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Votorantim Cimentos inicia programa de educação em Cantagalo

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A Votorantim Cimentos promoveu encontros entre os dias 16 e 19 de maio com a Secretaria de Educação, técnicos e gestores da rede municipal de ensino de Cantagalo como parte do primeiro ciclo do programa Parceria Votorantim pela Educação (PVE), que visa desenvolver e fortalecer as competências dos gestores educacionais e escolares ao longo do ano e mobilizar à comunidade pela educação.

Durante os quatro dias, a Comunidade Educativa Cedac, parceira do projeto, abordou o tema “Gestão Pedagógica Inclusiva”. Também foram levantadas informações em conjunto com a Secretaria de Educação e gestores para elaborar um plano de ação para melhoria da gestão. O PVE contemplou ainda ações de mobilização socioeducativas com as comunidades onde as escolas estão inseridas.

O programa, realizado com apoio do Instituto Votorantim, tem o objetivo de contribuir para a melhoria da educação pública, por meio de estratégias e ações de sensibilização e mobilização social, além do apoio à gestão pública.

“Podemos trazer essa experiência para toda comunidade e não somente para a escola. Somos uma Cidade de pequeno porte e temos a possibilidade de expandir as ações que forem traçadas aqui para toda sociedade”, declarou o secretário interino de Assistência Social,  Jorge Braz.

Já a professora Carla Guimarães está entusiasmada. “Esse projeto será de grande valia para o nosso município, porque ele perpassa os muros da escola. Ele tem uma função também de chamar a sociedade a ver com outros olhos a questão da inclusão social”, afirmou a secretária de Educação, Carla Guimarães.



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Equitação Terapêutica já atendeu dezenas de crianças no Carmo

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O vereador Romerito José Wermelinger Ribeiro, vem promovendo um belo projeto para crianças com necessidades especiais no Carmo. Formado em fisioterapia, o presidente da Câmara tem olhar atento para aqueles que precisam de um tratamento especializado para auxiliar em suas capacidades motoras.

A ideia de promover a equitação terapêutica começou com o trabalho de Equoterapia realizado na Apae de Além Paraíba. “Lá eu conheci grandes pessoas. Tenho que agradecer muito aos diretores e fisioterapeutas do projeto por tudo que fizeram por mim e parabenizá-los pelo incrível serviço que prestam. Essas pessoas me ajudaram muito”, comentou Romerito.

No trabalho terapêutico com o cavalo, o animal interage completamente com a criança, simulando o andar e auxiliando no controle motor do tronco e dos membros superiores e inferiores. “Meu interesse por isto surgiu quando a Equoterapia chegou à nossa região. Eu estudava em Além Paraíba e tenho experiência na minha própria casa, já que minha irmã também é deficiente. Então sei muito bem a necessidade de um trabalho como este”, lembrou o presidente da Câmara de Vereadores do Carmo.


Neste ano, uma parceria com a vereadora Cláudia Ribeiro possibilitou que o projeto fosse levado para outro local. Atualmente, a Equitação Terapêutica acontece no sítio do Sr. Jair Corujão, pai da parlamentar, onde há bastante espaço com sombra para a realização da iniciativa. Além disso, os cavalos são mantidos no local e, tanto o fisioterapeuta quanto o equitador, podem desenvolver com tranquilidade este trabalho para as crianças do município.

“Eu acredito que este é um trabalho muito importante porque é um tratamento caro, que muitas crianças de nosso município não teriam condições de pagar. Nós estamos conseguindo disponibilizar gratuitamente este serviço para àqueles que precisam, com o maior prazer do mundo”, explicou Romerito.

Dezenas de crianças já foram atendidas por esta iniciativa do vereador Romerito. Atualmente, oito jovens participam da Equitação Terapêutica, realizada todas as quintas-feiras à partir do meio dia. Quem tiver um filho com necessidades especiais e quiser participar do projeto, basta ir até o local para receber as orientações necessárias para o agendamento de um horário.


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Especialista analisa a questão ambiental na região

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Entrevistado: Fabricio Gaspar, advogado e autor de livros sobre o meio ambiente

O advogado Fabricio Gaspar é especialista em direito ambiental, autor de dois livros sobre o tema. Já foi secretário Municipal de Meio Ambiente de Magé, é professor e faz palestras em várias cidades do estado. Nesta entrevista, exclusiva ao Jornal da Região, analisa a questão ambiental nas cidades do interior.

Jornal da Região (JR) - No próximo dia 05 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente. Qual sua avaliação da questão ambiental no Estado do Rio?
Fabricio Gaspar (FG) - Em primeiro lugar, agradeço sinceramente ao Jornal de Região pelo convite para esse bate papo acerca de um tema que me é afeto há muitos anos - a questão ambiental, escolhendo-me dentre tantas autoridades nessa seara que nossa região possui. No que concerne à questão ambiental no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, percebo que existem várias frentes que devem ser observadas. Um ponto muito positivo a meu sentir é o fato de que, uma grande e considerável parte do território estadual é abrangido por uma valorosa quantidade de Unidades de Conservação Federais, Estaduais e Municipais (435 unidades ao todo, número referente ao ano de 2014). Unidades de Conservação são importantes instrumentos criados pela legislação brasileira para fins de proteção, que na prática são espaços territoriais onde se concentram importantes recursos ambientais, e em virtude dessa riqueza natural recebem políticas específicas voltadas para a conservação e a melhoria da qualidade ambiental. Outro ponto positivo a nível da administração ambiental estadual foram os avanços no âmbito do licenciamento ambiental de atividades potencialmente poluidores, um importante instrumento de fomento econômico sustentável. Apesar da crise financeira e politica que o Estado do RJ enfrenta, o Instituto Estadual do Ambiente - INEA - mantém um razoável índice de concessão de licenças ambientais, assim como foram celebrados nos últimos anos diversos convênios delegando competência licenciatória a vários municípios, o que facilita ainda mais o empreendedorismo local e regional. Mas nem tudo são flores, reconheço. Penso que os aparatos públicos voltados para a fiscalização das atividades poluidoras e para a repressão aos crimes ambientais estão extremamente sucateados, o que impede a efetiva e rápida repressão a ações contrárias ao equilíbrio ambiental.

JR - Por ser um especialista no direito ambiental, na sua opinião, o país tem leis boas para defender o meio ambiente?
FG - Sem sombra de dúvidas. A legislação ambiental brasileira é extremamente avançada. Como na resposta anterior citei, temos uma avançada Lei Federal instituindo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei n.º 9.985/2000). Nossas Leis de Recursos Hídricos (Lei .º 9.433/97) e de Crimes Ambientais (Lei n.º 9.605/98/) possuem avanços não previstos em nenhum outro país do mundo, como o reconhecimento da água como um “bem de uso comum do povo, dotado de valor econômico” (gerando a regulação e a obrigatória concessão do uso dos recursos hídricos), e a responsabilização criminal das pessoas jurídicas poluidoras. Mais que tudo isso: A nossa Constituição Federal, a mais alta carta normativa deste país prevê, em capítulo próprio, a proteção do Meio Ambiente, alçando esse direito (Direito ao Meio Ambiente ecologicamente equilibrado) ao status de Direito Humano Fundamental, inclusive impondo as devidas responsabilidades ao Poder Público e a toda a coletividade. Entretanto, é forçoso reconhecer que muitas vezes vemos as autoridades omitirem-se na aplicação efetiva das leis vigentes, o que gera sensação de impunidade. Ou seja, as leis existem e são dotadas de bons instrumentos protetores do meio ambiente, mas esbarram na burocracia estatal e até mesmo na omissão criminosa do Poder Público. 

JR -  Na região se fala muito da questão da queima de resíduos das fábricas de cimento. Você como especialista na área, como avalia este trabalho feito nas indústrias de cimento?
FG - Trata-se de tema extremamente espinhoso, e que deve ser enfrentado de forma racional e técnica. Nenhuma das fábricas de cimento do nosso estado funciona sem que antes tenha recebido do órgão estadual competente (INEA/RJ) a sua devida Licença Ambiental. E as licenças ambientais, por sua natureza jurídica, são muito mais que meros atos autorizadores de determinadas atividades, na verdade, elas permitem o funcionamento das atividades vinculadas à manufatura e fabricação de cimento mediante o cumprimento de condições específicas de validade, ou seja as licenças ambientais estabelecem reiteradas obrigações de natureza ambiental que devem ser estritamente cumpridas pelas fábricas de cimento, sob pena de revogação da licença, interdição da atividade, crime ambiental e até mesmo de outras formas de punição, como responsabilidade por dano moral coletivo. Portanto, partindo da premissa que todas as fábricas de cimento de nossa região são devidamente licenciadas, a atividade de queima de resíduos por elas realizada foi tecnicamente avalizada pelo órgão ambiental estadual e deve seguir os parâmetros e condições por ele estabelecidas. Cabe, no entanto, ao Poder Público e à população local, através de seus representantes, monitorar o cumprimento de tais condições estabelecidas, e em caso de descumprimento ou de danos comprovados, solicitar ao INEA a atuação fiscalizatória necessária ou até mesmo a eventual revisão do rol de resíduos que podem ser incinerados ou o incremento das medidas de proteção cabíveis (como a implantação de filtros mais potentes ou redução da quantidade de resíduos incinerados). Mas, retomando o raciocínio com que iniciei essa resposta, o radicalismo ignorante e infundado de declarar-se absolutamente contra toda e qualquer atividade econômica mesmo que licenciada pelos órgãos competentes deve ser evitado.

JR - Durante um período, exerceu o cargo de Secretário de Meio Ambiente na Prefeitura de Magé. Como foi esta experiência para você?
FG - Foi uma das mais enriquecedoras experiências de minha vida profissional. Pude aplicar, no âmbito da gestão ambiental direta, todos os conhecimentos que ao longo de minha carreira como professor de direito ambiental, procurador municipal e advogado adquiri. Porque uma coisa é estudar e ensinar. Outra é estar na ponta de aplicação das normas ambientais e saber que pessoas dependem de sua decisão e de sua ação fiscalizadora e licenciatória, que devem ser dadas de forma mais equilibrada e justa possível. Um desafio que enfrentei e acredito ter deixado um razoável legado para a cidade de Magé. Infelizmente, por excesso de compromissos  no escritório e na fazenda, fui obrigado a pedir exoneração.

JR - Você é autor de dois livros, ligados às causas ambiental e agrária. Fale sobre este trabalho e por quê decidiu escrever sobre estes temas?
FG - Bem, durante muitos anos eu exerci o magistério do Direito Ambiental e do Direito Agrário, e com atuação bastante voltada para a preparação de candidatos às carreiras jurídicas públicas. E então eu percebi que, naquela época (2007/2008) não havia no mercado de concursos nenhum livro de direito ambiental que traduzisse de forma mais efetiva a legislação para os candidatos. Nessa mesma época eu já havia exercido o cargo de Diretor de Planejamento e Controle Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Duque de Caxias, e pude perceber que esse mesmo problema (ausência de um livro de direito ambiental mais direto e didático) atingia os técnicos então meus colegas. Então eu escrevi meu primeiro livro, “Direito Ambiental Positivo”, publicado pela editora Elsevier,  tendo como público alvo todos os estudantes e profissionais que desejam atuar na área ambiental, especialmente aos candidatos a concursos públicos em cujos programas esteja inserida a legislação ambiental brasileira. Com esse objetivo, foram as leis selecionadas à época para serem comentadas da forma mais atual e efetiva possível, para que todos àqueles que nunca manusearam tais diplomas legais possam compreendê-los. Já o segundo livro, “Direito Agrário”, publicado pela Editora JusPodivm, foi fruto de um convite feito pelo ilustre procurador e coordenador editorial Leonardo Garcia, com o intuito de ser a primeira obra na área do Direito Agrário voltada para concursos públicos. Ambas as obras esgotaram-se ao tempo de suas edições, o que me leva a crer que atingiram seu objetivo editorial. 
 
JR - A questão do recolhimento do lixo nas cidades tem tido um gasto elevado nas maiorias das Prefeituras da região, inclusive com denúncias de superfaturamento. A Prefeitura de Trajano de Moraes gastava até ano passado em torno de R$ 400 mil por mês para cuidar do lixo. E a Prefeitura de Cordeiro em torno deste valor. Como as Prefeituras poderiam reduzir estes gastos?
FG - Mais um tema extremamente espinhoso, mas que também deve ser enfrentado. Cada Município possui uma realidade local que aumenta ou diminui os custos de recolhimento e destinação dos resíduos sólidos (nome técnico do lixo). E para que eu pudesse apresentar uma opinião concreta acerca da economicidade de valores gastos pelos municípios, eu precisaria analisar os mapas de varrição e a frequência de recolhimento mecânico (carros de coleta) de cada cidade, assim como avaliar a destinação final do lixo, ou seja, para qual Centro de Tratamento de Resíduos está sendo destinado. Mas toda e qualquer suspeita fundada de superfaturamento deve ser encaminhado às autoridades fiscalizatórias competentes, como a respectiva Comissão Parlamentar de cada Câmara Municipal respectiva e também à Promotoria de Tutela Coletiva do Ministério Público Estadual.

JR - Na região, poucos municípios possui Usina de Reciclagem de Lixo. A Usina de Cantagalo é  visitada por autoridades de outros municípios para conhecer o funcionamento. Como outros municípios poderiam implantar uma usina de reciclagem, já que o lixo pode “virar dinheiro”?
FG - A resposta é muito simples: Com força de vontade e trabalho. Nesse ponto, Cantagalo serve de exemplo para outras cidades. E cidades que não possuem essas usinas muitas vezes podem receber subsídios oriundos de diversas fontes, como patrocínios internacionais e custeio oriundo da Câmara de Compensação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro, basta que apresentem projetos técnicos elaborados de forma correta e demonstrando viabilidade técnica, o que hoje é realidade em todos os municípios.

JR - A população não poderia participar mais ativamente na reciclagem do Lixo? Na sua opinião, não deveria existir mais incentivo para o povo se conscientizar do tema?
FG - Sem sombra de dúvida, especialmente nos bairros mais pobres e nas zonas rurais. Como você disse , lixo pode ser transformado em dinheiro sim, mas é necessário que a população seja conscientizada dessa possibilidade e devidamente instruída para tanto.Penso que projetos de educação ambiental, tais como oficinas de reciclagem, coleta seletiva e compostagem poderiam trazer muitos benefícios às comunidades, especialmente às mais carentes. 

JR - O ICMS-Verde; na sua opinião, é bem distribuído e aplicado nos municípios?
FG - No Rio de Janeiro, o ICMS Ecológico foi criado a partir da Lei Estadual n° 5.100 (04/10/2007) que acresce aos critérios estabelecidos para o repasse dos recursos aos municípios a conservação ambiental. O ICMS Ecológico irá considerar no seu cálculo as áreas pertencentes às unidades de conservação ambiental, de acordo com os padrões estabelecidos no Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Lei Federal 9.985/2000); a qualidade ambiental dos recursos hídricos, além de outros referentes ao saneamento básico; como a gestão dos resíduos sólidos urbanos (Coleta Seletiva, Coleta de óleo vegetal), coleta e tratamento de efluentes e a formação de um sistema municipal de meio ambiente. Para beneficiar-se dos recursos, cada município deverá organizar seu próprio Sistema Municipal do Meio Ambiente, composto no mínimo por um Conselho Municipal do Meio Ambiente, um Fundo Municipal do Meio Ambiente, um órgão administrativo executor da política ambiental municipal e da Guarda Municipal Ambiental. Portanto, penso que a distribuição é bem regulada, mas a aplicação desses recursos, infelizmente, ainda deixa a desejar em diversos municípios, que poderiam lançar mãos desses recursos para implantar políticas educacionais a nível ambiental e investir em mais unidades de conservação da natureza.



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Represa de Visconde de Imbé será reativada

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O assoreamento nos córregos e rios que cortam a cidade e os distritos em Trajano de Moraes, na Região Serrana, está com os dias contados. É que uma parceria da prefeitura com o Instituto Estadual do Ambiente – Inea, esta colocando em curso projetos para tentar recuperar uma ligação saudável entre as águas e os habitantes.

 Mas, para que esse sonho seja possível no município, o prefeito Rodrigo Viana saiu em busca de parcerias. E o que parecia perdido, ganha vida nova, e dentro de alguns meses poderá ser visto pela população. É que o Projeto Limpa Rio, do Governo do Estado, irá limpar o rio principal em Visconde e retirar o acúmulo de areia do fundo da represa no distrito de Visconde do Imbé, também chamada de represinha. As obras de dragagem dos rios em Trajano já estão sendo feita.

Essa ação foi viabilizada depois de um pedido especial feito pelo prefeito, durante a visita de Luiz Antonio Corrêa, – pai do deputado Estadual André Corrêa, além de engenheiros e técnicos do Instituto Estadual do Ambiente – Inea, na presença também do vereador Ralph Moreira. Na ocasião eles fiscalizaram e avaliaram os serviços já feitos em alguns rios do município e se comprometeram em estender a demanda da sede para Visconde.

 Os técnicos do Inea observaram durante a fiscalização, as condições do local. “A restauração da antiga represa é uma reivindicação de muitos moradores que, por falta de opção, buscam outros lugares como alternativas em dias quentes. Quero reativar a represinha de Visconde e deixar toda a extensão do rio limpa, desassoreado”, afirma Rodrigo.

 Ainda de acordo com o prefeito, a intervenção deverá beneficiar cerca de duas mil pessoas levando mais segurança para a população. “A represa é histórica para Visconde. Nela, várias gerações já se banharam e desfrutaram de momentos de lazer. Vamos reativá-la totalmente, para que possa voltar a ser um balneário, um local de lazer e até de pescaria para toda a população do distrito”, explica.

 No local esta previsto ainda a restauração das margens, possibilitando, assim, que novamente se forme o pequeno lago utilizado por banhistas há décadas passadas. O trabalho irá incluir o reparo do paredão e outros serviços essências. “Vamos ter que gramar a margem, plantar árvores para sombra, deixar o espaço com acesso livre e acessibilidade. Quero voltar a ver a represa como área de lazer”, destaca.
Outro fator positivo, e que chama atenção, é que o leito será totalmente recuperado, ou seja, limpo. “Para isso vou contar com também com o trabalho de minha equipe de governo.


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Reunião na Prata discute projetos culturais

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O novo secretário de Cultura do município de Carmo, Wesley Muniz, e membros do Conselho Municipal de Cultura, reuniram-se no dia 09 de maio com a Associação de Produtores Rurais de Córrego da Prata (APRUMCOP), com a direção da Escola Municipal Luíza de Araújo Brás, moradores e artesãos do segundo distrito, Córrego da Prata.

 De acordo com o Secretário Wesley Muniz este encontro teve como objetivo a valorização dos produtores rurais e artesãos do município e a organização do segundo encontro “Café, Cachaça e Viola”.



“A valorização da cultura e do turismo local traz benefícios a vários setores do município, cultural, social, econômico e torna-se primordial para que a comunidade perceba como agente contribuinte das transformações exigidas no decorrer da história, sem que seja necessário abrir mão de suas especificidades”, garante Muniz.


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Padre Fábio toma posse em Cantagalo

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No dia 07 de maio, a cidade de Cantagalo recebeu a visita do bispo Diocesano Dom Edney Gouvêa Mattoso, para dar posse ao novo pároco do Santuário do Santíssimo Sacramento de Cantagalo, o padre Fábio da Cunha Felipe. 

Nascido em Cachoeiras de Macacu, o padre Fabio Felipe, cresceu até os 12 anos em Cantagalo, sua 1ª Eucaristia foi realizada na Igreja do Santíssimo Sacramento, e agora retorna ao Santuário. O padre Fábio também assume como Vigário Episcopal do Vicariato Norte.
Convidado a realizar um discurso ao final da cerimônia de posse, o prefeito Guga de Paula, deixou os seus cumprimentos ao novo padre, parabenizando e desejando bom êxito ao longo do período em que estiver a frente do Santuário e deixou a disposição o auxilio do Poder Executivo para o que for necessário.

O padre Fábio da Cunha Felippe nasceu no dia 5 de junho de 1970, e filho de Ademir da Cunha Felippe e Vera Lúcia Felippe, ingressou no Seminário Nossa Senhora Rosa Mística em 1995. Recebeu a Ordenação Diaconal em Agosto de 2001, na Paróquia de Nossa Senhora das Graças, em Olaria - Nova Friburgo/RJ. Foi ordenado sacerdote em 5 de janeiro de 2002, no Colégio Nossa Senhora das Mercês, em Nova Friburgo, pelo então Bispo Diocesano, Dom Alano Maria Pena, OP.

Após sua Ordenação Sacerdotal, recebeu o encargo de Reitor do Seminário Diocesano Nossa Senhora Rosa Mística, exercendo esta função até dezembro de 2008. Foi responsável pela Pastoral Vocacional da Diocese de Nova Friburgo e do Regional Leste 1 da CNBB; diretor dos Diáconos Permanentes da Diocese; Capelão do Colégio Nossa Senhora das Dores e da Capela de Santo Antônio, no Suspiro; e, participante de diversos Conselhos Diocesanos. 

Foi nomeado Pároco de Nossa Senhora da Piedade, em Cordeiro, no início de 2009, tomando posse em 5 de janeiro do citado ano. Foi Vigário Episcopal Norte e Coordenador da Comissão Diocesana de Liturgia. Recebeu dos Municípios de Nova Friburgo e Cordeiro os títulos de cidadania, outorgados pelas Câmaras Municipais. Nomeado Pároco de Nossa Senhora das Graças, em Nova Friburgo, no dia 20 de dezembro de 2013, sendo empossado em 20 de janeiro de 2014.



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Indústrias de laticínios continuam com benefícios fiscais

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O Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF), instituído pela Lei 7.428/16, começou a valer em 26 de agosto de 2016, pelo prazo de dois anos, com o objetivo de promover o equilíbrio das finanças públicas do estado. O mecanismo obriga empresas contribuintes do ICMS, que tenham ou venham a receber isenção fiscal, a depositarem no fundo, mensalmente, o equivalente a 10% aplicados sobre a diferença entre o valor do imposto cheio (20%) e o benefício concedido (que varia de acordo com o setor). Por exemplo: bares e restaurantes pagam 4% de ICMS. Os 10% do FEEF do setor incidem sobre a diferença, de 16% (20 menos quatro). Ou seja: 1,6% somaram-se 4%, um aumento 40% em relação ao que pagavam antes da aprovação do FEEF.

Quando a lei que criou o FEEF foi aprovada, em agosto de 2016, alguns setores foram excluídos: micro e pequenas empresas; polo metal-mecânico de Nova Friburgo, indústrias têxtil e moveleira; fábricas de produtos da cesta básica e de material didático; padarias; atacadistas; microcervejarias. Também ficaram  fora as leis estaduais de incentivo à cultura e ao esporte. 

Consenso dos deputados em retirar os setores de laticínios, hortifrutigranjeiros e agricultura familiar. Também foi excluída a agroindústria artesanal (desde que gerem até 20 empregos e faturamento anual de até 110 mil UFIRs-RJ – aproximadamente 350 mil reais.“Taxar esse setor, que tem uma margem mínima, significa quebrar o interior, quebrar cooperativas de leite como a de Macuco, produzir ainda mais desempregos no estado que já é o campeão de desemprego no Brasil”, argumentou o deputado Wanderson Nogueira (PSOL), um dos autores da emenda que excluiu os lácteos do FEEF.Outros setores, embora sem consenso, foram excluídos após votação que rejeitaram as emendas destacadas: concessionárias de automóveis novos e usados, bares e restaurantes, empresas com faturamento até R$ 100 milhões, Micro empreendedor Individual (MEI) e fabricantes de papel toalha, papel higiênico, guardanapo, fralda e lenço umedecido. 

Os deputados também reconheceram que, além da crise, as regras do Fundo pode ter ajudado a fechar muitas concessionárias de carros no Rio, sobretudo nas cidades que fazem divisa com outros estados, já que ficou mais barato comprar carros em Minas ou São Paulo após a aprovação da FEEF (que aumentou o ICMS sobre carros de 1% para 2,9%).Caberá à secretaria estadual de Fazenda regulamentar o que vai fazer com quem já pagou, até a data da promulgação da exclusão. 

Muitas empresas nada pagaram porque a Fecomércio e a Firjan entraram na Justiça contra o FEEF e obtiveram liminares, que acabaram derrubadas este ano. De fevereiro para cá, o FEEF arrecadou R$ 83 milhões. Para se ter uma ideia, a folha do pagamento do Estado custa mensalmente, R$ 2,3 bilhões ao Estado, incluindo ativos e inativos.


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Nova Friburgo completa 199 anos

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No ano de 1818, D. João VI, sentindo a necessidade de uma colonização planejada de nosso país, com a finalidade de promover e expandir a civilização do vasto Reino do Brasil, aprovou o Decreto que autorizou o agente do Cantão de Friburg, na Suíça, a estabelecer uma colônia de 100 famílias suíças na fazenda do Morro Queimado, no Distrito de Cantagalo, localidade de clima e características naturais idênticas às de seu país de origem (Portugal).


Os festejos antecedem os 200 anos, cuja programação já está em andamento e se propõe a celebrar durante todo o ano, e até 2018, este grande marco da história de Nova Friburgo.

Seguindo orientação do prefeito Renato Bravo, a comemoração pelos 199 anos de Nova Friburgo não ficará restrita apenas a atrações culturais e musi cais. Serão inúmeras atividades propostas em alusão à data, envolvendo praticamente todas as secretarias do Executivo municipal. 

No dia 22 de maio a escola Ceffa Rei Alberto I terá exposição de maquetes, mostra de trabalhos da Arte Gótica e Românica, exposição de desenhos de alunos, dinâmica com atividades corporais, apresentação de paródias, danças de rua e Mineiro Pau e oficinas com artista plástico Francisco do Couto, tudo com o tema “200 anos de Nova Friburgo”.
Já no dia 23 de maio, será realizada no Teatro Municipal a culminância das atividades programadas para a semana da Enfermagem. No mesmo dia alunos da Escola Municipal Adezir de Almeida participarão de atividades no Planetário de Nova Friburgo. No dia 24 de maio, também no Teatro Municipal, haverá apresentação da peça “De Fribourg a Nova Friburgo”, com alunos do 4º ano da Escola Municipal Vale de Luz.

No dia 28 de maio, um dos últimos dias da série de ações promovidas pela Secretaria Municipal de Educação, haverá uma feijoada beneficente da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para a confecção de um livro produzido pelos próprios alunos. 
Já no dia 31 de maio, na penúltima ação do projeto, o prefeito Renato Bravo oferecerá um café a alunos da educação infantil. Os jovens passarão a tarde com o chefe do Executivo municipal para conhecer a rotina da Prefeitura, participando de momentos lúdicos, levando dúvidas e sugestões ao mandatário do município. 

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