e da escola de samba Unidos de Cantagalo (Vermelha e Branca) detalhes sobre a festa.

Foram passadas algumas informações, principalmente em relação à atual situação econômica que o município atravessa. Também foi dado início à organização da programação do Carnaval, que será realizado no período de 24 a 28 de fevereiro.  Compareceram à reunião alguns blocos, como: Filhos do Álcool, Galo Louco, Bola Murcha , Folia dos Reis, Bloco do Sujo, Boteco do Gão, Sopão do Boy, Bloco da Padaria, Amigos do Boi, Bloco Infantil Jujuba, Galo Goy e Bloco Veteranos de Cantagalo. Outros nomes, como o bloco Mamaleke, também poderão marcar presença na avenida. Algumas novidades para este ano são o Bloco Infantil Jujuba e o bloco Boteco do Gão.
Em breve, sairá a programação oficial do evento, com a confirmação de todos os blocos que estarão presentes, abrilhantando a avenida. Não haverá subvenções para nenhuma entidade, seja bloco ou escola de samba.

Em virtude da atual crise econômica, a Prefeitura de Cantagalo pretende realizar a festa de forma modesta, porém, se esforçando para garantir uma boa infraestrutura.

A ausência sentida este ano será a do bloco Me Leva, em razão do processo impetrado por uma empresa da Bahia, que exige royalties pela utilização do nome.

O enredo da escola Vermelha e Branca, segundo o assessor de Turismo e carnavalesco da escola, Rafael Carvalhaes, será ‘Nunca é tarde para começar! Viva, Ruth Farah Lutterback!’, que contará a vida artística de Dona Ruth após os 60 anos.
A Prefeitura está em período de licitação para a contratação da infraestrutura básica para a realização do Carnaval.

Nas redes sociais, o assessor de Turismo, o ex-vereador Rafael Carvalhaes, comentou o enredo da escolha Vermelha e Branca: “a Unidos de Cantagalo, mesmo com toda dificuldade financeira pela qual atravessa nosso país, e, é claro, nossa cidade, vem, mais uma vez, cumprir sua função, que é trazer um pouco de alegria, musicalidade, beleza e arte para o nosso Carnaval. Levaremos para a avenida a parte artística da vida dessa mulher excepcional que resolveu realizar seu sonho após os 60 anos, e fez isso com muita competência, dignidade, amor e alegria. Essa cantagalense escreveu livros, trovas e poemas, sendo vencedora em mais de 200 concursos e trabalha incentivando nossos escritores. Seu amor pelo nosso Carnaval fez com que a foliã Ruth desfilasse em quase todos nossos blocos de embalo e abrilhantou por anos o desfile de nossas escolas”.



Adicionar Comentario

Tico Santa Cruz, do Detonautas, passa férias na Gamela

  • PDF

Nas redes sociais, Tico Santa Cruz contou as aventuras na região. “Fizemos um rapel num paredão de 95 metros. Coração acelera mesmo. Amo altura. Lucas (filho) foi corajoso, nunca havia chegado próximo de um local tão alto nessas condições. Videogame é legal, internet também, mas há vida além das telas do computador. Há muita vida pra gente viver e desfrutar. Esportes, atividades ligadas à natureza. Tem uma energia diferente, intensa, que nos coloca em contato com o divino”, afirmou o cantor. 


Tico Santa Cruz também afirmou que conseguiu reunir a família. “Depois de uma aventura proporcionada pelo Google Maps, que nos jogou numa rota alternativa de estrada de terra por dentro da floresta, conseguimos chegar ao Hotel Fazenda Gamela Eco Resort para alguns dias de descanso. Até o Lucas largou o videogame e veio se divertir”, comemorou o líder do Detonautas.

O músico cantagalense Victor Sally, que teve um encontro com Tico Santa Cruz, já que fazia apresentações no Hotel Fazenda Gamela, elogiou muito o músico.

– O encontro foi ótimo. Ele foi muito gente boa e atencioso com meu trabalho. Cantamos algumas músicas juntos e conversamos bastante sobre música. O Tico me deu muitas dicas boas de música, divulgação e estratégia para o mercado atual. Foi um encontro muito produtivo e agradeço muito à Gamela pela oportunidade – afirmou Victor Sally.




Adicionar Comentario

Moradores da comunidade de Paraisópolis, em Carmo, recebem termos de proprietários dos imóveis

  • PDF

Emoção e alegria para os moradores do bairro Paraisópolis, em Carmo, pois, em cerimônia realizada no Centro Cultural Professor Jair Nunes Macuco, os moradores receberam das mãos das autoridades presentes os tão sonhados termos de proprietários dos imóveis.

– Foi um processo longo, uma obra longa, que se estendeu por muito tempo. Vários problemas existiram, mas, enfim, chegamos a um bom termo com a ajuda do prefeito César Ladeira, o juiz da comarca de Carmo, a promotora, o nosso jurídico, através do Dr. Werneck , enfim, levamos a termos esse documento que é uma coisa que nos enche de orgulho, porque a Cehab (Companhia Estadual de Habitação) existe para atender essas pessoas socialmente necessitadas. É a primeira vez que isso acontece desta forma, em uma união de todos os poderes. Hoje, após a posse, eles já podem recorrer à empresa prestadora de serviços de energia elétrica e dizer que já estão habilitados e donos de suas residências para responderem por elas. Garantimos que, assim que puder, voltaremos para concluir essa obra – disse o presidente da Cehab, Thadeu Galvani.

Foi uma cerimônia que emocionou a todos, pois o sonho dos moradores é que tivessem seus direitos respeitados, e foi isso que aconteceu com a entrega da documentação das unidades habitacionais. Muitos não acreditavam que isso poderia acontecer tão brevemente.

– Agradeço a Deus por esse momento ímpar, momento em que a gente leva no coração pelo resto da vida e muito nos emociona, por ver a satisfação de todo mundo em receber seus documentos. São tantas pessoas que nunca tiveram nada em seu nome, nunca tiveram a oportunidade de ter uma residência e, hoje, Deus nos abençoou. É lógico que, com a força de vontade deles, de permanecerem no local com muita dificuldade,  estão recebendo a sua posse do local, onde vão poder criar seus filhos e, quem sabe, seus netos. Então, para nós, é um momento de satisfação, é um pouco angustiante também, pois faltam algumas coisas, mas o presidente nos prometeu arrumar na medida do possível, é claro, pois a gente sabe das dificuldades deles também – afirmou o prefeito César Ladeira.


Adicionar Comentario

Rogéria ganha livro contando sua história

  • PDF
O cantagalense Astolfo Barroso Pinto, mais conhecido como Rogéria, cuja trajetória acaba de virar uma biografia autorizada, daquelas que contam com a anuência do biografado, foi tema de matéria no jornal ‘El País’, na França.

Rogéria assegura que o Brasil dos anos 1960, época em que ela se fez artista, era o melhor lugar do mundo para ser travesti. “Para essas pessoas que querem desgraça, eu respondo: ‘você não conhece o meu dossiê? Não sabe que eu batia nos garotos de pequena e que os shows e os travestis mais chiques eram daqui, deste país?”.

É apenas mais uma das provocações dessa senhora de 73 anos, vaidosa, divertida e religiosa, que nasceu Astolfo Barroso Pinto, em Cantagalo. E que, por mais que tenha vivido mil aventuras em pele feminina, Astolfo, ela garante, nunca deixou de ser. ‘Rogéria - uma mulher e mais um pouco’, foi lançada pela editora Sextante, em outubro de 2016. A biografia foi escrita por Márcio Paschoal, amigo e vizinho de Rogéria no bairro carioca do Leme.

Rogéria nunca foi presa nem teve de fugir do país. Em lugar disso, conquistou, em 1979, como atriz, ao lado de Grande Otelo em ‘O desembestado’, o Troféu Mambembe – importante prêmio, já finado, criado em 1977 pelo Ministério de Cultura com o objetivo de distinguir a produção cultural do eixo Rio-São Paulo. 

Astolfinho – seu apelido de infância – se vestiu pela primeira vez de mulher aos 14 anos no Carnaval de 1957. Em casa, onde cresceu longe do pai, ganhou bronca da mãe não por usar roupas femininas, mas por deixar-se ver. Até que a família, que sempre viu em Astolfinho um artista, acostumou-se ao futuro, que começaria a chegar quando ele se fez maquiador na extinta TV Rio, em 1964. 

Do sucesso na noite carioca, Rogéria, que longe dos holofotes ainda não se vestia de mulher, fez as malas nos anos 1970 para perseguir o estrelato fora do país. Passou por Angola, Moçambique, Estados Unidos e Espanha – onde, para trabalhar, queriam que ela fizesse a operação de mudança de sexo, que ela nunca fez –, até chegar à França em 1971. 

Na França, Rogéria aprendeu muito com a travesti Chou-Chou, que foi uma espécie de madrinha para ela, com quem trabalhava na noite parisiense e dividia apartamento. Da amiga, que tinha mania de comprar roupas, levou boas dicas, mas nada comparado às lições que recebeu da mãe, dona Eloah, inclusive sobre a “arte” de ser mulher. 

Rogéria conta que Eloah a “aceitava completamente”, e por esse elo afetivo tão sólido teve mais do que o espetáculo para se firmar na vida. 

É por essa convicção que a travesti ícone das travestis brasileiras passa ao largo da militância LGBT. Rogéria prefere repousar no abraço das velhinhas que encontra no Leme, das mães e avós que a assistem em novelas e programas de auditório, e também, na medida do possível, agradar as colegas de profissão, as amigas e inclusive as inimigas. 

Enquanto traz de volta as conquistas do passado, Rogéria também faz projetos. 

Além de ter lançado a biografia no fim de 2016, ela atuou no documentário ‘Divinas divas’, dirigido por Leandra Leal e previsto para estrear neste primeiro semestre. Também continua fazendo shows e dando palestras esporadicamente, enquanto sonha com um filme de ficção sobre sua vida, para o qual ainda não consegue pensar em uma atriz para o papel principal. É um personagem difícil, afinal. “Nasci homossexual, nunca fiquei em armário, não acredito em opção sexual e sempre me posicionei contra qualquer tipo de hipocrisia. Tem gente de movimento gay que não gosta de algumas coisas que digo, mas, para esses, eu falo que, antes de eles chegarem, já existia Rogéria, meu amor”.

Promessa de museu para Rogéria

Ator transformista, cantor, dançarino, enfim, um artista completo, Rogéria, nome artístico adotado pelo cantagalense Astolfo Barroso Pinto, teve uma promessa de um museu dentro do Centro Cultural Professora Amélia Thomaz. Isso foi anunciado pelo então prefeito de Cantagalo, Guga de Paula, quando participava de show beneficente da artista realizado em Cantagalo em 2011.

– O que queremos é reconhecer a sua importância cultural não só para Cantagalo, mas para o Brasil e o mundo. Nesse local, queremos reservar um espaço para o museu de Rogéria, onde teremos vários objetos seus, a história de sua carreira, sua trajetória artística e objetos pessoais, como as belas roupas que usa nas suas apresentações ao longo de todo esse tempo – disse Guga de Paula a Rogéria, na época. 

As obras de construção do Centro Cultural de Cantagalo estão se arrastando há vários anos, pois houve um problema com a empresa que venceu a licitação, e não terminou a obra. Com isso, a homenagem que seria prestada a Rogéria está engavetada.
Existe uma expectativa que com o retorno do prefeito Guga de Paula ao poder, ele possa concluir as obras do Centro Cultural, e criar o Museu para Rogéria, prestando uma homenagem merecida a um cantagalense ainda vivo.






Adicionar Comentario

Pgina 8 de 359






Área exclusiva - Login

Notícias completas e versão digital exclusivas para assinantes

Informativo JR

Cadastre-se e fique bem informado