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Acidente com duas motos mata três pessoas em Cantagalo

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Uma tragédia que chocou a população de Cantagalo. Uma colisão entre duas motos ocorreu domingo passado, 12 de março, por volta das 15h40min., na RJ-152, em Boa Sorte, quinto distrito do município.

No acidente, faleceram o vereador Ralfy Matias Moreira, de 39 anos, Thayrine Carvalho da Silva, de 23, e Leonardo Vieira Timótheo, de 30 anos. Os três foram levados para o Hospital de Cantagalo. O vereador e Thayrine faleceram a caminho do hospital. Leonardo chegou vivo na unidade, mas não resistiu e morreu instantes depois. No mesmo acidente, Saulo de Carvalho Gomes, de 29 anos, e Tayvan Badega Dirques, de 23, foram socorridos com ferimentos.

O casal Thayrine e Leonardo havia se casado recentemente e residia em Euclidelândia, terceiro distrito de Cantagalo.

Segundo informações da polícia, as motos vinham em sentido contrário, quando bateram numa curva. A moto conduzida por Ralfy Matias estava com mais duas pessoas. Ele teria vindo a Cantagalo buscar jogadores para participar da partida inicial da equipe do Boa Sorte Atlético Clube, que iria começar a participar da Copa Noroeste.

A jovem que estava na outra moto era funcionária da Riedy e, recentemente, havia conquistado o veículo através de sorteio do supermercado Superthal.

A Prefeitura de Cantagalo decretou luto oficial de três dias pelo falecimento do vereador Ralfy Matias, que havia conquistado 845 votos nas eleições de outubro do ano passado, sendo o segundo mais votado para a Câmara Municipal.

Já a Câmara Municipal de Cantagalo emitiu uma nota em nome de todos os vereadores e funcionários manifestando seu profundo pesar e sua solidariedade aos familiares do vereador Ralfy Matias Moreira, assim como aos familiares e amigos de Thayrine Carvalho da Silva e Leonardo Vieira Timótheo.

Os velórios e os sepultamentos foram realizados na segunda-feira (13). Ralfy Matias Moreira teve seu corpo velado por cerca de 1 hora no prédio da Prefeitura. Depois, seguiu para o Ginásio Poliesportivo Pérlio de Oliveira, em Boa Sorte. O sepultamento ocorreu no cemitério local, às 17 horas.

Já o casal Thayrine Carvalho da Silva e Leonardo Vieira Timótheo foi velado na Primeira Igreja Batista de Euclidelândia. O enterro ocorreu às 17 horas, no cemitério local.




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Cantagalo completa 203 anos dia 09 de março

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Os primeiros habitantes do território de Cantagalo foram os índios Coroados e Goitacases, que desapareceram da região por volta de 1855. A colonização não indígena do local teve início em meados do século XVIII, em função da chamada “febre do ouro”, que atraiu aventureiros de todos os cantos, entre eles o português Manoel Henriques, conhecido como Mão de Luva. Ele deixou Minas Gerais acompanhado pelo seu bando em busca de vertentes dos córregos afluentes dos rios Macuco, Negro e Grande, com objetivo de conseguir riqueza fácil, através da garimpagem clandestina.

O bando de Mão de Luva localizou o lugar onde hoje está o bairro Triângulo, dando origem à formação de um núcleo que, em 1794, já possuía cerca de 200 moradias, formando uma mistura de aventureiros efetivos do local. Porém, a Coroa Portuguesa mantinha o monopólio de exploração dos garimpos. Por isso, por ordem de dom Luiz de Vasconcelos e Souza, vice-rei do Brasil, diversas diligências foram efetuadas contra o grupo, o que culminou com a captura do renegado português e de seu bando.

A prisão dos aventureiros foi ocasionada por uma situação curiosa, que acabou por dar origem à atual denominação do município. Depois de inúmeras batidas pelo mato, já bastante cansados e desanimados, os agentes se preparavam para voltar, quando ouviram um galo cantar. Penetrando mais fundo na mata, encontraram, dormindo à sombra de uma árvore, um dos companheiros de Mão de Luva. Preso, mas diante da promessa de liberdade e dinheiro, ele denunciou seus companheiros, que foram capturados quase sem oferecer resistência. Mão de Luva foi enviado, em degredo, para a África.





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Hospital Francisco Limongi, em Trajano, elege nova diretoria

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A eleição da diretoria executiva da Associação Hospitalar São Francisco de Paula, entidade gestora do Hospital Francisco Limongi, da cidade de Trajano de Moraes, foi realizada em 22 de fevereiro. Participaram 26 dos 35 membros associados da instituição.

A associação hospitalar já administra o único hospital do município de Trajano de Moraes desde o ano de 2011. “A associação teve de enfrentar situações difíceis das mais variadas assim que assumiu o hospital. Médicos não queriam prestar serviços pela fama que o hospital tinha de mau pagador, exames laboratoriais de pacientes eram levados para fora do município, dificultando e atrasando diagnósticos. A equipe, apesar de excelente, era desmotivada por não ser valorizada, dentre outras inúmeras dificuldades já enfrentadas”, afirma o presidente reeleito Riller Soares Diniz.

Riller Diniz conta, ainda, que a associação recebe duas entradas fixas de recursos, quais sejam, a subvenção concedida pelo município e o recurso SUS repassado pela sua prestação de serviços públicos. Esses dois recursos são o que mantêm o hospital de portas abertas, mas é importante frisar que não são suficientes, pois os gastos são muito superiores, o que gera dívidas.

A nova diretoria foi eleita para o mandato que se iniciou no dia 1º de março de 2017 e conta com pessoas da sociedade trajanense, tendo sido eleitas em votação individual os seguintes membros: presidente, Riler Soares Diniz, reeleito para o cargo por unanimidade; vice-presidente, Vanda Marini Lody, eleita por unanimidade; primeira tesoureira, Maria Janes Campos Machado; segundo tesoureiro, Rodrigo Joppert Braz; primeira secretária,  Karina dos Santos Domingues; segunda secretária, Sheyla Barreto Soares Santos, formando, assim, a diretoria executiva, tendo como suplentes quatro membros: Ivone Freire Torres, Samarah de Moura Ferreira, Fernanda Campos Machado Cordeiro e a Elizabeth Coelho Alves.

Na ocasião, também foram eleitos os membros do Conselho Fiscal da associação, para mandato de igual período, que também teve início em 1º de março, sendo eleitos como membros titulares Luciana Félix Fernandes, Celso Bechara Fernandes e Ronaldo Gomes Castro, tendo como suplentes Cristiany Guerra do Nascimento de Castro, Angela Rodrigues Vieira e Ana Maria Monteiro Neves.



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Mapa do Turismo Brasileiro passará por nova atualização

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Importante ferramenta de orientação para a atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento de políticas públicas, o Mapa do Turismo Brasileiro está sendo atualizado. 

A iniciativa atende os critérios divulgados na Portaria nº 268, publicada em 2016, que estabelece que a atualização deverá ser feita bienalmente, respeitando o primeiro ano de mandato dos prefeitos municipais e dos governadores estaduais e do Distrito Federal.

A atualização está prevista para ser concluída em julho deste ano. O processo será conduzido pelos gestores locais. Para tanto, os gestores estaduais e novos gestores municipais foram informados sobre prazos e a importância do remapeamento.

– O Mapa do Turismo Brasileiro é um instrumento fundamental para que o Ministério do Turismo trace suas metas e defina suas formas de atuação para assegurar o fortalecimento da atividade no país. Para isso, é fundamental a parceria com os gestores locais que conduzem o processo na ponta – explica o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

Entre as regras estabelecidas pelo Ministério do Turismo para que o município seja incluído no mapa estão: possuir órgão responsável pela pasta de turismo, destinar dotação para o turismo na lei orçamentária anual vigente e apresentar o termo de compromisso assinado por prefeito ou dirigente responsável pela pasta de turismo, conforme modelo disponibilizado no sistema, aderindo, de forma espontânea e formal, ao Programa de Regionalização do Turismo e à Região Turística.

Para atender possíveis dúvidas e prestar mais informações sobre o processo, a área técnica da Coordenação Geral de Mapeamento e Gestão Territorial do Turismo estabeleceu dois canais para atendimento dos gestores: o e-mail  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  e os telefones (61) 2023-8144/7269

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Carmo quer divulgar potencial turístico na TV Record

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A Rede Record de televisão estará em Carmo no canal aberto 18. A emissora pretende fazer matérias do interior do Estado do Rio de Janeiro


Os responsáveis pela Rede Record de televisão parabenizaram o prefeito Municipal, César Ladeira, pela forma como foram recebidos, e ressaltou que a Rede Record  de Televisão mostrará a cidade, suas belezas naturais, pontos turísticos e muito mais que Carmo tenha a oferecer, para mais de 2 milhões de espectadores.

Com esta divulgação o turismo de Carmo, as fazendas históricas, cachoeiras e os produtos da cidade, terão mais visibilidade, e quem ganhará com isso será a cidade que terá maior visibilidade de seu turismo rural.
  
Os diretores da rede record de televisão ficaram encantados com a cidade do Carmo, e parabenizaram o prefeito, e destacaram que na reunião com os prefeitos do Estado do Rio de janeiro, na Rede Record Rio de Janeiro, o chefe do Executivo de Carmo, se destacou pela sua simpatia e vontade em colocar a cidade na visibilidade do turismo neste Estado.

No dia 23 de fevereiro, o município do Carmo, recebeu a visita de vários representantes da Rede Record de Televisão, entre eles o diretor Executivo  da Record TV, Sérgio Ricardo Maciel de Souza; os artistas Benvindo Sequeira e Juliana Kelling; o apresentador Alexandre Tadeu; a gerente de Jornalismo Cláudia Eleonora, a gerente Comercial Denise Filone, o gerente de Marketing Marcus Oliveira.

Também estiveram no evento personalidades e políticos da região, como o ex-vereador de Nova Friburgo Gustavo Barroso; o diretor Geral da Nova TV, Marconi Medeiros; o diretor de Produção da TV Interativa, Delimar Molejao; o diretor de Núcleo da TVI e do blog Últimas Notícias, Adriano Teixeira; o vice presidente da Associação da Comunidade Evangélica de Carmo, pastor Luciano Corguinha; o bailarino e coreógrafo, Ronnie Maciel, que trabalha nos três melhores teatros de Berlim, na Alemanha e países como Áustria e França, além de vereadores e secretários Municipais.






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Grupo de Escoteiros de Cordeiro retoma suas atividades

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Nos idos de 1907, a Inglaterra foi o berço da criação de um movimento que mais tarde se espalharia por todos os países. Idealizado pelo ex-general Robert Baden-Powell, após ter se afastado do exército inglês, os Escoteiros são um movimento educacional que atua na formação de crianças e jovens. As atividades colaboram com a educação formal dos menores para torná-los cidadãos conscientes e atuantes na sociedade. A transmissão de valores éticos e morais, incluindo o respeito ao próximo e às questões relacionadas ao meio ambiente, são apenas alguns exemplos do escotismo.


Em Cordeiro, após ter sido fundado oficialmente há dois anos, o Grupo Escoteiro 125 Sempre Alerta conta atualmente com aproximadamente 20 integrantes, entre pais e escoteiros. O grupo possui uma alcateia – denominação dada aos menores com idade entre seis e 11 anos de idade, que são estrategicamente chamados de lobinhos – e uma tropa escoteira com integrantes dos 11 aos 14 anos.

As atividades do Grupo de Escoteiro 125 Sempre Alerta são realizadas todos os sábados, das 08h às 10h, na sede do IFF (Instituto Federal Fluminense), Escola Técnica localizada no interior do Parque de Exposições Raul Veiga. Podem participar crianças a partir dos seis anos e meio de idade. Já os adultos, podem se inscrever como voluntários, tendo ou não experiência no escotismo, já que receberão capacitação para desenvolver atividades com os mais novos.

O Grupo Sempre Alerta irá retomar suas atividades no próximo sábado, 4, depois de oito semanas em recesso. Os interessados em participar podem comparecer à sede do grupo, no Parque de Exposições, e procurar Rodrigo Tavares, instrutor escotista




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Mesmo com a morte da homenageada na semana antes do Carnaval, Vermelha e Branca faz um desfile bonito e emocionante na avenida

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Uma noite recheada de muita emoção, alegria e garra na avenida. Assim foi o desfile do Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Cantagalo (Gresuc), a Vermelha e Branca, como é popularmente conhecida.

Com o enredo ‘Nunca é tarde para começar!!! Viva Ruth Farah Nacif Lutterback!!!’, a agremiação carnavalesca levou para a avenida a parte artística de Ruth Farah, que resolveu realizar seus sonhos após os 60 anos de idade.

Essa cantagalense, que nasceu em 11 de abril de 1932, é filha dos libaneses Assad Miguel Nacif e Anna Farah Nacif, viúva de Alexandre Rodrigues Lutterback e mãe de Líbero, Marcelo, Ana Beatriz e Alexandre Filho, além de avó de 12 netos e quatro bisnetos.

Dona Ruth, como era mais conhecida, escreveu livros, trovas e poemas, sendo vencedora em mais de 200 concursos nessa área e trabalhava incentivando novos escritores. Seu amor pelo Carnaval de Cantagalo fez com que desfilasse em quase todos os blocos de embalo da cidade, abrilhantando por anos o desfile da Vermelha e Branca.

Infelizmente, Dona Ruth veio a falecer no último dia 21 de fevereiro, mas, devido ao seu jeito sempre alegre de viver a vida, a escola e os familiares participaram ativamente na organização do desfile.

O desfile foi organizado em três partes: a primeira abordando a perspectiva da Ruth escritora, com seu livro resumo de ‘Os Sertões’, de Euclides da Cunha, que se chama ‘Um pingo de Os Sertões’; a segunda, a Ruth poetisa e trovadora, através dos Jogos Florais, pelos quais já foi muito premiada no mundo todo. Finalizando, seu amor pelo Carnaval e pela família.

O neto de Dona Ruth, Patrick Lutterback, conhecido locutor de rodeios, fez uso da palavra e pediu a todos um minuto de silêncio. Ele deixou palavras de agradecimento em nome de toda a família da homenageada.

O samba deste ano é de autoria dos cantagalenses Xixa Pereira da Silva e Anderson Chaves (Manacoco), que foi escolhido em disputa organizada pela diretoria da Gresuc em janeiro deste ano.

À frente da bateria da Vermelha e Branca este ano estava a nova rainha, Joice Miguel, que substituiu a ex-rainha Tamara Evelyn.







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Cinco cidades no país têm o nome de Bom Jardim

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Cada cidade tem uma origem diferente para o nome, mas a nomenclatura é a mesma: Bom Jardim. Com nome de Bom Jardim há cidades nos estados do Rio de Janeiro, Goiás, Maranhão, Pernambuco e Santa Catarina.


A reportagem do JORNAL DA REGIÃO fez uma pequena pesquisa sobre a origem destes nomes. Bom Jardim (GO) tem população de 8.423 habitantes, segundo o Censo IBGE de 2010. A cidade surgiu em meados do século XIX, com a descoberta de pedras preciosas às margens do Ribeirão Macaco, quando iniciou-se a chegada dos primeiros habitantes em 1912.

No ano de 1917, com a chegada de novas famílias, e ocorrendo continuamente o ataque dos índios, várias pessoas se reuniram e decidiram doar, como promessa, uma área de terra à Igreja Católica, para que São João Batista pudesse livrá-los dos ataques indígenas. A fé dessas pessoas era tão grande que, aos poucos, os índios foram se afastando da região.

Em 1942, o povoado foi elevado à categoria de distrito de Bom Jardim, pertencente ao município de Rio Bonito – hoje Caiapônia –, cujo nome se deve por ser banhado pelo riacho Bom Jardim.

Bom Jardim (RJ) tem população estimada pelo IBGE, em 2014, de 26.126 habitantes. O município tem sua origem ligada ao caminho dos tropeiros que se dirigiam às minas da região de Cantagalo. Pertence ao município de Bom Jardim a região ainda hoje conhecida como ‘Furnas do Mão de Luva’, famoso contrabandista de ouro que teria lavrado nos rios da região e, diz a lenda, escondido nas ditas furnas parte do ouro ilegal.

Em 1887, foi criado o distrito de Paz de Bom Jardim, ligado à freguesia do Santíssimo Sacramento de Cantagalo. Assim, São José seguiu pertencendo a Nova Friburgo e Bom Jardim a Cantagalo. Em 1891, com a criação do município de Cordeiro, Bom Jardim passou a ser um de seus distritos. Em maio de 1892, uma nova reforma administrativa extinguiu o município de Cordeiro e devolveu as terras de Bom Jardim para Cantagalo e também devolveu São José do Ribeirão – que havia se tornado município – para Nova Friburgo.

Em dezembro de 1892, pela Lei nº 37, de 17 de dezembro de 1892, voltou a existir o município de São José do Ribeirão. O distrito de Bom Jardim deixou de pertencer a Cantagalo e passou a pertencer ao município de São José do Ribeirão que, no entanto, mudou de nome e de sede, passando a denominar-se Bom Jardim.

Em 5 de março de 1893, dando cumprimento à lei que o criara, foi estabelecido oficialmente o município de Bom Jardim. No dia 31 de dezembro de 1943, pela Lei Estadual nº 1.056, o município passou a se chamar Vergel, denominação que perdurou até 20 de junho de 1947, quando uma nova lei estadual devolveu ao município seu antigo nome de Bom Jardim.

Já Bom Jardim (MA) tem população de 40.898 habitantes, segundo estimativa do IBGE em 2016. Sua fundação foi no dia 14 de março de 1967.

No princípio, Bom Jardim era pertencente a Monção, onde só vinham caçadores residentes em Águas Boas, que caçavam, pescavam e retornavam. O local, até então, era uma verdadeira floresta, com mata fechada, e a existência de uma rica fauna e flora. A distância de Bom Jardim a São Luís, a capital do estado do Maranhão, é de 275 quilômetros.

Bom Jardim (PE) é um município localizado na mesorregião do Agreste Pernambucano e na microrregião do Médio Capibaribe. O povoado desenvolveu-se no entorno de uma capela em homenagem a Santa Ana. Seus primeiros habitantes foram mercadores de algodão do sertão da Paraíba, com grande movimento de tropeiros que buscavam o algodão bruto em Campina Grande para beneficiá-lo em Recife, a capital.

Sobre o nome Bom Jardim há uma lenda, segundo a qual o primitivo proprietário das terras da região, no início do século XVIII, contratou um capelão para dar assistência religiosa à população local. O capelão foi habitar em uma elevação, em um lugar cheio de árvores frondosas e paus-d’arco, circundado por um riacho. Extasiado com a beleza do lugar, o capelão exclamou: “este sim é um Bom Jardim”. A partir daí, passou-se a chamar Curato de Bom Jardim.

O município de Bom Jardim situa-se no Planalto da Borborema, formado por maciços e outeiros altos. Está localizada em Bom Jardim a maior reserva de granito marrom imperial do mundo.

Bom Jardim da Serra (SC) foi fundado no dia 29 de janeiro de 1967. Sua população, segundo censo do IBGE de 2010, era de 4,4 mil habitantes. A população de Bom Jardim da Serra é das mais variadas origens, das quais predominam os descendentes de portugueses, italianos e espanhóis que se dedicam ao cultivo da maçã e de batatas, e tem na pecuária uma grande força no comércio da região. Durante o inverno, há a possibilidade de neve na região.

Seu território passou a ser colonizado no século XIX. Vieram em excesso os colonizadores de Lages e certas pessoas provenientes do Rio Grande do Sul. Porém, já no século XVIII, em seu deslocamento, os tropeiros passavam pelas suas terras, dirigindo-se ao litoral ou, ao inverso, passavam pelo litoral, dirigindo-se à região do atual município, pelo caminho que Francisco de Souza Faria abriu em 1728, a conhecida Estrada dos Conventos. 

Por aproximadamente um século, o tropeiro teve grande importância na vida do atual município, levando em sua descida ao litoral abaixo, pela extraordinária serra de difícil subida, charque, sebo, courama, e trazendo em seu retorno, tecidos, querosene, sal, armas.







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