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Noite de autógrafos marca lançamento do segundo livro de Cássia Ravena

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Contando com apoio da Secretaria de Educação, a professora e escritora Cássia Ravena Mulin de Assis Medel lançou, na última sexta-feira, 23 de setembro, na sede da Sociedade Musical 15 de Novembro, em Cantagalo, o segundo livro de sua carreira como escritora – Educação Infantil: da Construção do Ambiente às Práticas Pedagógicas’ –, lançado pela Editora Vozes (com custo no mercado de R$ 29), uma das maiores do país. Em setembro, Cássia Ravena esteve participando da Bienal do Livro do Rio.

Cássia Ravena, que nasceu em Bom Jardim, mas foi registrada e sempre viveu em Cantagalo, conta que deu início à sua carreira de escritora em 2006. “Escrevia artigos sobre educação, que foram e ainda são publicados em sites na internet no Brasil, México, Espanha e Portugal”, diz. No último levantamento realizado, a autora contava com artigos publicados em mais de 65 sites e blogs.

O livro, de acordo com a escritora, “tem como objetivo levar às instituições de ensino que possuem a Educação Infantil e aos profissionais que atuam na área a convicção de que é possível realizar trabalho de qualidade com crianças de 0 a 6 anos, obtendo-se resultados produtivos e positivos, sendo desenvolvido de maneira organizada e prazerosa”. Ela explica que, no trabalho, aborda “desde o espaço físico, isto é, o ambiente adequado para o desenvolvimento do trabalho realizado com as crianças, até as práticas pedagógicas, incluindo trabalho com cantinhos de aprendizagem, motricidade para o desenvolvimento corporal”, entre outras coisas.

Para profissionais do setor, e por isso o livro já entrou em várias listas de sugestões bibliográficas, principalmente de concursos públicos pelo país, o que faz a diferença no trabalho de Cássia Ravena é o fato de ela não se prender apenas a questões teóricas, mas incluir sugestões práticas que podem, facilmente, ser utilizadas em salas de aula de Educação Infantil, muitas vezes utilizando a criatividade. Isso também é fruto da experiência da professora, que também já foi sócia-proprietária, junto ao marido, José Antônio Medel Sepúlveda, e à mãe, a também professora Maria Marlena Mulin de Assis, de um jardim-escola, que funcionou por dez anos, no Centro de Cantagalo.

 

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Nova escola técnica será criada em Cantagalo para atender a região

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O município de Cantagalo ganhará, em 2012, mais uma oportunidade para a formação qualificada de mão de obra. Trata-se da Escola Técnica de Ensino Médio Integrado, que será instalada através de um convênio que será assinado entre as três fábricas de cimento do Polo Cimenteiro de Cantagalo, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e a Secretaria Estadual de Educação (Seeduc).

Diretor de Relações Institucionais da ABCP, Mário William Esper disse que o objetivo será a formação de mão de obra qualificada por um período de três anos. “Ainda não posso antecipar detalhes, já que ainda estamos na fase de acertos, mas esperamos assinar esse convênio logo”, anunciou, acrescentando que os profissionais capacitados pela escola poderão atuar não só nas indústrias de cimento, mas nas empresas prestadoras de serviços e na construção civil de maneira geral. “A intenção é incentivar a qualificação da mão de obra e criar novas oportunidades para esses jovens em prol do desenvolvimento da região”, explicou Mário William Esper.

Em breve, a indústria cimenteira, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e as prefeituras de Cantagalo, Cordeiro e Macuco irão firmar uma parceria que visa unificar os dados referentes à qualidade do ar e ao meio ambiente dos três municípios, fazendo, inclusive, com que essas informações cheguem à população. No total, são três estações, cada uma montada por uma das fábricas de cimento do polo – Votorantim, Lafarge e Holcim. As unidades de monitoramento começaram a ser instaladas ano passado. A partir de outubro, os dados colhidos serão disponibilizados em tempo real, através do site do Inea – www.inea.rj.gov.br –, e de forma integrada, conforme a ABCP.

Nessa área, o convênio pretende dar sequência ao que já vem sendo feito em relação ao coprocessamento de resíduos industriais nos fornos de cimento. Ou seja, os restos de outros tipos de indústrias, que seriam jogados na natureza, com alto grau de poluição e contaminação, são destruídos nos fornos a mais 1,8 mil graus, fazendo parte da composição do cimento sem alterar a qualidade do produto ou oferecer riscos à saúde.

A partir de agora, conforme o novo convênio, as prefeituras de Cantagalo, Cordeiro e Macuco vão participar de forma mais direta do controle do coprocessamento, incluindo a capacitação dos agentes de saúde dentro da área de toxicologia. Em contrapartida, as secretarias municipais de Saúde deverão disponibilizar seus indicadores de saúde através do programa Estratégia de Saúde da Família (ESF). Com o conhecimento periódico desses dados, poderá ser elaborada uma análise mais detalhada para uma melhor base de qualidade de vida.

Para isso, foi lançado o livro ‘Boas Práticas: Controle de Saúde dos Trabalhadores com Atividades em Coprocessamento de Resíduos em Fornos de Cimento’, um estudo inédito, compilado pelos pesquisadores Satoshi Kitamura e Sérgio de Lucca, da Universidade de Campinas (Unicamp). O prefeito de Cantagalo, Guga de Paula (PP), recebeu um exemplar das mãos de Mário William Esper, da ABCP, que também informou que todo material que destinado às fábricas de cimento para a destruição nos fornos, como forma de combustível alternativo, já chegam com as devidas fichas de segurança e emergência, obedecendo a padrões internacionais. Nelas, estão as instruções sobre como agir com segurança no transporte e em caso de acidente com qualquer dos produtos.

Em discurso, o prefeito Guga de Paula destacou a relação existente hoje entre as fábricas de cimento, as prefeituras e a comunidade. “Desde que assumi, em 2005, sempre cobrei uma maior aproximação das indústrias conosco, e isso está acontecendo agora. O avanço nessa interação é enorme. No entanto, Guga de Paula também criticou a pouca autonomia dada aos gerentes das fábricas. “Mesmo que eles queiram, muitas vezes não conseguem resolver muitos problemas, pois falta-lhes autonomia para decidir”, disse o prefeito.

Guga de Paula também lembrou a referência do município na área de coleta e tratamento do lixo urbano, servindo de modelo para vários municípios do país, principalmente agora, com a instituição da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Durante o discurso, o prefeito reforçou, ainda, a parceria que a Prefeitura mantém com a Lafarge e que levou Cantagalo a ser o primeiro município do Brasil a coprocessar resíduos urbanos, com eliminação total, em breve, do aterro sanitário.


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Quinze bancas distribuem o JORNAL DA REGIÃO em Friburgo

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Desde a sua fundação, a direção do JORNAL DA REGIÃO sempre manteve um critério muito rigoroso quanto a circulação. No início, foram sete municípios atendidos: Cantagalo, Cordeiro, Bom Jardim, Duas Barras, Carmo, São Sebastião do Alto e Trajano de Moraes. Depois, com a emancipação, Macuco também passou a constar no expediente.

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Hospital Antônio Castro recebe R$ 130 mil mensais da Prefeitura de Cordeiro

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A Prefeitura de Cordeiro vem procurando dispensar atenção especial ao Hospital Antônio Castro (HAC). Os repasses financeiros à casa de saúde foram aumentados e, atualmente, contribuem de forma significativa para que ela funcione de forma plena. Mensalmente, são repassados R$ 130 mil.

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‘Fazenda Legal’ é tema de seminário promovido em Duas Barras

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Foi bastante elogiada a recente iniciativa do Sindicato Rural de Duas Barras, sob a presidência de Jairo Roberto Marques da Fonseca, que, em parceria com a Federação da Agricultura do Estado do Rio de Janeiro (Faerj) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-Rio), participantes do Sistema Faerj, promoveu o seminário ‘Fazenda Legal’, quando foi discutido com os moradores da localidade do Quilombo o tema ‘Previdência’, orientando aos produtores e trabalhadores rurais da comunidade sobre o que precisa ser feito hoje para garantir uma aposentadoria segura no futuro.

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ABCP anuncia construção de 6,5 mil casas na Região Serrana

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Durante a abertura da 3ª Feira de Desenvolvimento Sustentável do Centro-Norte Fluminense, realizada sexta-feira da semana passada, 23 de setembro, na Fazenda Gamela Eco Resort, em Cantagalo, evento organizado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e as três fábricas de cimento do Polo Cimenteiro de Cantagalo – Votorantim, Lafarge e Holcim –, o diretor de Relações Institucionais da ABCP, Mário William Esper, anunciou que a entidade está firmando uma parceria com as prefeituras e o Governo do Estado para a construção de 6,5 mil casas populares na Região Serrana, beneficiando famílias atingidas pela maior catástrofe climática registrada no Brasil, ocorrida em janeiro deste ano.

Mário William Esper disse que esteve conversando há poucos dias com o subsecretário estadual para Reconstrução da Região Serrana, Affonso Monnerat, ex-prefeito de Bom Jardim, para acertar os últimos detalhes da parceria. Já a partir de outubro, serão iniciadas as obras das primeiras 4.150 unidades, das quais 3,8 mil em Nova Friburgo e 350 em Bom Jardim. Ele não antecipou onde serão erguidas as demais 2.350 casas. A previsão inicial é de que as obras durem cerca de quatro meses.

Segundo o diretor da ABCP, serão casas sustentáveis, com eficiência energética, uso racional da água, preferência por materiais ecologicamente corretos e preservação ambiental, entre outros. O sistema construtivo das unidades habitacionais será o concreto PVC, um sistema desenvolvido no Canadá e formado por perfis leves e modulares de PVC, de simples encaixe. O sistema é preenchido com concreto e aço, resultando em um produto de elevada resistência e com inúmeras qualidades construtivas. As obras terão apoio técnico da ABCP. “O concreto PVC possibilita uma construção rápida e de baixo custo. O mesmo sistema foi adotado nas casas para as vítimas de São Luiz do Paraitinga (SP). Em apenas três meses, foram feitas 151 habitações”, diz Mário William Esper.


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Nova Friburgo com várias vagas de emprego

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A Subsecretaria do Trabalho de Nova Friburgo está conclamando os profissionais do município e da região a comparecerem à sua sede, que funciona na Avenida Alberto Braune, 223, antiga Rodoviária Leopoldina, ao lado da Prefeitura, pois há muitas vagas a serem preenchidas. Para o cadastramento, os profissionais devem levar carteira de trabalho e demais documentos.

A rede de fast food Girafas, que está se instalando em Nova Friburgo, dispõe de 22 vagas para atendente, duas para subgerente e uma para gerente, para ambos os sexos. Outras vagas disponíveis na Subsecretaria do Trabalho são três para professora de educação física (mulher); costureiras - cinco para overlock para encapar bojos e pregar; cinco para zigzag para pregar e pespontar elástico; e cinco para colarete para sanduíche.

As vagas para torneiro mecânico são três, além de operadores e programadores de forno CNC e de centro de usinagem; 30 vagas para auxiliares de produção para indústria de bebidas; três para motoristas CNH categoria D; caixas (mulheres), repositores e açougueiro para supermercado; mecânicos de automóveis, manicures, auxiliar administrativo (mulher até 36 anos), com ensino médio completo e informática; pintor de móveis e muitos vendedores.

A Subsecretaria do Trabalho ainda dispõe de muitas vagas para a construção civil, como 385 para armadores de ferro, 200 para serventes, além de pedreiros, carpinteiros, encanadores, eletricistas com NR 10 e soldadores.


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Moradores do Santo Antônio estão preocupados com laudo da Emop sobre deslizamentos

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Dezenas de moradores do final da Avenida Presidente Vargas, no bairro Santo Antônio, o Arraial do Sapo, como é mais conhecido, em Cordeiro, já estão sem dormir devido à chegada da temporada das fortes chuvas. Tudo porque foi descoberto um laudo apontando que a maior parte do bairro é uma encosta com grandes proporções de deslizamentos, que poderão causar sérios danos às famílias moradoras do local.

Os moradores compareceram à sessão legislativa do dia 19 de setembro, quando a moradora Andréa Campos usou a tribuna para relatar que, por boatos em toda a cidade e depois que conheceu a verdadeira realidade do bairro, através do laudo da Emop (Empresa de Obras Públicas do Estado), sob o número 010/97, constatou que existe ameaça de eminente deslizamento de terras sobre as casas. Ela, em nome dos moradores, solicitou dos vereadores intervenção para que haja providências urgentes por parte do Executivo. Em seu discurso, ela disse que, se existem áreas de risco, que as autoridades interditem todas as casas e que obras sejam feitas evitando tragédias futuras.

– Agora, que somos sabedores da real  situação de nosso bairro, peço atenção especial dos  vereadores e do prefeito, para uma solução antes do período das chuvas fortes – solicitou Andréa Campos, alertando que, hoje, casas são alugadas e vendidas sem a devida precaução e anúncio de que as áreas do bairro estão condenadas.

Segundo a Coordenadoria de Defesa Civil de Cordeiro, o Santo Antônio está correndo perigo desde 1997. Anualmente, o Departamento de Recursos Minerais do Estado (DRM-RJ) apresenta laudos, através de vistorias técnicas sobre risco de escorregamento de encostas e, para este ano, as localidades citadas também estão em eminente perigo: Avenida Presidente Vargas (Santo Antônio); final da Avenida Presidente Vargas (Santo Antônio); quilômetro 3 da RJ-160 (estrada Cantagalo/Cordeiro), no bairro Ferreirinha; Rua Petit Cabral, no bairro Constantino; quilômetro 2 da RJ-160 (São Luís); Rua 6 (Retiro Poético); Rua 5, Travessa 2 (Alto do Retiro) e Rua José Ventura de Paiva (Rodolfo Gonçalves).

A Coordenadoria de Defesa Civil de Cordeiro disse que um documento contendo esses laudos foram encaminhados ao departamento geral da Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro.

No dia seguinte à reunião realizada na Câmara de Vereadores, os moradores, ainda não se sentindo satisfeitos, procuraram a Procuradoria Pública de Tutela Coletiva, onde foram orientados a exigir mais documentos do Executivo e Defesa Civil do município e que as autoridades judiciais irão convocar os responsáveis pelos documentos para possíveis esclarecimentos.

– Não entendo porque esses documentos que chegaram em minhas mãos estavam sem conhecimento dos moradores – questionou a moradora Andréa Campos, que levou o problema à Câmara Municipal.

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