Aula de violão tem atraído dezenas de crianças em projeto social

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O encontro do talento com a oportunidade. Assim tem sido a rotina na vida de dezenas de crianças e jovens em Trajano de Moraes,  e no distrito de Visconde de Imbé. Um programa do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) tem levado aulas de violão gratuitamente para esses lugares. No local, eles participam assiduamente da oficina, que tem aulas administradas por um profissional graduado duas vezes por semana, nos turnos da manhã e da tarde.

O professor,  Renan André de Sá,  acredita que não existe uma idade adequada para despertar o talento musical. Ele explica aos alunos como forma de exemplo, o caso de Mozart, um dos maiores nomes da música erudita, que compôs suas primeiras sinfonias aos 4 anos de idade e ainda criança encantava a corte durante suas apresentações musicais. “Aqui não é diferente. Essa garota tem futuro”, disse.

Mas, mesmo que seu objetivo não seja lapidar um superstar, existem inúmeras vantagens em levar as crianças a frequentar uma aula de música no CRAS de Visconde e no de Trajano. “Explico sempre  aos alunos, que devemos começar pela audição. O primeiro sentido desenvolvido pelos seres humanos e certamente um dos mais beneficiados pela prática musical”, exemplifica Renan.

A secretária municipal de Assistência Social, Juliana Esteves Viana, acredita que além de aprender, a música auxilia as crianças a ampliarem a capacidade de expressão corporal e coordenação motora. “A gente quer que eles aprendam de verdade, e com isso sejam no futuro um músico consolidado. Trajano é um celeiro de talentos. O que estamos fazendo na gestão pública é apenas lapidar esses futuros músicos. Obrigado prefeito Rodrigo Viana por acreditar em mais esse projeto desenvolvido na Assistência Social”, agradeceu Juliana.

Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático. “A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. Às vezes saímos da sala de aula para um cenário mais aberto e que inspira o aprendizado, como exemplo, o antigo Fórum de Visconde”, explicou.




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