Locutor, músico, caminhoneiro e agora secretário Municipal

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Elair Pinheiro, conhecido no mundo artístico como Renan Mattos, pseudônimo sugerido pelo diretor proprietário da Rádio 94 fm de Cordeiro, Paulo Roberto Teixeira, é um cara pode se dizer, multifacetário pelo que já fêz profissionalmente. Nascido em Trajano de Moraes na fazenda Laitão da Cunha, sente–se orgulhoso por tudo que um garoto do interior conquistou mesmo sendo alguém oriundo de família pobre. Pais ricos de caráter e bons costumes que é o seu maior orgulho de ensinamentos para formação de seu caráter, pois nos estudos não foi possível se preparar para alcançar tantas vitórias em sua vida profissional. Agradecimentos e homenagem “in memorian” aos seus pais: Augusto Pinheiro e Elza de Mello Pinheiro sua única faculdade.

Jornal da Região (JR) – Renan quando você começou sua carreira de locutor? 

Renan Matos (RM) – No dia 1º de maio de 1973 visitava a cidade de Conceição de Macabú,  onde eu cursava o ginasial, o então deputado federal Alair Ferreira, e o apresentador do evento não compareceu. Fui então jogado aos leões por um amigo chamado Acílio Barboza para dar as boas vindas ao polìtico, cidade lotada e eu molhado de tanto nervoso, subí ao tablado e mandei ver, claro que de forma bastante simples, pois estava totalmente despreparado, mas  mandei ver, ao descer do tablado (palco) fui convidado a fazer um laboratório na rádio local (popular fluminense) que me rendeu os seis (6) primeiros anos como locutor de rádio.

JR - Quantos anos tinha quando usou o microfone pela primeira vez?

RM – Quantos anos? Deixa-me ver... Como disse o grupo nenhum de nós na música “camila, camila” kkk tinha eu apenas 17 anos.

JR – Quais foram as rádios que você atuou na regíão e  quanto tempo na 94fm?

RM – como disse aos 17 anos a primeira emissora foi a rádio popular fluminense em Conceição de Macabú, tive um período menor na rádio Costa azul em Angra dos Reis. E finalmente retornando a minha cidade de Trajano de Moraes, comecei a trabalhar em sonorizações, a convite do próprio Paulo Roberto e um profissional da comunicação que é meu amigo e professor, Henrique Júlio. Foram vários anos de eventos por todo estado do Rio de Janeiro. Em 1989 o empresário Paulo Roberto na época dono da Amplisom, empresa que eu já prestava serviços me convidou para o seu novo empreendimento que era a Centro Norte FM Stéreo, hoje a nossa querida Rádio 94FM de Cordeiro. Ali no dia 12 de maio de 1989 exatamente às 18:00, estreávamos nessa emissora, onde convivi por vários anos com excelentes profissionais de comunicação à quem devo muito, por todo êsse tempo e agradeço, como também aos milhões de ouvintes que conquistei nesse período. Ressalto que simultaneamente fiz uma temporada na querida Rádio Musical de Cantagalo, onde tive um enorme aprendizado com profissionais de altíssimo nível tais como: Nilson Leão, Juracy Vieira, Luiz Barros, incluindo o amigo Célio Figueiredo, editor do JR, entre outros grandes profissionais. Foi um periodo maravilhoso em minha vida profissional.

JR – Atualmente você é secretário de Administração do prefeito Rodrigo Viana em Trajano de Moraes. É a sua primeira experiência na administração pública? E porque aceitou este desfio?

RM - Um grande desafio. Tive o privilégio de ter trabalhado com seu pai o ex – prefeito João Luiz e antes em 2001 com o prefeito Omair Diniz, nos dois períodos como chefe de gabinete. Prefeitos que me deram muito orgulho de ter aprendido o pouco que sei, sobre gestão pública e principalmente como cuidar de um patrimônio que é de todos nós. Com o prefeito Rodrigo, não está sendo diferente. Um jovem que traz de berço um caráter irretocável, garra, juventude e acima de tudo, uma vocação extraordinária pelo ser humano. Como seu colaborador tem sido uma honra, porém uma responsabilidade muito grande, porque não tem sido fácil recolocar os trens nos trilhos, mas com sua determinação, juventude e garra haveremos de fazer diferente e para muito melhor se Deus quiser, não tenho dúvidas.

JR – Você também é músico, e últimamente faz shows na região. Como é esse trabalho?

RM - Na verdade não sou músico, me divirto com o que faço, tenho sido agraciado por àqueles que gostam de boa música. Costumo dizer que, quem faz o show é o público que gosta de grandes nomes da música popular brasileira e internacional. Coisa rara hoje em dia, mas estou muito feliz com o resultado desse hobbie.

JR – É verdade que você já foi caminhoneiro? Conte sobre essa experiência?

RM - Sim fui caminhoneiro. Aliás sou profissional habilitado para todas as categorias e com um detalhe: Cursos atulizados até 2020 incluindo transporte de passageiros. É muito bom ter mais de uma profissão, dessa forma é muito difícil você ficar sem trabalho, ainda mais nessa crise em que vivemos no Brasil.




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