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Programa "Minha Casa, Minha Vida' pode beneficiar município abaixo de 50 mil habitantes

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O ministro das Cidades, Bruno Araújo, ao apresentar, as novas regras do Minha Casa, Minha Vida, definiu o programa como um “novo Minha Casa Minha Vida”.


“O Diário Oficial da União (DOU) traz a expressão e a ordem do presidente da República, determinando que o programa agora pode chegar a qualquer município brasileiro, inclusive os abaixo de 50 mil habitantes, que não eram atendidos por essa modalidade. Além de entregar obras de qualidade, vamos cuidar da parte urbanística do programa, cuidar da qualidade do paisagismo”, assegurou o ministro. 

 

As novas regras estão regulamentadas pela Instrução Normativa Nº 14, de 22 de março de 2017, publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU). Com as medidas as seleções para beneficiários do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) passam a ser mensais e os empreendimentos possuem limite máximo de unidades habitacionais a serem construídas.

 

“Vamos cuidar da qualidade urbanística e paisagística dos empreendimentos do Brasil que é fundamental para dar qualidade de vida e humanismo a todos que participam e recebem esse sonho”, acrescentou Bruno Araújo.

 

O anúncio foi feito durante a entrega de 1.300 moradias em São José do Rio Preto (SP) e marcou o início das contratações este ano.

 

“Nós vamos nos preparar para seguir num longo caminho e nos desafios que temos à frente”, finalizou. 

 

A norma traça limites máximos de unidades habitacionais por empreendimento, de acordo com o porte populacional. Serão 500 unidades por conjunto habitacional - admitindo-se agrupamento de até 2.000. Antes, a quantidade de unidades por empreendimento era flexível e os conjuntos chegavam a ter mais cinco mil unidades.

 

É possível haver agrupamento de até quatro empreendimentos, mas será necessário ter via pública em toda extensão e entre os conjuntos. Todas as vias deverão ter árvores e os projetos precisam atender aos critérios de conectividade, mobilidade (calçadas livres de obstáculos de 1,50 metros), diversidade, infraestrutura e sustentabilidade e sistemas de espaços livres.

 

A prioridade de atendimento para todas as modalidades será para famílias residentes em áreas de risco ou insalubres que tenham sido desabrigadas, a partir de documento público que comprove, além de mulheres responsáveis pela unidade familiar e pessoas com deficiência.

 

No FAR, a frequência de seleções passa a ser mensal. Na modalidade Entidades Urbanas, será permitido que as instituições atualizem as propostas junto à Caixa Econômica Federal (CEF) em um prazo de 30 dias, após a publicação da portaria para enquadramento nas novas regras.

 

No Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR), as entidades já realizaram cadastro no MCidades – o que antes não acontecia, para garantir mais celeridade ao processo e facilitar a comunicação. Elas deverão fazer o cadastramento das propostas junto aos agentes financeiros até o dia 30 de abril.

 

Os empreendimentos deverão apresentar infraestrutura urbana básica, inseridos em áreas urbanas ou em zonas de expansão criadas há menos de dois anos. A zona de expansão urbana deverá dispor, em seu entorno, de áreas para atividades comerciais.

Os novos projetos deverão respeitar os critérios de regionalização a partir da verificação da quantidade de unidades habitacionais já contratadas no munícipio em relação ao déficit habitacional. Será observada também a distância de equipamentos educacionais, agencias bancárias, correios e ponto de ônibus. Quem estiver mais próximo melhor avaliação terá.

 

Entidades Urbanas – valem as mesmas regras aplicadas para a modalidade Empresas. As propostas deverão conter quantidades de unidades habitacionais já contratadas no município em relação ao déficit habitacional, distância do empreendimento de escolas, porte do empreendimento em relação ao porte populacional do município, gestão urbana e infraestrutura básica e estágio de elaboração do projeto, após apresentado ao agente financeiro.

 

Entidades Rurais – a seleção final das propostas observará o déficit habitacional municipal rural, total de contratações no município no âmbito PNHR, condições de vulnerabilidade das famílias beneficiárias em conformidade com as suas características socioeconômicas, recorte territorial definido pelo Programa Territórios da Cidadania e características de projeto relacionadas ao desenvolvimento rural sustentável.

 

Serão contemplados grupos com renda familiar anual bruta de até R$ 17 mil (Grupo 1); com renda superior a R$ 17 mil e inferior ou igual a R$ 33 mil (Grupo 2) e superior a R$ 33 mil e inferior ou igual a R$ 78 mil (Grupo 3).

 


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Morte de macaco em São Sebastião do Alto com febre amarela

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A Secretaria de Saúde de São Sebastião do Alto recebeu a visita de uma equipe da Fundação Oswaldo Cruz e da secretaria de Estado de Saúde para uma reunião, com a secretária Claudiane Pietrani e sua equipe com objetivo de monitorar, controlar e orientar as autoridades e população sobre a febre amarela.


A secretária Claudiane informou os visitantes que 80% da população entre 9 meses a 59 anos já está vacinada contra a febre amarela, que os acima dos 60 anos estão sendo orientados procurarem seus médicos para uma orientação melhor e autorização da imunização.


Dois macacos achados recentemente em São Manoel, foram detectados com vírus da febre amarela e que os outros macacos nas proximidades do campo de futebol no centro da cidade de São Sebastião do Alto foram encaminhados para a cidade do Rio de Janeiro para análises e pesquisas da causa das mortes.

       

Representando a Fiocruz do Rio de Janeiro, Waldenir Vargas explicou que estavam no município para capturar alguns mosquitos que são os vetores causadores da doença, também iriam monitorar as localidades onde macacos morreram e também deixariam orientações para as autoridades passarem para os moradores. ”Estamos hoje em São Sebastião do Alto, devido dois primatas (macacos) estarem mortos por causa do vírus da febre amarela e assim, vamos capturar mosquitos e marcar os locais das mortes”, explicou o técnico.


Participaram também da reunião, a coordenadora de Imunização, Fernanda Almeida; de vigilância, Úrsula Gomes, que acompanharam a equipe nas visitas onde aconteceram mortes dos macacos em São Sebastião do Alto.

       

Os dois últimos macacos encontrados mortos em São Sebastião do Alto, foram na área urbana. A suspeita das mortes também é de febre amarela, mas ainda não foram confirmadas.

   

Outros dois primatas já haviam sido encontrados mortos na localidade de São Manoel, a dois quilômetros do centro de São Sebastião do Alto. No sábado (25) o terceiro foi recolhido na mesma localidade. No domingo, dia 26, um filhote de macaco também foi encontrado morto no campo de futebol, já na área urbana.

   

 Exames constataram a presença do vírus da febre amarela nos dois primeiros macacos encontrados em São Manoel, na zona rural. Os outros dois que foram encontrados mortos posteriormente foram recolhidos pela equipe da Vigilância Ambiental. Os animais foram enviados para o Instituto Jorge Vaistman, no Rio de Janeiro. O laudo deve ser divulgado nos próximos dias.

   

Apesar dos dois casos confirmados de febre amarela em macacos e dos outros dois casos suspeitos, não há, até o momento, casos suspeitos de febre amarela em humanos no município. Os macacos são as primeiras vítimas da febre amarela, que tem ocorrido de forma silvestre no Estado do Rio de Janeiro.




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Motoristas de ônibus tem que fazer trabalho de cobradores

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A decisão de algumas empresas de demitirem e retirarem a função do cobrador nas linhas intermunicipais de ônibus na região está provocando pânico e preocupação nos passageiros.

Nas redes sociais, o caso está sendo feito como denúncias dos usuários das linhas de ônibus. “Gostaria aqui de externar meu desespero e o de muitas pessoas que hoje fazem uso da empresa de ônibus 1001 para se deslocarem entre municípios vizinhos para trabalhar”, afirmou um usuário.

Os usuários alertam que o índice de desemprego aumentará de forma significativa com a extinção da função de cobrador. Além disso, os ônibus estão apresentando atrasos abusivos e absurdos em suas linhas, o que levará muitas empresas a dispensarem seus funcionários.
Outro fator agravante, denunciado pelos passageiros, são os veículos que a empresa usa para estas linhas intermunicipais, que apresentam péssimas condições. “Os motoristas, por sua vez, indignados, assim como nós usuários, desenvolvem um trabalho de baixa qualidade, atuando em uma função dupla que requer muita atenção e concentração. Estressados e com horário para cumprir, tendem a optar pelo desconforto dos passageiros, apresentando velocidade elevada e paciência zero no trato com o público, que apenas paga uma tarifa com valor elevadíssimo”, afirma a passageira Viviana Mafort.

Outra passageira que pediu para preservar a sua identidade publicou nas redes sociais o drama que ela passou. “Sou usuária da linha Cordeiro X Bom Jardim e, esta semana, passei por um momento de muita tensão neste percurso, tendo em vista a alta velocidade praticada pelo motorista. Vale ressaltar que em momento algum culpo os funcionários da empresa, pois, da mesma forma que eles apresentam indignação, nós também, como usuários, podemos manifestá-la”.

Viviana Mafort, usuária dos ônibus, conta também o drama que passou neste trecho. “Sou usuária da linha Friburgo X Cantagalo. Compartilho do mesmo sentimento. Além do cansaço de levar quase três horas nesse curto trajeto, existe o medo de não saber se vou voltar para casa em segurança. Situação indignante”, afirmou.


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Representante de Bom Jardim fica em segundo lugar em concurso na Tailândia

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A bonjardinense Nathálie Olival Oliveira, a Nathy, já é internacional. Durante 30 dias, permaneceu na Tailândia para disputar o concurso Miss International Queen, conquistado o segundo lugar, e, por pouco, não ficava em primeiro. Perdeu para a representante do próprio país-sede, a Tailândia.

Sua primeira tentativa foi o Miss T Brasil em 2013. Retornou depois em 2014 e se classificou no top 10 do concurso. Mas, em 2015, na terceira tentativa, ela foi a vencedora, e foi coroada a transexual mais bela do pais.

– Quando venci o Miss T Brasil, automaticamente passo a representar meu país no Miss International Queen – informa  Nathálie Oliveira.
Na Tailândia, país asiático, as concorrentes ficaram cerca de 30 dias para participar do concurso internacional. Foram selecionadas 28 meninas de países diferentes.

Perguntada se pretende seguir carreira de modelo, ela responde logo que sim. “Pretendo sim seguir carreira como modelo, estou aguardando propostas interessantes”, afirma.

Nathálie cita seus principais patrocinadores, que são o Hospital Kamol Cosmetics, Hospital de Bangkok e a Facial Team de São Paulo. 
– Além disso, tenho ajuda do meu namorado e família, pois estar em um concurso desse nível requer bastante dinheiro – conclui a modelo.
Segundo Nathálie Oliveira, foram 10 dias de competição muito forte e compromissos todos os dias. Além disso, ensaios diários que requerem muito preparo físico e mental.

A miss Tailândia, Jiratchaya Sirimongkolnawin, foi a grande vencedora do Miss Internacional Queen 2017.

A representante de Bom Jardim, Nathálie Olival Oliveira, ficou em segundo lugar, enquanto a venezuelana Andréa Collazo foi a terceira colocada na competição internacional.


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Nova Friburgo pode ser tema de escola de samba no Rio de Janeiro em 2018

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O início da mobilização para divulgar a história e os atrativos friburguenses numa das plataformas de maior visibilidade disponíveis no Brasil partiu do presidente da Comissão de Turismo, Assuntos Exteriores, Cidades Irmanadas, Países Colonizadores, História e Patrimônio da Câmara Municipal, vereador Professor Pierre, que protocolou na Câmara uma indicação legislativa voltada a estimular e apontar caminhos para o estabelecimento de parcerias com este objetivo.

– O objetivo desta indicação é provocar positivamente o Poder Executivo para que possa buscar essa projeção internacional o mais rápido possível – explica Pierre. “A riqueza do processo histórico da criação de Nova Friburgo certamente ajuda muito, e oferece uma excelente plataforma a ser explorada por carnavalescos. Somos, afinal, a única cidade brasileira criada por decreto real, a que recebeu a primeira imigração suíça, a primeira imigração alemã...”, completou o parlamentar.

O vereador também justificou a opção pela via legislativa para uma situação que poderia ser tratada de maneiras diferentes. “Precisava de uma legislação para isso? Não. Mas fiz essa opção pela regulação para que possa haver uma participação de historiadores, do Legislativo, dos agentes públicos de turismo, da cultura, a própria Prefeitura, além de pessoas ligadas ao Carnaval ou empresários que queiram apoiar. É apenas uma indicação legislativa, se o governo não quiser mandar o projeto de lei de volta para a Câmara, então que faça um decreto. Enfim, vale como sugestão”, destacou Professor Pierre.

O vereador, por fim, alerta para a necessidade de que qualquer procedimento seja tomado com rapidez, dada a escassez de tempo para a definição do enredo das agremiações para os desfiles de 2018. “Sabemos que as agremiações costumam ter os seus enredos pré-definidos nesta altura do ano, mas nada impede que possa haver uma alteração ou adaptação. Ainda mais que os apoiadores deste enredo podem ser entes internacionais, uma vez que o desfile certamente irá falar sobre os povos formadores”, encerrou.
A indicação foi protocolada no último dia 15 de março e deve seguir a apreciação do plenário nos próximos dias.





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Cafeicultor de Bom Jardim ganha prêmio estadual

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O cafeicultor Francisco Nioac de Salles, da Fazenda Ipiranga, em Bom Jardim, foi reconhecido como o melhor produtor de café arábica do estado do Rio de Janeiro na safra 2016/2017, pelo 26º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Expresso. O fornecedor da Illycaffè repete o feito, já que também havia sido o vencedor regional na edição anterior.

Na edição nacional, os mineiros se destacaram. Grãos de três diferentes regiões do estado foram reconhecidos como os melhores do país pelo concurso da Illycaffè, que teve como campeões da categoria os produtores CBI Agropecuária, da Chapada de Minas; Juliana Armelin, do Cerrado Mineiro; e Rafael Marques de Araújo, das Matas de Minas.

A cerimônia de premiação, realizada no espaço Villa Vérico, em São Paulo, contou com a presença de Andrea Illy, presidente da Illycaffè, e outros representantes da companhia. A torrefadora italiana ofereceu, ao todo, um valor de mais de R$ 100 mil em prêmios.

A Illycaffè revelou, ainda, os produtores campeões de outras sete regiões, que subiram ao palco para receber seus prêmios. Também foram entregues os méritos de Fornecedor Sustentável do Ano a Elias Koji Okuyama (Cerrado Mineiro) e o de Classificadores do Ano a João de Medeiros Neto (primeiro lugar, Sul de Minas), Marcos Ribeiro Vasconcelos (segundo lugar, Cerrado Mineiro) e Jandir Castro Filho (terceiro lugar, São Paulo).

Entregue anualmente desde 1991, o Prêmio Ernesto Illy é a mais relevante iniciativa de valorização da cafeicultura brasileira. Instituído pela Illycaffè como ação fundamental dentro do plano de desenvolvimento da qualidade e sustentabilidade do café no país, o concurso já reconheceu mais de dois mil cafeicultores ao longo dos anos.

A Illycaffè é uma empresa familiar italiana, fundada em Trieste, em 1933, comprometida em oferecer o melhor café do mundo. É a marca de café mais global, produzindo um único blend de café expresso 100% arábica, com grãos provenientes de nove países fornecedores, sendo o Brasil o principal.

Com o objetivo de difundir a cultura do café, fundou a Università del Caffè, um centro educacional de excelência que oferece treinamento teórico e prático em todos os aspectos do café para cafeicultores, baristas, equipes de lojas de café e amantes da bebida. A Illycaffè emprega cerca de 1,2 mil pessoas globalmente e, em 2015, registrou receitas consolidadas de 437 milhões de euros.


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Prefeitura de Trajano de Moraes tem dívida de mais de R$ 18 milhões

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O prefeito de Trajano de Moraes, Rodrigo Viana, ao assumir o cargo em 01 de janeiro deste ano, assumiu uma das maiores dívidas públicas nas Prefeituras da região. Segundo Rodrigo Viana o montante chega a R$ 18.964.451,69. Este passivo é de 31 de dezembro de 2016, conforme documento da Prefeitura.

Num documento que a reportagem do Jornal da Região teve acesso, as maiores dívidas são com o Prev (Instituto de Previdência do município, que chega a R$ 4.958.242,56; e ainda um parcelamento com o Prev de R$ 3.033.392,97.

Com a Ampla-Enel (empresa de energia elétrica), a dívida chega a R$ 2.173.947,02; e com o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), a dívida chega a R$ 1.572.049,73.

A Prefeitura de Trajano de Moraes deve de Precatórios comuns, a importância de R$ 2.207.352,82 e Precatórios Trabalhistas o valor de R$ 1.864.932,86, conforme divulgou o prefeito atual. 

Existia também uma dívida de consignações envolvendo vários bancos e instituições que chega a R$ 795.275,19. O governo anterior ainda deixou restos a pagar processados no valor de R$ 55.490,10 e restos a pagar não processados no valor de R$ 30.803,54, e uma outra dívida de convênio de saúde que chega a R$ 215 mil, conforme informação do atual governo


Recuperando as estradas municipais

O município de Trajano de Moraes possui um das maiores malhas rodoviárias da região, e o estado das estradas estavam péssimas, quando o novo governo assumiu a Prefeitura.

Com o projeto “Estradas do Progresso”, a Prefeitura vem realizando patrolamento das estradas, principalmente na zona rural do município.

“Agradecimento especial ao nosso servidor e patroleiro profissional José Fabiano Lody, Zica Maciel e Bruno por terem conhecimento das necessidades e estão trabalhando em pleno sábado para o progresso de Trajano de Moraes e nossa zona rural. O trabalho não para, o objetivo é sempre o melhor para Trajano de Moraes!”, garante Rodrigo Viana.

O prefeito tem acompanhado de perto todo o trabalho de recuperação das estradas. Já foram realizada do trecho dos Borges que liga Ponte Nova ao trevo de Sodrelandia, a estrada da Soledade; e na região de Maria Mendonça. A recuperação do trecho entre a RJ 146 e Serra das Almas, é uma parceria da Prefeitura de Trajano de Moraes com o Departamento de Estradas de Rodagem (Der-RJ), inclusive colocando manilhas para escoar a água que forma uma poça em dias de chuva, e com isso estraga e ajuda criar buracos no asfalto, garante os responsáveis pela execução da obra.

“Sabemos que tem muito à ser feito, e vamos fazer. Estamos providenciando material para fazer o recapeamento de toda Serra das Almas”, garantiu o prefeito Rodrigo Viana.





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Músicos da região reclamam dos valores baixos dos cachês

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A crise financeira no país atingiu em cheio os cachês cobrados pelos artistas e músicos em toda a região. Artistas famosos chegavam a cobrar quase R$ 1 milhão por show. Hoje, com a crise, esses valores caíram praticamente pela metade.

Na região, o fenômeno também está prejudicando muita gente que trabalha com música, principalmente pela concorrência e a cobrança muito baixa por shows. Recentemente, nas redes sociais, um debate foi levantado por alguns músicos da região, que reclamam que há bandas cobrando cachês de R$ 300 para fazer apresentações.

Músico e cantor conhecido na região, o sertanejo Luan Severo afirmou “que tem gente na região, mais especificamente no interior do estado do Rio e em Minas Gerais, levando músicos em determinados estabelecimentos a preço de banana”.

Luan reagiu indignado com tal situação, que prejudica o mercado de trabalho deles. “São os famosos ‘’passa fome’’. Vamos parar com isso, que já tá feio! Mangalarga é uma coisa, pangaré é outra. Nossa região tem muitos talentos e sabemos diferenciar bons trabalhos e maus trabalhos. Talento tem que ser valorizado. Coisa boa é caro mesmo. Há investimento em instrumentos, som, gasolina e desgaste do carro, que muitos contratantes não se tocam”, justificou.

Wallace Barros, que também é músico, concorda. “Concordo com você, mas o problema é que a gente pede um preço e ninguém paga. Acham caro, por melhor que você seja. Hoje, uma banda boa não pode cobrar menos de R$ 2 mil, porque se for contar, um cachê de um bom músico está em R$ 300. Aí tem acordeon, teclado, bateria, guitarra e baixo. Se for botar percussão, lascou. Só aí já foram R$ 1,8 mil. Ainda tem transporte, e são poucos contratantes que veem isso”, afirma.

Outra situação interessante que está acontecendo nos últimos tempos é o show de Frank Aguiar. Ele, no ano passado, reduziu sua banda, que já chegou a ter 40 componentes, para apenas seis pessoas. Segundo ele, foi para adaptar à crise, facilitar deslocamento e, consequentemente, reduzir o custo do cachê para apresentação em todas as cidades do país. 

Só para se ter uma ideia, o cantor e compositor está fazendo uma turnê pela região, se apresentando em casas de shows até consideradas pequenas. Seu cachê, que já chegou a R$ 70 mil, hoje está cobrando na região de R$ 15 mil a R$ 20 mil.

Frank Aguiar fará shows na cidade de Carmo, no espaço Show Prime Clube; em Cordeiro, no Pesqueiro do Celmo; e em Boa Sorte, Cantagalo, na Cachoeira do Antônio Geraldo.


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