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Cordeiro busca parcerias com Secretaria Estadual de Agricultura

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O prefeito Luciano Batatinha e sua vice-prefeita Maria Helena informaram nesta quinta-feira, dia 28, que continuam buscando formas de aumentar o número de parcerias que se convertam em benefícios para todos os setores da Administração Municipal e, consequentemente, melhore a qualidade de vida de toda a população cordeirense.

Dessa vez, eles se deslocaram até a sede da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento para uma reunião exclusiva com o secretário titular da pasta, o ex-senador da República Eduardo Lopes. Segundo eles, além de muito receptivo, ele demonstrou muito boa vontade em auxiliar Cordeiro. “Desde os tempos de senador, quando visitou nossa cidade, ele vem se mostrando disposto a colaborar conosco. Certamente teremos muito a ganhar com seu auxílio”, diz a vice Maria Helena.

No encontro, realizado na última terça-feira, 26, foram discutidas as possibilidades de o Governo do Estado, através da Secretaria de Agricultura, viabilizar parcerias com a EMATER/RJ e FIPERJ. Dentre as solicitações de Batatinha e Helena estão a necessidade de recolocar em prática na Zona Rural de Cordeiro o Projeto Estradas da Produção, cujo objetivo é garantir a recuperação e conservação das estradas vicinais, vias de escoamento da produção de hortifrutigranjeiros do homem do campo.

Outro assunto colocado pelos dirigentes cordeirenses diz respeito ao Parque de Exposições Raul Veiga. A tentativa é de que haja um estudo detalhado por parte da Secretaria de Estado de Agricultura, buscando a possibilidade de uma parceria capaz de viabilizar a utilização do tradicional espaço, onde ocorre a maior feira rural do interior fluminense, durante todos os meses do ano e não apenas no período da Expo-Cordeiro.

Disposto a auxiliar Cordeiro, Eduardo Lopes se comprometeu a realizar em breve uma visita à Cidade Exposição. Seu intuito é estreitar o relacionamento com a Secretaria de Agricultura do município e se aproximar dos produtores rurais locais. Assim, segundo suas próprias palavras, ele conhecerá de perto a situação e poderá discutir alternativas para o desenvolvimento pleno do agronegócio no município.

“Foi mais um encontro bastante proveitoso. Minha vice-prefeita e eu deixamos a sede da instituição estadual bastante otimistas, até porque encontramos no secretário Eduardo Lopes uma pessoa aberta ao diálogo e ciente das necessidades de fomentar ainda mais as questões agrícolas das cidades do interior”, emendou Luciano Batatinha.



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Clélio Erthal recebe Diploma Mérito Cultural e Histórico Cantagalense

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Durante a realização da segunda Conferência da Cidade realizada na sede da Câmara Municipal de Cantagalo, logo na abertura do evento, o vereador João Bôsco de Paula Bon Cardoso prestou uma homenagem ao pesquisador e escritor Clélio Erthal.

Através do projeto de resolução foi concedido o Diploma de Mérito Cultural e Histórico Cantagalense ao desembargador federal aposentado, pesquisador e escritor Clélio Erthal. Clélio Erthal é filho de Eugênio Erthal Sobrinho e Maria Wermelinger Erthal. Nasceu em Cantagalo no dia 6 de maio de 1930.

Cursou o primário no colégio particular da professora Dulce Barros Lutterbach e depois no Ginásio Euclides da Cunha, com a professora Corina Penna da Fonseca. O curso de admissão ao ginásio foi ministrado pelos professores Manoel Ramos e Romildo Cariello, no período de férias.

No ginasial, teve como professores Alcides Ventura, Niltho Leite, Manoel Vieira Baptista, Sílvio Lutterbach, Lourdes Dietrich Gonçalves, Marino de Paula Pinto, Messias Moraes Teixeira e outros.

Terminado o curso ginasial, em 1947, foi para Niterói, onde cursou o científico (no Colégio Bittencourt Silva) e depois o acadêmico (na Faculdade de Direito da Cidade).

Como professor, lecionou nos dois colégios da Campanha dos Educandários Gratuitos em Itaocara (onde também foi eleito vereador e vice-prefeito) e no Ginásio João Brasil e Escola Normal Ilca Peçanha, em companhia da esposa Vera Dias Erthal.




Vereador em Itaocara, no período de 1959 a 1962; Vice-Prefeito do município de Itaocara, de 1963 a 1966; Advogado do BNDE (função obtida por concurso nacional) no período entre 1967 e 1976, tendo então exercido a função de chefe da Divisão de Contratos; Procurador da República no período entre 1977 e 1983 - quando exerceu a Chefia do Órgão no antigo Estado do Rio. Juiz Federal (também por concurso público, prestado em Brasília), no período entre 1983 e 1987 - ocasião em que exerceu o cargo de Diretor do Foro Federal no Rio de Janeiro por duas vezes. Foi no exercício dessa função que construiu a nova sede da Entidade, na Cinelândia, e preparou o prédio da rua Acre, nº 80, para receber o Tribunal Federal da 2ª Região, então criado.

Desembargador Federal entre 1988 (quando foi criado o TRF - 2) e 1998 (quando se aposentou); Diretor da Escola da Magistratura Federal (EMARF) e Presidente da Comissão de Interiorização da Justiça Federal, mediante criação de Varas Federais nas principais cidades do interior.

É um dos mais importantes pesquisadores da História de Cantagalo e da História Regional. Seus livros são referência para muitos historiadores, professores, alunos, e todos aqueles que desejam compreender melhor nosso passado.

Sobre a história cantagalense, é autor de trabalhos de grande fôlego, como: “Cantagalo - da miragem do ouro ao esplendor do café” e “Cantagalo 2 - do surto da pecuária à industrialização do calcário”.

Sobre a história bonjardinense, escreveu: “Bom Jardim - breves notas sobre a evolução do município, à luz da história regional”.

“É inquestionável a imprescindível contribuição do Dr. Clélio Erthal para o enriquecimento cultural de Cantagalo, bem como, para o avanço da produção historiográfica local, fazendo jus, portanto, ao Diploma de Mérito Cultural e Histórico Cantagalense”, afirmou o vereador João Bôsco.

Clélio Erthal, emocionado, agradeceu as homenagens e disse não merecer tantas considerações. “Agradeço a honraria que acabo de receber, por iniciativa do vereador João Bôsco”, disse Clélio Erthal durante a solenidade, e aproveitou para contar um pouco da história do município de Cantagalo, reafirmando a data de 09 de março, como a emancipação do município.



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Escolas de samba Vilage e Bola Branca vencem o carnaval de Nova Friburgo

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Com um enredo contando a sua própria história de superação após o incêndio que atingiu o barracão no ano passado, e desfilando no domingo de carnaval debaixo de chuva, a Vilage do Samba foi a grande campeã do carnaval friburguense de 2019. Desde 2014, a escola verde e branca não ganhava um título.

Em segundo lugar ficou a Alunos do Samba. Bicampeã no ano passado, a Imperatriz de Olaria ficou na terceira posição, por um décimo de diferença para a escola de Conselheiro. Já a Unidos da Saudade, punida com a perda de dois pontos por ter ultrapassado os limites da área em que poderia montar seus carros alegóricos, amargou o último lugar.

O presidente da Vilage, Ricardo Pavão, disse que a escola ganhou porque entrou na avenida “com sangue nos olhos”. “Não houve renascimento das cinzas porque nunca morremos”, afirmou ele.

O resultado final do Grupo Especial ficou assim: 1º Vilage no Samba - 189,9; 2º Alunos do Samba - 188,8; 3º Imperatriz de Olaria - 188,7; e 4º Unidos da Saudade - 187,5

No Grupo A, a escola de samba Bola Branca foi a vencedora por dois décimos. Com isso, a agremiação do Catarcione conquista o tetracampeonato do carnaval.

Este ano, a Globo de Ouro, ficou em segundo lugar. A pontuação do Grupo A foi a seguinte: 1° Bola Branca - 199,7; 2° Globo de Ouro - 199,5; 3° Unidos do Imperador - 199,2; e 4° Raio de Luar - 199,1

A Bola Branca desfilou no sábado de carnaval com um enredo sobre festas populares. Com o enredo “Bola Branca em ritmo de festa”. A escola preto, branco, azul e rosa desfilou com 80 componentes na bateria e muita animação.



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O cantagalense Tarcísio Zanon é o carnavalesco campeão pela Escola de Samba Estácio de Sá

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A Estácio de Sá foi a grande vencedora da Série A no Carnaval 2019. A apuração revelou que a vermelho e branco poderá voltar a competir no Grupo Especial em 2020, o que não acontecia desde 2016, última passagem dela pela elite da folia carioca.

Com o enredo “A fé que emerge das águas”, a agremiação do Morro do São Carlos, no Centro do Rio, brindou o público da Sapucaí com um desfile sobre a imagem do Cristo Negro encontrada no mar do Caribe, na região do Panamá. 

O tema do desfile para o carnaval de 2019 foi “A fé que emerge das águas”, enredo da escola, que foi desenvolvido pelo carnavalesco, o cantagalense Tarcísio Zanon. Este é o quinto desfile assinado pelo profissional cuja trajetória começou no Berço do Samba, e o segundo em carreira solo.




“Nosso enredo vem carregado de emoção, cultura e muita alegria. A força da nossa comunidade, aliada à temática que vamos apresentar, vão proporcionar ao público um grande espetáculo no sábado de Carnaval. Sempre que apresentamos um tema cuja conjunção é a fé, a devoção e a força do estaciano, tudo flui e estamos apostando nisso. A Estácio reviverá dias de alegria e muita fé a desaguar na Sapucaí”, dizia o carnavalesco Tarcísio Zanon antes do desfile da escola.

A vitória da Estácio foi com vantagem expressiva sobre as outra escolas.



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Teatro Amador do Colégio Anchieta completa 45 anos e prepara mais uma peça inédita

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No ano em que o Teatro Amador do Colégio Anchieta (TACA) completa 45 anos, alunos da equipe de atores, preparam-se para mais uma peça inédita, no dia 14 de março. 

Formado por alunos do Ensino Médio, o TACA lançará, no dia 15 de Março, em parceria com o Laboratório de Redação, com a Biblioteca e com a Área de Artes do Colégio Anchieta, o projeto “O Menino Poeta” da obra de Henriqueta Lisboa.

A montagem cênica está prevista para apresentação, no dia 25 de Outubro, deste ano, às 19h, no Espaço de Eventos Santo Inácio.

A poetisa e tradutora Henriqueta Lisboa nasceu na cidade de Lambar, no Estado de Minas Gerais, no dia 15 de Julho de 1901, fruto da união entre o Deputado Federal João de Almeida e Maria Rita Vilhete Lisboa. Ela se torna, posteriormente, a primeira escritora a ser eleita integrante da Academia Mineira de Letras, em 1983. Henriqueta Lisboa será vivida pela aluna Amanda Bertolli. Além da personagem, o público poderá conferir também, uma de suas obras intituladas “O Menino Poeta” que será representado pelo aluno Lucas Freitas. A obra foi escrita por Henriqueta Lisboa aos 21 anos de idade, e contará fatos de um clássico da poesia brasileira, voltado exclusivamente ao público infantil. 

A trilha sonora ficará por conta da Dupla, Rob & Ana, com músicas do Folclore Mineiro e o figurino, produzido pelo estilista Virgílius Santos. 

Os atores ainda farão uma participação especial com a apresentação do grupo Caixeira da Guia, coordenados pelo Prof. e Músico Heitor Barcelos.

A Peça será composta por alunos do curso de teatro e também envolverá alunos da Oficina de Cinema, que estarão se preparando para a produção de um documentário escrito e dirigido por Felippe Nagato. 

Mais uma performance bonita que é esperada por todos.



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