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“Ao longo desses 30 anos, contribuímos para o desenvolvimento da região”

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Entrevista: Alexandre Magno, gerente da Lafarge em Cantagalo

Natural de Pedro Leopoldo (MG), graduado em engenharia química pela Universidade Federal de Minas Gerais, curso que concluiu em 1983, Alexandre Magno Duarte Jorge trabalha com indústria de cimento há quase 28 anos. Antes de ingressar na Lafarge, em 1998, trabalhou em outros grupos do segmento e também na Usiminas.


Jornal da Região (JR): Quando você assumiu a gerência da Lafarge em Cantagalo?
Alexandre Magno (AM): Iniciei minha carreira na fábrica da Lafarge de Matozinhos (MG), em agosto de 1998. Após três anos, tive a oportunidade de ser expatriado para a França, onde trabalhei por cinco anos prestando assistência técnica a várias fábricas de cimento no Oriente Médio, África e América Latina. Em 2006, retornei ao Brasil e, consequentemente, fui para a fábrica de Arcos (MG). Um ano após meu retorno, assumi a gerência da Lafarge em Cantagalo.

Lafarge recebe moção da Câmara pelos 30 anos em Cantagalo

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Unidade produz um milhão de toneladas e gera 247 empregos

Proposta pelo vereador Heitor Purger (PP), a Câmara Municipal de Cantagalo entregou, na sessão de quinta-feira passada, 10 de novembro, moção de parabenização pelos 30 anos de instalação da fábrica de cimento Mauá (Lafarge) no município, mais precisamente em Euclidelândia, terceiro distrito.

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Construção de casas para a Mauá em Cordeiro

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Casas foi cogitada para serem em Cantagalo

Logo que técnicos dinamarqueses chegaram à região onde foi então instalada a unidade, em meados dos anos de 1970, para a instalação da fábrica de cimento Mauá, em Cantagalo, procuraram uma área para a construção de residências para os engenheiros, gerentes e responsáveis pela empresa.

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Japoneses quiseram comprar a fábrica

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Em 1833, Le Teil, modesta vila do Sul da França, em sua pequena fábrica de cal, a família Lafarge já se dedicava a cultivar conceitos empresariais que se tornariam padrão no século seguinte: priorizar a qualidade como fator principal em todo o processo de produção. Em 1959, a Lafarge inicia seus investimentos no Brasil e produz o Cimento Campeão (homenagem à conquista da Copa do Mundo do Brasil, em 1958).

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Os primeiros investimentos da fábrica de cimento Mauá em Cantagalo

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No início, calcário era extraído e levado para Guaxindiba


Em meados de 1966, a Companhia Nacional Cimento Portland (Mauá) já tinha terras na região de Cantagalo, onde extraía calcário para sua fábrica em São Gonçalo. Eram transportados, em média, 30 caminhões de calcário por dia de Cantagalo para a fábrica de Guaxindiba. Os empresários proprietários de caminhões, Antônio Pecly, Edson Miliozi, Ronaldo Boaretto e outros de São Fidélis tinham, na atividade de transporte de calcário, um grande negócio na época.


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