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Escola de Trajano realiza ‘Bate-papo com o Autor’

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Visando aproximar alunos e escritores, a Escola Municipalizada Maria Mendonça, no quarto distrito de Trajano de Moraes, iniciou o seu projeto ‘Bate-papo com o Autor’ de 2017, levando para a escola os escritores que se destacam por seus trabalhos na região.

No dia 24 de março (sexta-feira), o professor Nilton Riguetti, diretor da escola, e seus alunos receberam o poeta Carlos Henrique Muniz de Castro, vencedor de vários prêmios em concursos de poesias e de trovas em várias partes do estado do Rio de Janeiro, assim como fora do estado. Carlos Henrique falou de suas obras, leu poemas, interagiu com os alunos e ainda apresentou mais uma de suas artes: a pintura em tela.

Os quadros do poeta são obras de qualidade e revelam a capacidade do autor. Os estudantes tiveram a oportunidade de perguntar sobre a vida e sobre a capacidade do autor em produzir textos premiados.

Para o professor Riguetti, esse momento, existente há anos na escola, é importante “para que os alunos tenham a oportunidade de conhecer os escritores e visualizar a possibilidade de seguirem esse caminho, sobretudo aqueles que tenham essa habilidade de escrever”.

Já no dia 31 de março, também uma sexta-feira, foi a vez do escritor e historiador Marcelo Abreu Gomes visitar a escola.

O professor falou sobre suas obras, demonstrou, através de fotos, uma parte do seu grande trabalho de pesquisa e apresentou aos alunos seu conhecimento sobre a questão escravocrata em toda a região, sobretudo nas cidades de Conceição de Macabu, Macaé, Campos dos Goytacazes e Trajano de Moraes.

A população também teve a oportunidade de assistir a apresentação e saiu satisfeita com o que viu e ouviu.

– Esse momento precisa ser repetido em nossa escola para que mais pessoas tenham a oportunidade de conhecer um pouco mais da história da região – afirmou o professor Nilton Riguetti, que pretende levar o escritor mais vezes à escola, assim como implantar outros projetos na unidade de ensino local.




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Morador de Boa Sorte garante cura de doenças com raízes de ervas

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Cyrineo Matias Rodrigues nasceu no dia 6 de janeiro de 1940, na Fazenda de Jacutinga, em  Boa Sorte, quinto distrito de Cantagalo, e, com seus 10 anos, foi morar em Itaoca. Raizeiro da floresta são algumas das denominações dadas ao  raizeiro Cyrineo, como é  conhecido em Boa Sorte e região.

Aos 16 anos,  Cyrineo  já ia  no mato com sua avó apanhar as  raízes: cascas de árvores e ervas. Com o passar dos anos, sua avó, já com a idade avançada, mandava o seu neto Cyrineo apanhar as milagrosas ervas.

Cyrineo obedecendo sua avó,  pegava o  facão e o enxadão e já ia para o mato pegar o que ela havia pedido. Com isso, foi aprendendo com pessoas da época os nomes e para que servia cada uma das ervas, raízes e cascas de árvores para preparo de algumas “garrafadas”.

De acordo com  Cyrineo, sua avó  tratava os filhos, netos e amigos  com receitas naturais, herdadas de seus antecedentes. “Minha avó curava várias doenças comuns  com seus remédios.  Através dela, me interessei pelas plantas. A medicina dela funcionou, viveu até os 98 anos”, conta Cyrineo.

São mais de 200 tipos de ervas e raízes de árvores, indicados para quase todos os males. Entre os compostos mais receitados pelo raizeiro estão a garrafada para os homens mais velhos  (aquele para cobra sem veneno). “A partir daí, comecei  a receber encomendas dos amigo. Tenho muitos clientes fiéis há mais de 40 anos. Em minha casa, é um entra a sai constante, demonstrando a credibilidade,  mesmo com a desconfiança de alguns. Mas é possível encontrar testemunhas de curas pelas ervas que receito”, garantiu.

Cyrineo conta que tratou  muito de João Carlos Burguês de Abreu, quando ele era secretario da Agricultura, e de sua esposa, Dona Ivone. E até do então governador do estado.




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"Hoje, em Cordeiro, infelizmente, não temos regras inteligentes, atualizadas e específicas para esse controle organizado de crescimento urbano".

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O empresário Vinício Salles Monnerat, que é formado em arquitetura e urbanismo e é proprietário da Marvin Arquitetura e Engenharia, concedeu, com exclusividade, uma entrevista ao JORNAL DA REGIÃO analisando a situação do urbanismo na cidade de Cordeiro. Ele defende várias ações do Poder Público para estabelecer um novo plano diretor para o município. Vinício esteve recentemente um encontro com as autoridades municipais discutindo o assunto.

JORNAL DA REGIÃO (JR) – Um pequeno perfil seu: formação, idade, onde nasceu e estudou.
Vinício Monnerat (VM) – Me formei em arquitetura e urbanismo há 25 anos, tempo que coincide com a idade da Marvin Arquitetura e Engenharia. Atuamos na área de arquitetura residencial, comercial e industrial, planejamento de interiores, consultoria de negócios imobiliários, gerenciamento de obras e planejamentos urbanos.
 
JR – Quando surgiu a empresa Marvin e quais foram os primeiros trabalhos? Atualmente, a Marvin Arquitetura e Engenharia atua em outros municípios? Quais?
VM – Eu e meu então sócio, engenheiro Márcio Balbo Monnerat, iniciamos as atividades informalmente no segundo semestre do ano de 1992. No ano seguinte, formalizamos a empresa.  Atuávamos de forma restrita com elaboração de projetos para obras de pequenos portes, planejamento de interiores e acompanhamento de obras apenas nas cidades de Cordeiro e vizinhas mais próximas. Hoje, além de expandir nossas atividades, atuamos também em várias cidades, inclusive de outros estados.
 
JR – A crise que vem passando o país não tem prejudicado o setor habitacional?
VM – De uma maneira geral, a grande maioria dos setores de produção de bens e serviços está sendo abalada neste momento econômico que o país vive,  e não está sendo diferente na construção civil. Mas é uma ocasião em que os profissionais do setor devem se adaptar à nova realidade, atuando ainda com mais dedicação e criatividade. No caso da construção civil, muitas coisas estão sendo reavaliadas. Os projetos deverão acompanhar as novidades e tendências que não são exclusivamente ditadas pela crise econômica, mas, também, pela harmonização com o meio ambiente e as profissionalizações setoriais. Acredito que sairemos dessa “tempestade” fortalecidos, o que vai favorecer diretamente os clientes, empreendedores e os trabalhadores da construção civil.   
 
JR – Nos últimos anos, temos percebido a construção de muitos prédios nas cidades do interior, principalmente em Cordeiro. Qual sua avaliação sobre isso? 
VM – A preferência por morar em condomínios acontece por motivos de segurança, conforto, praticidade e baixo custo de manutenção em relação a se morar em casa. E, além disso, o fato de estar localizado no Centro “perto de tudo”, perto das lojas, mercados, bancos e padarias. Não precisar de carro, pois as vagas são cada vez mais disputadas, gera uma preferência do morador, tanto da pequena, média como da terceira idade. Acho, contudo, que o empreendedor deve investir em qualidade de vida para o consumidor direto dessas unidades, como também no bem público que vai ser condicionado à população. O planejamento de automatização reflete em baixo custo das taxas de condomínio, segurança e praticidade aos condôminos. E, por fim, alguns critérios como a harmonização com o entorno, acessibilidade e sustentabilidade devem ser considerados na elaboração do projeto com prioridades.

JR – O mercado não ficará saturado, já que a população não tem aumentado muito nos últimos 20 anos? Os futuros proprietários não correm o risco de ficar com imóveis fechados?
VM – A demanda está sendo saturada provisoriamente com as unidades que estão entrando no mercado, mas a opção de pessoas de outras cidades a vir morar e/ou construir empresas em Cordeiro tem sido crescente e, assim, a procura por residências e pontos comerciais tenderá a alimentar a cadeia local da construção civil. E, hoje, em Cordeiro, temos ofertas de unidades residenciais que vem atendendo a população nos diferentes níveis socioeconômicos.
 
JR – De acordo com essa preferência da população, citada acima, por unidades no Centro da cidade, o controle de gabarito e ocupação de terreno estaria de acordo e seria o ideal para o crescimento organizado do município?
VM – Essa é uma questão importantíssima. Hoje, em Cordeiro, infelizmente, não temos regras inteligentes, atualizadas e específicas para esse controle organizado de crescimento urbano. O plano diretor existente não foi elaborado democraticamente e conforme deveria ser, contando com as participações dos três poderes municipais, instituições, entidades organizadas da sociedade e membros das associações de moradores, então não contribui como parâmetro para organizar o crescimento urbano. 
Precisamos de uma revisão na lei de uso e ocupação do solo com urgência, pois o que acontece na nossa cidade é que muitas obras estão sendo construídas de forma clandestina por falta de fiscalização ao projeto aprovado e muitas até mesmo sem o projeto aprovado. Além disso, o limite de gabarito deve ser diminuído e especificado por setor. O mais racional seria a criação de zoneamentos na malha urbana do município e tratar cada setor desses com particularidade, levando em considerações condições geográficas, larguras de vias, tendências de uso (comerciais, residenciais, mistas, industriais corporativas), por exemplo. Assim seria possível planejar o desenvolvimento socioeconômicos da cidade, distinguindo cada região e considerando os gabaritos, taxas de ocupação, separadamente.
 
JR – Percebemos muitas obras de reparos das redes de águas pluviais e esgotos com certa frequência em Cordeiro. A estrutura existente de saneamento na cidade comporta essas novas construções?
VM – Essas obras de reparos pontuais sinalizam um problema grave na redes subterrâneas de águas pluviais e esgoto.
A partir do momento em que a Prefeitura aprova o projeto de uma edificação, ela dá autorização para a construção e lançamento de esgotos sanitários e águas pluviais na sua rede, desta forma se comprometendo com os cuidados desses resíduos a partir do recebimento nessas tubulações. Contudo, essas tubulações não estão mais suportando a demanda e, assim, devemos temer que a cidade entre num colapso num curto espaço de tempo se as redes de águas pluviais e esgoto sanitário não forem reformadas e redimensionadas. Estamos de frente com um risco iminente de saturação dessas instalações atuais, que já apresentam problemas pontuais e ficarão obsoletas se e o ritmo das construções na área concentrada no bairro do Centro da cidade, como é a tendência, continuar.
 
JR – Recentemente, você participou de uma reunião na Prefeitura, com o prefeito Luciano Batatinha e a vice-prefeita Maria Helena, para discutir a questão do desenvolvimento da cidade. Qual sua avaliação sobre o encontro, e o que ficou definido?
VM – Nós, como cidadãos, conhecedores do município, atuantes na economia como geradores de empregos e, principalmente, profissionais especialistas, deveríamos ter a oportunidade de contribuir com ideias para as prefeituras de nossas cidades. Seria uma forma de promover grandes valores para o município. Defendo que essa participação deva existir de forma multidisciplinar e apartidária. No caso de Cordeiro, temos muitos profissionais capacitados que poderiam contribuir em suas áreas de expertises.
 Então, aproveitando esse convite, fui conversar com o prefeito e a vice-prefeita sobre planejamento urbano. Sugeri que na sua gestão ele dê atenção ao combate às ocupações irregulares, coíba as obras irregulares, intensifique as fiscalizações neste sentido, além de priorizar o planejamento, pois o nosso município carece de uma administração que priorize obras a partir de um planejamento. 
O que temos presenciado nas últimas gestões são as ações acontecendo sem amadurecimento. É como se construir uma casa, o ideal é estudar o terreno, os anseios da família, fazer um estudo planejado do projeto através de desenhos e, depois disso, é que se iniciam as obras. Mas muitas pessoas constroem sem planejamento, sem projeto e o que acontece, na maioria das vezes, é que a obra fica mais cara, acontecem demolições que geram desperdícios, adaptações improvisadas na implantação ao terreno, equívocos estéticos.
Enfim, se houvesse um planejamento dentro das normas, a obra ficaria mais barata, mais bonita, mais segura e, assim, atenderia às necessidades pretendidas. Na administração pública municipal, é assim também, porém em maior grandeza. Então, chamei a atenção de Luciano e de Maria Helena para terem esse cuidado de modo que não errem como os seus antecessores nesse sentido e proporcionem um verdadeiro progresso com qualidade.

JR – Você poderia explicar o que são ocupações irregulares e como poderiam ser combatidas?
VM – Em Cordeiro, como outros municípios do interior, acontecem casos graves de ocupação indevida da área pública para o bem privado, como a apropriação das calçadas e até mesmo ruas, impedindo o livre acesso de pedestres normais ou deficientes físicos através de colocação de mesas, cadeiras, expositores, placas de propaganda, toldos com altura mínima superior a dois metros (que é considerada uma invasão do espaço público aéreo). 
Muito curioso o caso de alguns estabelecimentos comerciais construídos e/ou instalados em áreas públicas. Caso explícito de omissão do órgão público competente. É evidente a falta de respeito com a acessibilidade, mesmo no Centro da cidade, que impede o trânsito seguro para os deficientes físicos. Essas infrações devem ser combatidas com obras de adaptação dentro das normas da construção civil e uma fiscalização rigorosa e até mesmo punitiva.
 
JR – Poderia citar uma questão que deveria ter grande relevância nas revisões dos planos diretores e leis de uso e ocupação do solo?
VM – Revitalização urbana. O problema de Cordeiro começa pelo Centro da cidade, que está ficando saturado por instalações obsoletas de esgotamento sanitário e pluviais, pelas ofertas de vagas de automóveis desproporcionais em relação às edificações residenciais e comerciais. Desta forma, alguns prédios públicos deveriam ser remanejados para outros bairros, menos populosos, afim de arejar essa área.  
Nesses espaços, deveriam ser estimuladas as ocupações por edificações com funções atraentes culturalmente (por exemplo) trazendo novidades e adaptando-se a legislação nacional de acessibilidade, gerando vagas de carros comuns e especiais e áreas verdes com propriedades de promover o convívio entre as pessoas de forma harmônica, confortável e sustentável.
Em bairros que possuem certa baixa estima, falta de identidade e muitas vezes são preteridos ou também em regiões com baixa densidade demográfica e potencial geográfico favorável ao crescimento da malha urbana, poderiam receber esses prédios que funcionariam como equipamento urbano, instrumentos de valorização do entorno e criador de uma identidade para o bairro, que, certamente, reagiria de forma positiva socioeconomicamente. Porém, deve haver um planejamento criterioso antes dessas intervenções, obedecendo a uma legislação urbana municipal a ser criada.

JR – Como seria, de fato, a contribuição da Prefeitura nessas ‘reformas urbanas’?
VM – Primeiramente, o crédito deve partir do prefeito em acreditar num investimento desse porte, sem precedentes do nosso município, em política urbana.  E o desenvolvimento socioeconômico com sucesso será obtido com a participação inclusive das secretarias de Educação, Cultura, Esportes, Turismo, Planejamento, Meio Ambiente, Agricultura e Obras. Elas devem estar envolvidas na criação da legislação municipal, juntamente com membros da sociedade organizada, objetivando captar e atender os anseios da comunidade. Somente após esse plano concluído seriam executadas as ações de intervenções urbanas.





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Ducorpo realiza Circuitão especial para as mulheres

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Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em março, a Ducorpo mais uma vez se destacou com seu tradicional e famoso Circuitão. Em parceria com a Medicatta, que expôs seus produtos na academia, além de distribuir brindes para todos participantes, a Ducorpo mostrou porque há algum tempo se destaca na cidade. 

Com aulas muito animadas, o evento contou com a participação de alunos e não alunos e chamou muita atenção a animação dos participantes.

A sócia-proprietária Edilea Castro destacou o trabalho que vem sendo realizado na Ducorpo no ano e valorizou muito a equipe. “Nossa combinação direção, equipe e clientes sempre foi nosso diferencial. A gente trabalha muito e leva muito a sério tudo o que vamos fazer.

A missão da empresa é fazer da academia uma segunda casa para as pessoas e um lugar em que elas possam buscar saúde, beleza e bem-estar”, disse.

Outro sócio da empresa, Eduardo Guimarães, que é um dos coordenadores de musculação da academia, enfatizou a equipe. “Quem quer trabalhar com a gente sabe que a cobrança é lá em cima. Temos uma equipe de nível muito alto, temos todo um foco no atendimento. Se você busca um lugar para se sentir confortável e bem tratado, com certeza a Ducorpo é o seu lugar”, destacou.

A Academia Ducorpo funciona de segunda a sexta-feira, das 6h às 21h30min., e aos sábados das 8h30min. às 12h, na Avenida Presidente Vargas, 498, bairro Santo Antônio (Arraial do Sapo), em Cordeiro, oferecendo musculação, powerfit, treinamento funcional, GAP, spinning, jiu-jitsu, muay thai, lambaeróbica, power jump e cross training.



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Empresária cordeirense faz palestra para artesãos

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Apesar do sucesso, a personificação da simplicidade. Embora tenha uma vida de trabalho intensa e agitada, faz da atenção seu veículo de comunicação com os semelhantes, especialmente os mais humildes. Mesmo que seja alvo de noticiários de revistas, jornais e televisões em todo o país, vive como um ser humano comum e sensível, confirmando suas origens, principalmente ao falar de Cordeiro, expressando amor, carinho e agradecimento à cidade onde nasceu e reside até hoje.

Essas são características de Louzier Lessa, reconhecida como uma das principais empresárias do ramo de festas no Brasil, depois de se especializar na criação e distribuição de doces finos para eventos sociais em todo o país e até no exterior, idealizando verdadeiras obras de arte, que, literalmente, caíram no gosto de muita gente famosa, mas que continua fiel às suas raízes. 

Isso ficou evidente na Semana do Artesão, quando a Secretaria de Cultura de Cordeiro, como parte integrante das comemorações, convidou Louzier para ministrar uma palestra às artesãs, ou, como ela destacou,  “apenas um bate-papo informal e descontraído com amigas de minha terra”.

– Gente, viver é um presente de Deus. Devemos valorizar isso a cada dia que o sol nasce. É preciso acreditar em nossas forças, em nosso talento e fazer acontecer. Nada cai do céu, nada vem ao seu encontro senão pela força do trabalho. E tudo isso precisa ser feito com sacrifício, amor e muita dedicação, pois é isso que faz valer à pena e nos dá mais prazer quando conquistamos algo – disse, sob os olhares curiosos das convidadas.

Artistas de todos os segmentos artesanais compartilharam situações e se divertiram com Louzier, convidada pelo diretor de Cultura local, o ator Cássio Campos, que também se disse fã da empresária cordeirense. “Nós é que estamos recebendo um presente ao tê-la conosco, para nos repassar um pouco de sua experiência de vida e do seu otimismo quanto às coisas da vida”, disse Campos, que agradeceu a presença de todos, em especial das integrantes do Núcleo de Artesanato Mãos que Criam.

A vice-prefeita Maria Helena reconheceu a importância de Louzier para quem inicia a trajetória profissional e disse que Cordeiro sente orgulho ao vê-la disseminando e dignificando seu nome onde quer que vá.

– Você é exemplo de garra, determinação e talento, que alcançou a vitória pelos próprios méritos. Dedico a você o nosso carinho como forma de agradecimento por tudo o que representa para essa terra – disse Maria Helena ao participar da entrega de algumas lembranças, deixando Louzier visivelmente emocionada. “São coisas assim que contam. Esse carinho não tem preço”, disse Louzier Lessa com um misto de sorrisos e lágrimas de emoção.


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Alunos visitam fábrica de cimento LafargeHolcim

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Os alunos do Colégio Estadual João de Abreu Júnior, localizado em Boa Sorte, quinto distrito do município de Cantagalo, fizeram uma visita à fábrica de cimento LafargeHolcim.

– Trabalho com geografia no ensino médio, no Colégio Estadual João de Abreu Júnior, na Turma 3001 (3° ano do ensino médio). Estamos estudando a industrialização mundial e brasileira. Para dinamizar o tema e aproximar teoria e prática, propus à turma uma visita a uma indústria da região – informou o professor Douglas Souza.

Segundo o professor, a primeira indústria que acolheu a ideia foi a indústria cimenteira LafargeHolcim.

Os objetivos da aula de campo na LafargeHolcim foram conhecer o funcionamento da indústria cimenteira, discutir questões ambientais e climáticas, entender o processo de extrativismo mineral por meio da extração de calcário, discutir os perfis profissionais buscados pelas indústrias na atualidade e compreender a importância da LafargeHolcim para a economia do município de Cantagalo.

Segundo Douglas Souza, embora seja um colégio estadual, a Secretaria Municipal de Educação de Cantagalo forneceu o transporte coletivo para a realização da aula de campo. “Nossa diretora, Nilda Dalbônio, nos incentivou e apoiou a iniciativa”, informou o professor.

Na fábrica, os estudantes foram recepcionados pelo responsável pela área de Recursos Humanos (RH) da empresa, Edmilson Guimarães. Este tipo de atividade escolar deveria ser mais incentivado nas escolas, principalmente na região, para que os alunos vejam de perto como funciona uma indústria de cimento e, quem sabe, no futuro, ali poderá estar sua profissão. As indústrias de cimento da região também deveriam criar uma programação mensal para receber estes alunos em suas instalações.







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Programa "Minha Casa, Minha Vida' pode beneficiar município abaixo de 50 mil habitantes

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O ministro das Cidades, Bruno Araújo, ao apresentar, as novas regras do Minha Casa, Minha Vida, definiu o programa como um “novo Minha Casa Minha Vida”.


“O Diário Oficial da União (DOU) traz a expressão e a ordem do presidente da República, determinando que o programa agora pode chegar a qualquer município brasileiro, inclusive os abaixo de 50 mil habitantes, que não eram atendidos por essa modalidade. Além de entregar obras de qualidade, vamos cuidar da parte urbanística do programa, cuidar da qualidade do paisagismo”, assegurou o ministro. 

 

As novas regras estão regulamentadas pela Instrução Normativa Nº 14, de 22 de março de 2017, publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU). Com as medidas as seleções para beneficiários do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) passam a ser mensais e os empreendimentos possuem limite máximo de unidades habitacionais a serem construídas.

 

“Vamos cuidar da qualidade urbanística e paisagística dos empreendimentos do Brasil que é fundamental para dar qualidade de vida e humanismo a todos que participam e recebem esse sonho”, acrescentou Bruno Araújo.

 

O anúncio foi feito durante a entrega de 1.300 moradias em São José do Rio Preto (SP) e marcou o início das contratações este ano.

 

“Nós vamos nos preparar para seguir num longo caminho e nos desafios que temos à frente”, finalizou. 

 

A norma traça limites máximos de unidades habitacionais por empreendimento, de acordo com o porte populacional. Serão 500 unidades por conjunto habitacional - admitindo-se agrupamento de até 2.000. Antes, a quantidade de unidades por empreendimento era flexível e os conjuntos chegavam a ter mais cinco mil unidades.

 

É possível haver agrupamento de até quatro empreendimentos, mas será necessário ter via pública em toda extensão e entre os conjuntos. Todas as vias deverão ter árvores e os projetos precisam atender aos critérios de conectividade, mobilidade (calçadas livres de obstáculos de 1,50 metros), diversidade, infraestrutura e sustentabilidade e sistemas de espaços livres.

 

A prioridade de atendimento para todas as modalidades será para famílias residentes em áreas de risco ou insalubres que tenham sido desabrigadas, a partir de documento público que comprove, além de mulheres responsáveis pela unidade familiar e pessoas com deficiência.

 

No FAR, a frequência de seleções passa a ser mensal. Na modalidade Entidades Urbanas, será permitido que as instituições atualizem as propostas junto à Caixa Econômica Federal (CEF) em um prazo de 30 dias, após a publicação da portaria para enquadramento nas novas regras.

 

No Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), as entidades já realizaram cadastro no MCidades – o que antes não acontecia, para garantir mais celeridade ao processo e facilitar a comunicação. Elas deverão fazer o cadastramento das propostas junto aos agentes financeiros até o dia 30 de abril.

 

Os empreendimentos deverão apresentar infraestrutura urbana básica, inseridos em áreas urbanas ou em zonas de expansão criadas há menos de dois anos. A zona de expansão urbana deverá dispor, em seu entorno, de áreas para atividades comerciais.

Os novos projetos deverão respeitar os critérios de regionalização a partir da verificação da quantidade de unidades habitacionais já contratadas no munícipio em relação ao déficit habitacional. Será observada também a distância de equipamentos educacionais, agencias bancárias, correios e ponto de ônibus. Quem estiver mais próximo melhor avaliação terá.

 

Entidades Urbanas – valem as mesmas regras aplicadas para a modalidade Empresas. As propostas deverão conter quantidades de unidades habitacionais já contratadas no município em relação ao déficit habitacional, distância do empreendimento de escolas, porte do empreendimento em relação ao porte populacional do município, gestão urbana e infraestrutura básica e estágio de elaboração do projeto, após apresentado ao agente financeiro.

 

Entidades Rurais – a seleção final das propostas observará o déficit habitacional municipal rural, total de contratações no município no âmbito PNHR, condições de vulnerabilidade das famílias beneficiárias em conformidade com as suas características socioeconômicas, recorte territorial definido pelo Programa Territórios da Cidadania e características de projeto relacionadas ao desenvolvimento rural sustentável.

 

Serão contemplados grupos com renda familiar anual bruta de até R$ 17 mil (Grupo 1); com renda superior a R$ 17 mil e inferior ou igual a R$ 33 mil (Grupo 2) e superior a R$ 33 mil e inferior ou igual a R$ 78 mil (Grupo 3).

 


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Morte de macaco em São Sebastião do Alto com febre amarela

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A Secretaria de Saúde de São Sebastião do Alto recebeu a visita de uma equipe da Fundação Oswaldo Cruz e da secretaria de Estado de Saúde para uma reunião, com a secretária Claudiane Pietrani e sua equipe com objetivo de monitorar, controlar e orientar as autoridades e população sobre a febre amarela.


A secretária Claudiane informou os visitantes que 80% da população entre 9 meses a 59 anos já está vacinada contra a febre amarela, que os acima dos 60 anos estão sendo orientados procurarem seus médicos para uma orientação melhor e autorização da imunização.


Dois macacos achados recentemente em São Manoel, foram detectados com vírus da febre amarela e que os outros macacos nas proximidades do campo de futebol no centro da cidade de São Sebastião do Alto foram encaminhados para a cidade do Rio de Janeiro para análises e pesquisas da causa das mortes.

       

Representando a Fiocruz do Rio de Janeiro, Waldenir Vargas explicou que estavam no município para capturar alguns mosquitos que são os vetores causadores da doença, também iriam monitorar as localidades onde macacos morreram e também deixariam orientações para as autoridades passarem para os moradores. ”Estamos hoje em São Sebastião do Alto, devido dois primatas (macacos) estarem mortos por causa do vírus da febre amarela e assim, vamos capturar mosquitos e marcar os locais das mortes”, explicou o técnico.


Participaram também da reunião, a coordenadora de Imunização, Fernanda Almeida; de vigilância, Úrsula Gomes, que acompanharam a equipe nas visitas onde aconteceram mortes dos macacos em São Sebastião do Alto.

       

Os dois últimos macacos encontrados mortos em São Sebastião do Alto, foram na área urbana. A suspeita das mortes também é de febre amarela, mas ainda não foram confirmadas.

   

Outros dois primatas já haviam sido encontrados mortos na localidade de São Manoel, a dois quilômetros do centro de São Sebastião do Alto. No sábado (25) o terceiro foi recolhido na mesma localidade. No domingo, dia 26, um filhote de macaco também foi encontrado morto no campo de futebol, já na área urbana.

   

 Exames constataram a presença do vírus da febre amarela nos dois primeiros macacos encontrados em São Manoel, na zona rural. Os outros dois que foram encontrados mortos posteriormente foram recolhidos pela equipe da Vigilância Ambiental. Os animais foram enviados para o Instituto Jorge Vaistman, no Rio de Janeiro. O laudo deve ser divulgado nos próximos dias.

   

Apesar dos dois casos confirmados de febre amarela em macacos e dos outros dois casos suspeitos, não há, até o momento, casos suspeitos de febre amarela em humanos no município. Os macacos são as primeiras vítimas da febre amarela, que tem ocorrido de forma silvestre no Estado do Rio de Janeiro.




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