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Pestalozzi de Cantagalo com nova diretoria

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A Associação Pestalozzi de Cantagalo, fundada em 21 de abril de 1973 passou, no último dia 19 de agosto, por um processo para eleição de sua nova diretoria. Com o falecimento do Sr. Lúcio Gomes Bon, que presidiu a entidade por 42 anos, assumiu a presidência Vladimir Pereira Araújo, que esteve no cargo até esta data e abriu o processo eletivo baseado no estatuto da entidade.

Neste dia foi eleita a nova diretoria para o próximo triênio, no período de 19/08/2017 até 19/08/2020, tendo como presidente atual o professor Gildomar Norberto Bard da Silveira.


A nova diretoria assume com o compromisso de administrar a entidade em meio à crise financeira que se instalou no nosso Estado do Rio de Janeiro. A grande mantenedora da entidade, a FIA (Fundação para a Infância e Adolescência),  não vem fazendo repasses de verbas e com isso houve redução no atendimento à população. Hoje a Pestalozzi de Cantagalo sobrevive com repasse de R$ 3.000,00 da Prefeitura Municipal e R$ 5.400,00 do governo federal, mas muito em função da contribuição financeira dos associados e demais doações, pois apenas com a folha de pagamento de funcionários e profissionais específicos, o custo gira em torno de R$ 12.500,00. Atende mesmo com essa redução, em sua escola a 48 alunos e em sua clínica, em torno de 100 pacientes.

A nova diretoria, dentre outras iniciativas, pretende dar maior visibilidade à entidade em Cantagalo e tornar mais aberto e acessível seu espaço.

Para tanto, conclama a todos que se associem à instituição e ajudem dessa forma a manter suas portas abertas e prestando esse grande serviço de utilidade pública a muitas crianças e jovens especiais de nossa região.   

NOVA DIRETORIA (2017/2020)

Gildomar Norberto B. da Silveira - Presidente; Rosangela Maria Jardim Gardelo - 1º Vice-Presidente; Dinamar da Silva Mattos - 2º Vice-Presidente; Andrea Teresinha Ramos Reis - 1º Secretária; Marília Teixeira A. Japor - 2ª Secretária; Erenita P. de Almeida - 1ª Tesoureira; Daniela V. Pacheco - 2ª Tesoureira; Antônio Renato da V. Costa - Assessor Jurídico; Rosy de P. Coelho do Couto - Relações Públicas; Antonio Nelson Oliveira - Conselho Fiscal Efetivo; Graziela Erthal Lutterbach - Conselho Fiscal Efetivo; Paulo Roberto M. Peixoto - Conselho Fiscal Efetivo; Rita Márcia J. Daflon Gama - Suplente; Fernanda Pinto de Moraes - Suplente; e Fernanda de Avelar Torres - Suplente.


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Professora cobra providências sobre Casa Euclides da Cunha

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Mais de um século depois de sua morte, o escritor fluminense, finalmente ganha o reconhecimento da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que lhe outorgou a Medalha Tiradentes, a mesma que já foi entregue a personalidades como Paulo Freire e Bento XVI.

"Euclides há muito merecia estar dentre os contemplados da mais alta comenda do Estado do Rio, dedicada a pessoas que contribuíram com seu trabalho para a causa pública em domínios fluminenses. Por provocação nossa, do projeto "100 Anos Sem Euclides" (Anélia Pietrani, Luiz Fernando Conde Sangenis e Anabelle Loivos), o professor Waldeck Carneiro sugeriu o acolhimento do processo na Assembleia em 2016, e João Bôsco Cardoso topou agendar a entrega na Câmara de Vereadores de Cantagalo, durante as comemorações dos 160 anos do município", informou a professora Anabelle Loivos.

O mais importante fruto do evento, que contou com a participação da família de Euclides da Cunha, foi a pauta lançada pela professora Anabelle Loivos para a estruturação de políticas públicas de cultura e educação patrimonial na cidade, que teve o imediato acolhimento de dois deputados estaduais presentes - Waldeck Carneiro e Wanderson Nogueira. 

Eis as palavras ditas pela professora Anabelle Loivos Considera durante a solenidade na Câmara Municipal: "Quando as grandes secas de 1879-1880, 1889-1890, 1900-1901 flamejavam sobre os sertões adustos, e as cidades do litoral se enchiam em poucas semanas de uma população adventícia de famintos assombrosos, devorados das febres e das bexigas – a preocupação exclusiva dos poderes públicos consistia no libertá-las quanto antes daquelas invasões de bárbaros moribundos que infestavam o Brasil. Abarrotavam-se, às carreiras, os vapores, com aqueles fardos agitantes consignados à morte. Mandavam-nos para a Amazônia – vastíssima, despovoada, quase ignota – o que equivalia a expatriá-los dentro da própria pátria. A multidão martirizada, perdidos todos os direitos, rotos os laços da família, que se fracionava no tumulto dos embarques acelerados, partia para aquelas bandas levando uma carta de prego para o desconhecido; e ia, com os seus famintos, os seus febrentos e os seus variolosos, em condições de malignar e corromper as localidades mais salubres do mundo. Mas feita a tarefa expurgatória, não se curava mais dela. Cessava a intervenção governamental. Nunca, até aos nossos dias, a acompanhou um só agente oficial, ou um médico. Os banidos levavam a missão dolorosíssima e única de desaparecerem...


E não desapareceram." ("Um clima caluniado", in: À margem da história. cf. CUNHA, 2009, v. 1, p. 159)

Quando acabarem as secas que vieram crestar de imbecilidade e retrocesso o chão do nosso país, da nossa cidade, esperamos encontrar crianças leitoras de Euclides para dizer não a tudo isso. Mas que leitores de Euclides e da poesia que sobrevém às secas estamos preparando, nessa terra de galos, luvas, cafés e concreto?

É tempo de escutar o canto de outros galos. Galos que antes, que com seus cantos de galo fizeram romper a manhã.

Que Euclides deixe de ser busto e cresça arbusto. Que deixe de ser sombra e vire alumbramento. Que permaneça incômodo e palavreiro, fazendo cismar, abrindo caminhos. E que esse Sertão das Novas Minas de Macacu olhe pro seu filho não de soslaio, mas com máximo respeito e apreço.

Pela reabertura imediata da Casa de Euclides da Cunha; pelo tombamento da Casa de Amélia Tomás; pelo acolhimento do Ponto de Cultura "Os serões do seu Euclides" pelas políticas públicas de cultura; pela continuação das obras do Centro de Cultura Amélia Tomás; pela reestruturação da biblioteca Acácio Ferreira Dias e do sistema de bibliotecas públicas nos distritos; pela instituição do Museu do Trem em Euclidelândia. Pela reativação do Pró-memória de Cantagalo.

Euclides vive, apesar dos soterramentos cotidianos de sua memória, na terra mesma que o embalou, rebento doce e eterno. Euclides vive. Está nas páginas escritas a bico de pena e assinadas (sem temer) por esse caboclo, misto de celta, tapuia e grego. Viva Euclides!"

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Medalha Tiradentes é entregue à família de Euclides da Cunha

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O dia em que Cantagalo comemorou os seus 160 anos de elevação à categoria de cidade ficou marcado na história. Em sessão solene realizada na Câmara Municipal de Cantagalo no dia 02 de outubro, a família do escritor cantagalense Euclides da Cunha, recebeu a maior condecoração da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a Medalha Tiradentes.

Tal honraria é concedida a personalidades nacionais ou estrangeiras que, de qualquer forma, tenham serviços prestados ao Estado do Rio de Janeiro, ao Brasil ou à Humanidade. A homenagem foi entregue à trineta de Euclides da Cunha, a educadora Camila Cunha, pelas mãos do deputado estadual Waldeck Carneiro, autor da proposição.

Segundo o deputado, o oferecimento da medalha e o seu respectivo diploma "Post Mortem" ao escritor Euclides da Cunha se deu pela ocasião de seu sesquicentenário, celebrado no ano passado. “Aproveitando tal data e, também, os festejos pela ocasião dos 160 anos da elevação de Cantagalo à categoria de cidade, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro reconhece o legado, a obra e a contribuição inapagável de Euclides da Cunha, não só para a literatura, mas para o Brasil”, ressaltou Carneiro.

Representando os vereadores de Cantagalo, o vereador professor João Bôsco, destacou em seu discurso o legado deixado pelo escritor cantagalense. “Afirmar que a obra de Euclides e, principalmente “Os Sertões”, é um divisor de águas na literatura brasileira é constatar o óbvio. Além de um incomparável escritor, Euclides foi um apaixonado pelo Brasil e pelos brasileiros. Sua obra explica isso. As causas que defendeu, a barbárie que denunciou, os caminhos que percorreu, comprovam inequivocamente esse fato”, afirmou Bôsco.

A educadora Camila Cunha, trineta de Euclides da Cunha, agradeceu a honraria recebida e destacou a importância de levar o legado do escritor aos cidadãos cantagalenses. “É preciso levar Euclides para as pessoas de Cantagalo, impulsionar o movimento euclidiano cada vez mais e fazer as pessoas conhecerem e aplaudirem Euclides da Cunha nas suas rotinas. Euclides da Cunha precisa ser lido e discutido, tanto o Euclides quanto as questões sociais do nosso Brasil”, salientou Camila Cunha.


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Locutor, músico, caminhoneiro e agora secretário Municipal

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Elair Pinheiro, conhecido no mundo artístico como Renan Mattos, pseudônimo sugerido pelo diretor proprietário da Rádio 94 fm de Cordeiro, Paulo Roberto Teixeira, é um cara pode se dizer, multifacetário pelo que já fêz profissionalmente. Nascido em Trajano de Moraes na fazenda Laitão da Cunha, sente–se orgulhoso por tudo que um garoto do interior conquistou mesmo sendo alguém oriundo de família pobre. Pais ricos de caráter e bons costumes que é o seu maior orgulho de ensinamentos para formação de seu caráter, pois nos estudos não foi possível se preparar para alcançar tantas vitórias em sua vida profissional. Agradecimentos e homenagem “in memorian” aos seus pais: Augusto Pinheiro e Elza de Mello Pinheiro sua única faculdade.

Jornal da Região (JR) – Renan quando você começou sua carreira de locutor? 

Renan Matos (RM) – No dia 1º de maio de 1973 visitava a cidade de Conceição de Macabú,  onde eu cursava o ginasial, o então deputado federal Alair Ferreira, e o apresentador do evento não compareceu. Fui então jogado aos leões por um amigo chamado Acílio Barboza para dar as boas vindas ao polìtico, cidade lotada e eu molhado de tanto nervoso, subí ao tablado e mandei ver, claro que de forma bastante simples, pois estava totalmente despreparado, mas  mandei ver, ao descer do tablado (palco) fui convidado a fazer um laboratório na rádio local (popular fluminense) que me rendeu os seis (6) primeiros anos como locutor de rádio.

JR - Quantos anos tinha quando usou o microfone pela primeira vez?

RM – Quantos anos? Deixa-me ver... Como disse o grupo nenhum de nós na música “camila, camila” kkk tinha eu apenas 17 anos.

JR – Quais foram as rádios que você atuou na regíão e  quanto tempo na 94fm?

RM – como disse aos 17 anos a primeira emissora foi a rádio popular fluminense em Conceição de Macabú, tive um período menor na rádio Costa azul em Angra dos Reis. E finalmente retornando a minha cidade de Trajano de Moraes, comecei a trabalhar em sonorizações, a convite do próprio Paulo Roberto e um profissional da comunicação que é meu amigo e professor, Henrique Júlio. Foram vários anos de eventos por todo estado do Rio de Janeiro. Em 1989 o empresário Paulo Roberto na época dono da Amplisom, empresa que eu já prestava serviços me convidou para o seu novo empreendimento que era a Centro Norte FM Stéreo, hoje a nossa querida Rádio 94FM de Cordeiro. Ali no dia 12 de maio de 1989 exatamente às 18:00, estreávamos nessa emissora, onde convivi por vários anos com excelentes profissionais de comunicação à quem devo muito, por todo êsse tempo e agradeço, como também aos milhões de ouvintes que conquistei nesse período. Ressalto que simultaneamente fiz uma temporada na querida Rádio Musical de Cantagalo, onde tive um enorme aprendizado com profissionais de altíssimo nível tais como: Nilson Leão, Juracy Vieira, Luiz Barros, incluindo o amigo Célio Figueiredo, editor do JR, entre outros grandes profissionais. Foi um periodo maravilhoso em minha vida profissional.

JR – Atualmente você é secretário de Administração do prefeito Rodrigo Viana em Trajano de Moraes. É a sua primeira experiência na administração pública? E porque aceitou este desfio?

RM - Um grande desafio. Tive o privilégio de ter trabalhado com seu pai o ex – prefeito João Luiz e antes em 2001 com o prefeito Omair Diniz, nos dois períodos como chefe de gabinete. Prefeitos que me deram muito orgulho de ter aprendido o pouco que sei, sobre gestão pública e principalmente como cuidar de um patrimônio que é de todos nós. Com o prefeito Rodrigo, não está sendo diferente. Um jovem que traz de berço um caráter irretocável, garra, juventude e acima de tudo, uma vocação extraordinária pelo ser humano. Como seu colaborador tem sido uma honra, porém uma responsabilidade muito grande, porque não tem sido fácil recolocar os trens nos trilhos, mas com sua determinação, juventude e garra haveremos de fazer diferente e para muito melhor se Deus quiser, não tenho dúvidas.

JR – Você também é músico, e últimamente faz shows na região. Como é esse trabalho?

RM - Na verdade não sou músico, me divirto com o que faço, tenho sido agraciado por àqueles que gostam de boa música. Costumo dizer que, quem faz o show é o público que gosta de grandes nomes da música popular brasileira e internacional. Coisa rara hoje em dia, mas estou muito feliz com o resultado desse hobbie.

JR – É verdade que você já foi caminhoneiro? Conte sobre essa experiência?

RM - Sim fui caminhoneiro. Aliás sou profissional habilitado para todas as categorias e com um detalhe: Cursos atulizados até 2020 incluindo transporte de passageiros. É muito bom ter mais de uma profissão, dessa forma é muito difícil você ficar sem trabalho, ainda mais nessa crise em que vivemos no Brasil.


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Aluno de escola de Carmo representará o Rio de Janeiro no Senado Federal

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Matheus Braga Couto, do Colégio Estadual Francisco Varella, em Carmo, na Região Serrana, representará o Rio de Janeiro como Jovem Senador. O aluno foi classificado, entre outras 3.932 redações, com o texto ‘Terra intolerante, entre outras mil, és tu, Brasil!’ . Acompanhado de outros 26 jovens, um de cada unidade da Federação, ele estará em Brasília de 27/11 a 02/12. 

O resultado do 10º Concurso de Redação do Senado Federal, com o tema ‘Brasil plural: para falar de intolerância’, foi anunciado na última quarta-feira, dia 4. Os textos passaram por duas seleções: uma na escola e outra na Secretaria de Educação do Estado e do Distrito Federal. O município, com pouco mais de 17 mil habitantes, está em festa com a conquista de Matheus. 


– Está sendo um sonho para mim. A torcida era tão grande que fiz todo o possível e consegui ficar em primeiro lugar. Quando vi o tema da redação, fiquei com muita vontade de participar e percebi que seria a minha chance, já que no ano passado eu não fui classificado. Agradeço a minha professora, a todo o colégio e a minha família pelo apoio que sempre me dão. Tenho conquistado muitas coisas graças à escola – destacou Matheus, da 2ª série do Ensino Médio, que atualmente faz estágio no Centro Administrativo da Prefeitura de Carmo.

O diretor do Colégio Estadual Francisco Varella, Eduardo Azevedo, no entanto, credita o sucesso ao talento do jovem na área literária.

– O Matheus escreve muito bem e foi mérito dele esse resultado brilhante. No Concurso Cultural Brasil-Japão, em 2015, ele também foi o vencedor em uma das modalidades – revelou o gestor da unidade, lembrando que a unidade coleciona vitórias, ainda, em campeonatos esportivos da cidade.

Ansioso com a primeira viagem para outro estado, Matheus já pensa em defender seu projeto e fazer novas amizades.

– Há um contraste grande entre o Brasil multicultural e o Brasil intolerante. Eu já estou preparando um projeto para levar a Brasília, e quero aproveitar essa chance para conhecer pessoas novas de outros estados – destacou.

Os estudantes Rebeca Oliveira de Carvalho, do Colégio Estadual Álvaro Negromonte, em Duque de Caxias, e Felippe Juan Diniz Santos, do Colégio Estadual Erich Walter Heine, no Rio de Janeiro, ficaram em 2º e 3º lugares no concurso, respectivamente.


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Batalhão da Polícia Militar abrigará nova base do Viveiro Educandário da Ecomodas

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No dia 27 de setembro, Alex Santos da EcoModas esteve no 11º Batalhão da Polícia Militar para tratar de assuntos ao desenvolvimento sustentável em Nova Friburgo. Ele foi recepcionado pelo comandante e coronel, Eduardo Vaz Castelano, e sua equipe. A visita serviu para discutir a possibilidade de se implantar uma nova base do Viveiro Educandário da EcoModas.

Também foi falado do outro projeto ambiental da EcoModas denominado “Bomba de Sementes” onde Alex, inclusive, propôs que tais bombas ecológicas fossem fabricadas por presidiários e lançadas de helicóptero em toda região serrana do Rio.

O Coronel Eduardo Castelano recebeu uma muda de Palmito-juçara cultivada em um cone de linha pela EcoModas

Alex, que é o responsável pela gestão de projetos e comunicação da EcoModas, pôde, ainda, conhecer a área proposta pelo próprio comandante para que o Viveiro Educandário seja instalado já no próximo mês  sendo este um local que já contém uma estrutura de madeiras e que no passado houve um projeto destinado à conscientização ambiental e educação no trânsito.

O Viveiro Educandário da EcoModas reutiliza cones de linhas de costura industrial vazios para cultivar árvores nativas da Mata Atlântica que são doadas para preservar nascentes e matas ciliares em Nova Friburgo. Tal iniciativa, pioneira no Brasil, já é bastante conhecida pela mídia local e já levou a EcoModas a ser contemplada com premiações de relevância nacional

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Aula de violão tem atraído dezenas de crianças em projeto social

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O encontro do talento com a oportunidade. Assim tem sido a rotina na vida de dezenas de crianças e jovens em Trajano de Moraes,  e no distrito de Visconde de Imbé. Um programa do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) tem levado aulas de violão gratuitamente para esses lugares. No local, eles participam assiduamente da oficina, que tem aulas administradas por um profissional graduado duas vezes por semana, nos turnos da manhã e da tarde.

O professor,  Renan André de Sá,  acredita que não existe uma idade adequada para despertar o talento musical. Ele explica aos alunos como forma de exemplo, o caso de Mozart, um dos maiores nomes da música erudita, que compôs suas primeiras sinfonias aos 4 anos de idade e ainda criança encantava a corte durante suas apresentações musicais. “Aqui não é diferente. Essa garota tem futuro”, disse.

Mas, mesmo que seu objetivo não seja lapidar um superstar, existem inúmeras vantagens em levar as crianças a frequentar uma aula de música no CRAS de Visconde e no de Trajano. “Explico sempre  aos alunos, que devemos começar pela audição. O primeiro sentido desenvolvido pelos seres humanos e certamente um dos mais beneficiados pela prática musical”, exemplifica Renan.

A secretária municipal de Assistência Social, Juliana Esteves Viana, acredita que além de aprender, a música auxilia as crianças a ampliarem a capacidade de expressão corporal e coordenação motora. “A gente quer que eles aprendam de verdade, e com isso sejam no futuro um músico consolidado. Trajano é um celeiro de talentos. O que estamos fazendo na gestão pública é apenas lapidar esses futuros músicos. Obrigado prefeito Rodrigo Viana por acreditar em mais esse projeto desenvolvido na Assistência Social”, agradeceu Juliana.

Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático. “A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. Às vezes saímos da sala de aula para um cenário mais aberto e que inspira o aprendizado, como exemplo, o antigo Fórum de Visconde”, explicou.


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Jornal da Região completa 31 anos de existência

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Não são 30 minutos, nem 30 horas e tampouco, 30 anos de existência.A marca longeva do jornalismo do Centro Norte Fluminense chega a 31 anos de existência.E, desta, vez definitivamente registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), sob o número 829546286.Uma conquista única para um veículo de comunicação que é simbolo de credibilidade entre leitores e anunciantes.

Em mais de três décadas, o JORNAL DA REGIÃO foi guardião da sua marca, construindo-a, definindo posicionamentos, alinhando objetivos e guiando mudanças. “Sempre pusemos a mão na massa.Me lembro das nossas reuniões de pauta, dos projetos que tocamos e na entrega de resultados”, afirma Elvis Mutti,que foi repórter e atualmente, gerencia o Itaú de Bom Jardim.O essencial é que a empresa de comunicação e mídia  sempre esteve aberta a novos formatos de negócios, com metodologias mais eficientes e mensuráveis.E com o advento das mídias sociais,o JORNAL DA REGIÃO ganhou mais espaço, porque as pessoas enxergam confiança em cada linha escrita.

A marca é código genético de uma empresa.Tem características próprias e capacidade de conectar leitores e anunciantes.Quando bem cuidada,pode gerar lucros diretos e indiretos.”A nossa marca se tornou uma referência de qualidade”, cita de forma orgulhosa o editor Célio Figueiredo.

Há 31, o JORNAL DA REGIÃO é leitura indispensável para quem quer saber tudo sobre os municípios de Bom Jardim, Cordeiro, Cantagalo, Macuco, Trajano de Moraes, Macuco, São Sebastião do Alto, Duas Barras, Nova Friburgo e Carmo.E o crescimento fez com que a empresa evoluísse junto. Foram várias notícias e momentos históricos, com uma produção de conteúdo que ajudou pessoas a conhecerem melhor as suas cidades. “Após três décadas, fica mais clara a nossa relação com nossos leitores e anunciantes.Continuar sendo uma fonte confiável de notícias, um parceiro de valor  com nossos clientes e mostrar que a marca é perene”, finaliza Figueiredo.



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