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Motoristas de ônibus tem que fazer trabalho de cobradores

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A decisão de algumas empresas de demitirem e retirarem a função do cobrador nas linhas intermunicipais de ônibus na região está provocando pânico e preocupação nos passageiros.

Nas redes sociais, o caso está sendo feito como denúncias dos usuários das linhas de ônibus. “Gostaria aqui de externar meu desespero e o de muitas pessoas que hoje fazem uso da empresa de ônibus 1001 para se deslocarem entre municípios vizinhos para trabalhar”, afirmou um usuário.

Os usuários alertam que o índice de desemprego aumentará de forma significativa com a extinção da função de cobrador. Além disso, os ônibus estão apresentando atrasos abusivos e absurdos em suas linhas, o que levará muitas empresas a dispensarem seus funcionários.
Outro fator agravante, denunciado pelos passageiros, são os veículos que a empresa usa para estas linhas intermunicipais, que apresentam péssimas condições. “Os motoristas, por sua vez, indignados, assim como nós usuários, desenvolvem um trabalho de baixa qualidade, atuando em uma função dupla que requer muita atenção e concentração. Estressados e com horário para cumprir, tendem a optar pelo desconforto dos passageiros, apresentando velocidade elevada e paciência zero no trato com o público, que apenas paga uma tarifa com valor elevadíssimo”, afirma a passageira Viviana Mafort.

Outra passageira que pediu para preservar a sua identidade publicou nas redes sociais o drama que ela passou. “Sou usuária da linha Cordeiro X Bom Jardim e, esta semana, passei por um momento de muita tensão neste percurso, tendo em vista a alta velocidade praticada pelo motorista. Vale ressaltar que em momento algum culpo os funcionários da empresa, pois, da mesma forma que eles apresentam indignação, nós também, como usuários, podemos manifestá-la”.

Viviana Mafort, usuária dos ônibus, conta também o drama que passou neste trecho. “Sou usuária da linha Friburgo X Cantagalo. Compartilho do mesmo sentimento. Além do cansaço de levar quase três horas nesse curto trajeto, existe o medo de não saber se vou voltar para casa em segurança. Situação indignante”, afirmou.


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Representante de Bom Jardim fica em segundo lugar em concurso na Tailândia

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A bonjardinense Nathálie Olival Oliveira, a Nathy, já é internacional. Durante 30 dias, permaneceu na Tailândia para disputar o concurso Miss International Queen, conquistado o segundo lugar, e, por pouco, não ficava em primeiro. Perdeu para a representante do próprio país-sede, a Tailândia.

Sua primeira tentativa foi o Miss T Brasil em 2013. Retornou depois em 2014 e se classificou no top 10 do concurso. Mas, em 2015, na terceira tentativa, ela foi a vencedora, e foi coroada a transexual mais bela do pais.

– Quando venci o Miss T Brasil, automaticamente passo a representar meu país no Miss International Queen – informa  Nathálie Oliveira.
Na Tailândia, país asiático, as concorrentes ficaram cerca de 30 dias para participar do concurso internacional. Foram selecionadas 28 meninas de países diferentes.

Perguntada se pretende seguir carreira de modelo, ela responde logo que sim. “Pretendo sim seguir carreira como modelo, estou aguardando propostas interessantes”, afirma.

Nathálie cita seus principais patrocinadores, que são o Hospital Kamol Cosmetics, Hospital de Bangkok e a Facial Team de São Paulo. 
– Além disso, tenho ajuda do meu namorado e família, pois estar em um concurso desse nível requer bastante dinheiro – conclui a modelo.
Segundo Nathálie Oliveira, foram 10 dias de competição muito forte e compromissos todos os dias. Além disso, ensaios diários que requerem muito preparo físico e mental.

A miss Tailândia, Jiratchaya Sirimongkolnawin, foi a grande vencedora do Miss Internacional Queen 2017.

A representante de Bom Jardim, Nathálie Olival Oliveira, ficou em segundo lugar, enquanto a venezuelana Andréa Collazo foi a terceira colocada na competição internacional.


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Nova Friburgo pode ser tema de escola de samba no Rio de Janeiro em 2018

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O início da mobilização para divulgar a história e os atrativos friburguenses numa das plataformas de maior visibilidade disponíveis no Brasil partiu do presidente da Comissão de Turismo, Assuntos Exteriores, Cidades Irmanadas, Países Colonizadores, História e Patrimônio da Câmara Municipal, vereador Professor Pierre, que protocolou na Câmara uma indicação legislativa voltada a estimular e apontar caminhos para o estabelecimento de parcerias com este objetivo.

– O objetivo desta indicação é provocar positivamente o Poder Executivo para que possa buscar essa projeção internacional o mais rápido possível – explica Pierre. “A riqueza do processo histórico da criação de Nova Friburgo certamente ajuda muito, e oferece uma excelente plataforma a ser explorada por carnavalescos. Somos, afinal, a única cidade brasileira criada por decreto real, a que recebeu a primeira imigração suíça, a primeira imigração alemã...”, completou o parlamentar.

O vereador também justificou a opção pela via legislativa para uma situação que poderia ser tratada de maneiras diferentes. “Precisava de uma legislação para isso? Não. Mas fiz essa opção pela regulação para que possa haver uma participação de historiadores, do Legislativo, dos agentes públicos de turismo, da cultura, a própria Prefeitura, além de pessoas ligadas ao Carnaval ou empresários que queiram apoiar. É apenas uma indicação legislativa, se o governo não quiser mandar o projeto de lei de volta para a Câmara, então que faça um decreto. Enfim, vale como sugestão”, destacou Professor Pierre.

O vereador, por fim, alerta para a necessidade de que qualquer procedimento seja tomado com rapidez, dada a escassez de tempo para a definição do enredo das agremiações para os desfiles de 2018. “Sabemos que as agremiações costumam ter os seus enredos pré-definidos nesta altura do ano, mas nada impede que possa haver uma alteração ou adaptação. Ainda mais que os apoiadores deste enredo podem ser entes internacionais, uma vez que o desfile certamente irá falar sobre os povos formadores”, encerrou.
A indicação foi protocolada no último dia 15 de março e deve seguir a apreciação do plenário nos próximos dias.





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Cafeicultor de Bom Jardim ganha prêmio estadual

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O cafeicultor Francisco Nioac de Salles, da Fazenda Ipiranga, em Bom Jardim, foi reconhecido como o melhor produtor de café arábica do estado do Rio de Janeiro na safra 2016/2017, pelo 26º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Expresso. O fornecedor da Illycaffè repete o feito, já que também havia sido o vencedor regional na edição anterior.

Na edição nacional, os mineiros se destacaram. Grãos de três diferentes regiões do estado foram reconhecidos como os melhores do país pelo concurso da Illycaffè, que teve como campeões da categoria os produtores CBI Agropecuária, da Chapada de Minas; Juliana Armelin, do Cerrado Mineiro; e Rafael Marques de Araújo, das Matas de Minas.

A cerimônia de premiação, realizada no espaço Villa Vérico, em São Paulo, contou com a presença de Andrea Illy, presidente da Illycaffè, e outros representantes da companhia. A torrefadora italiana ofereceu, ao todo, um valor de mais de R$ 100 mil em prêmios.

A Illycaffè revelou, ainda, os produtores campeões de outras sete regiões, que subiram ao palco para receber seus prêmios. Também foram entregues os méritos de Fornecedor Sustentável do Ano a Elias Koji Okuyama (Cerrado Mineiro) e o de Classificadores do Ano a João de Medeiros Neto (primeiro lugar, Sul de Minas), Marcos Ribeiro Vasconcelos (segundo lugar, Cerrado Mineiro) e Jandir Castro Filho (terceiro lugar, São Paulo).

Entregue anualmente desde 1991, o Prêmio Ernesto Illy é a mais relevante iniciativa de valorização da cafeicultura brasileira. Instituído pela Illycaffè como ação fundamental dentro do plano de desenvolvimento da qualidade e sustentabilidade do café no país, o concurso já reconheceu mais de dois mil cafeicultores ao longo dos anos.

A Illycaffè é uma empresa familiar italiana, fundada em Trieste, em 1933, comprometida em oferecer o melhor café do mundo. É a marca de café mais global, produzindo um único blend de café expresso 100% arábica, com grãos provenientes de nove países fornecedores, sendo o Brasil o principal.

Com o objetivo de difundir a cultura do café, fundou a Università del Caffè, um centro educacional de excelência que oferece treinamento teórico e prático em todos os aspectos do café para cafeicultores, baristas, equipes de lojas de café e amantes da bebida. A Illycaffè emprega cerca de 1,2 mil pessoas globalmente e, em 2015, registrou receitas consolidadas de 437 milhões de euros.


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Prefeitura de Trajano de Moraes tem dívida de mais de R$ 18 milhões

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O prefeito de Trajano de Moraes, Rodrigo Viana, ao assumir o cargo em 01 de janeiro deste ano, assumiu uma das maiores dívidas públicas nas Prefeituras da região. Segundo Rodrigo Viana o montante chega a R$ 18.964.451,69. Este passivo é de 31 de dezembro de 2016, conforme documento da Prefeitura.

Num documento que a reportagem do Jornal da Região teve acesso, as maiores dívidas são com o Prev (Instituto de Previdência do município, que chega a R$ 4.958.242,56; e ainda um parcelamento com o Prev de R$ 3.033.392,97.

Com a Ampla-Enel (empresa de energia elétrica), a dívida chega a R$ 2.173.947,02; e com o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), a dívida chega a R$ 1.572.049,73.

A Prefeitura de Trajano de Moraes deve de Precatórios comuns, a importância de R$ 2.207.352,82 e Precatórios Trabalhistas o valor de R$ 1.864.932,86, conforme divulgou o prefeito atual. 

Existia também uma dívida de consignações envolvendo vários bancos e instituições que chega a R$ 795.275,19. O governo anterior ainda deixou restos a pagar processados no valor de R$ 55.490,10 e restos a pagar não processados no valor de R$ 30.803,54, e uma outra dívida de convênio de saúde que chega a R$ 215 mil, conforme informação do atual governo


Recuperando as estradas municipais

O município de Trajano de Moraes possui um das maiores malhas rodoviárias da região, e o estado das estradas estavam péssimas, quando o novo governo assumiu a Prefeitura.

Com o projeto “Estradas do Progresso”, a Prefeitura vem realizando patrolamento das estradas, principalmente na zona rural do município.

“Agradecimento especial ao nosso servidor e patroleiro profissional José Fabiano Lody, Zica Maciel e Bruno por terem conhecimento das necessidades e estão trabalhando em pleno sábado para o progresso de Trajano de Moraes e nossa zona rural. O trabalho não para, o objetivo é sempre o melhor para Trajano de Moraes!”, garante Rodrigo Viana.

O prefeito tem acompanhado de perto todo o trabalho de recuperação das estradas. Já foram realizada do trecho dos Borges que liga Ponte Nova ao trevo de Sodrelandia, a estrada da Soledade; e na região de Maria Mendonça. A recuperação do trecho entre a RJ 146 e Serra das Almas, é uma parceria da Prefeitura de Trajano de Moraes com o Departamento de Estradas de Rodagem (Der-RJ), inclusive colocando manilhas para escoar a água que forma uma poça em dias de chuva, e com isso estraga e ajuda criar buracos no asfalto, garante os responsáveis pela execução da obra.

“Sabemos que tem muito à ser feito, e vamos fazer. Estamos providenciando material para fazer o recapeamento de toda Serra das Almas”, garantiu o prefeito Rodrigo Viana.





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Músicos da região reclamam dos valores baixos dos cachês

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A crise financeira no país atingiu em cheio os cachês cobrados pelos artistas e músicos em toda a região. Artistas famosos chegavam a cobrar quase R$ 1 milhão por show. Hoje, com a crise, esses valores caíram praticamente pela metade.

Na região, o fenômeno também está prejudicando muita gente que trabalha com música, principalmente pela concorrência e a cobrança muito baixa por shows. Recentemente, nas redes sociais, um debate foi levantado por alguns músicos da região, que reclamam que há bandas cobrando cachês de R$ 300 para fazer apresentações.

Músico e cantor conhecido na região, o sertanejo Luan Severo afirmou “que tem gente na região, mais especificamente no interior do estado do Rio e em Minas Gerais, levando músicos em determinados estabelecimentos a preço de banana”.

Luan reagiu indignado com tal situação, que prejudica o mercado de trabalho deles. “São os famosos ‘’passa fome’’. Vamos parar com isso, que já tá feio! Mangalarga é uma coisa, pangaré é outra. Nossa região tem muitos talentos e sabemos diferenciar bons trabalhos e maus trabalhos. Talento tem que ser valorizado. Coisa boa é caro mesmo. Há investimento em instrumentos, som, gasolina e desgaste do carro, que muitos contratantes não se tocam”, justificou.

Wallace Barros, que também é músico, concorda. “Concordo com você, mas o problema é que a gente pede um preço e ninguém paga. Acham caro, por melhor que você seja. Hoje, uma banda boa não pode cobrar menos de R$ 2 mil, porque se for contar, um cachê de um bom músico está em R$ 300. Aí tem acordeon, teclado, bateria, guitarra e baixo. Se for botar percussão, lascou. Só aí já foram R$ 1,8 mil. Ainda tem transporte, e são poucos contratantes que veem isso”, afirma.

Outra situação interessante que está acontecendo nos últimos tempos é o show de Frank Aguiar. Ele, no ano passado, reduziu sua banda, que já chegou a ter 40 componentes, para apenas seis pessoas. Segundo ele, foi para adaptar à crise, facilitar deslocamento e, consequentemente, reduzir o custo do cachê para apresentação em todas as cidades do país. 

Só para se ter uma ideia, o cantor e compositor está fazendo uma turnê pela região, se apresentando em casas de shows até consideradas pequenas. Seu cachê, que já chegou a R$ 70 mil, hoje está cobrando na região de R$ 15 mil a R$ 20 mil.

Frank Aguiar fará shows na cidade de Carmo, no espaço Show Prime Clube; em Cordeiro, no Pesqueiro do Celmo; e em Boa Sorte, Cantagalo, na Cachoeira do Antônio Geraldo.


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Pássaro tietê-de-coroa, que está desaparecido há mais de 20 anos, pode ter reaparecido na região

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O tietê-de-coroa, nome popular da espécie Calyptura cristata, é uma ave de pequeno porte com plumagem verde e uma crista margeada de preto, que, de acordo com um grupo de pesquisadores do Instituto Butantan - Observatório de Aves, não é registrada há 20 anos. A espécie é considerada uma das mais raras do mundo. A dificuldade para encontrá-la está relacionada à extensa perda e fragmentação de seu habitat.

O último registro do tietê-de-coroa ocorreu em 27 de outubro de 1996, quando dois indivíduos foram encontrados pelo biólogo Ricardo Parrini e um grupo do Clube de Observadores de Aves  em uma região conhecida como Garrafão, em Teresópolis.

Segundo a pesquisadora do Instituto Butantan e coordenadora do Observatório de Aves, Erika Hingst-Zaher, “a Expedição Calyptura está sendo conduzida na região de Duas Barras. Muitos acreditam que a Calyptura cristata esteja extinta e estamos dedicando esforços para procurá-la na área mais provável em que poderia ainda sobreviver na natureza”.

– O Brasil está entre os países com a maior riqueza de espécies do planeta. No entanto, esse patrimônio natural não vem sendo cuidado. O país é o líder mundial em aves ameaçadas de extinção, com 164 espécies, e 23 criticamente ameaçadas – disse Luciano Lima, ornitólogo do Observatório de Aves e idealizador do projeto de busca do tietê-de-coroa.

O roteiro de busca é baseado em duas expedições de 12 dias, sendo uma no ano passado e outra no primeiro semestre de 2017. A ideia é fazer em diferentes estações do ano para aumentar as possibilidades de encontrar a ave.



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Martinho da Vila volta a estudar, fazendo faculdade de Relações Internacionais

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Devagar, devagarinho, Martinho da Vila vai chegando lá. Cantor, compositor, poeta e escritor, o músico, de 79 anos, mostra que nunca é tarde para aprender e voltou às salas de aula. Ele é aluno do quinto período do curso de Relações Internacionais de uma universidade particular na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Bastante aplicado, Martinho da Vila se destaca nas aulas por ser extremamente inteligente e dedicado. Esse é o primeiro curso universitário do cantor, que é autor de 14 livros com temas que variam sobre Brasil, política, samba e escravidão.

Procurado pelo jornal EXTRA, o sambista contou que escolheu o curso de Relações Internacionais por causa do seu trabalho como embaixador da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLT).

– Já pratico relações internacionais há muito tempo, mas eu queria pegar um pouco de conhecimento mais teórico”, explica. “Na faculdade, eu sou um aluno de conhecimento, um ouvinte. Faço os trabalhos que todos fazem, cumpro uma carga horária, mantenho a frequência nas aulas, mas não preciso fazer prova”, conta.

Ele releva ainda que sua atitude de voltar a estudar tem servido de exemplo para muita gente retornar às salas de aula.
– Várias pessoas de uma certa idade, até de 50 anos, que tinham vontade de fazer um curso superior, mas que não tinham muita coragem, chegam e falam que foram incentivados por mim a estudar. E isso é bacana. Conhecimento nunca é demais – completa o cantor, que nasceu em Duas Barras, onde mantém um museu em sua homenagem e está sempre presente.


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