Vereador requer o tombamento do Jardim de Cantagalo

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Na tarde do dia 27 de julho, em uma breve solenidade realizada ao lado do busto do imortal cantagalense Euclides da Cunha, o vereador e professor João Bôsco, acompanhado por um grupo de cantagalenses de expressão, requereu o tombamento municipal da “Praça João XXIII”, o “Jardim de Cantagalo”, ao som de trovas e textos alusivos a esse importante bem edificado do centro da Cidade.

Entre os documentos entregues ao secretário de Cultura, Turismo, Indústria, Comércio, Turismo, Esportes, Certames e Lazer, Cleyton Teixeira Rodrigues Filho, para iniciar o processo de tombamento, encontra-se uma minuciosa descrição histórica do Jardim, matérias publicadas em jornal, como também um caderno técnico descritivo do logradouro e de sua mais expressiva edificação: o Coreto, já tombado pelo Instituto de Patrimônio do Estado (INEPAC).

Em seu discurso o vereador afirmou a importância histórica, arquitetônica, paisagística, cultura e sentimental do Jardim de Cantagalo, e citou as palavras de um importante personagem da cultura cantagalense do século XIX, Dr. Artur Nunes da Silva: “Esse jardim é o mesmo que me viu criança, que adolescente me viu e hoje me vê começar a envelhecer, acompanhando em meu semblante o que lhe possa contar de minha vida...”

Também fizeram uso da palavra o secretário Cleyton Filho, afirmando a importância que o governo municipal dá ao jardim, e o médico Júlio Carvalho, em eloquente discurso, passou em revista a História de Jardim, destacando a atuação do seu pai, quando prefeito em se tratando deste logradouro.

O recital de trovas ficou por conta da Fany Teixeira, Adalto Machado e Eny Baptista, que também leu um texto do vereador e professor João Bôsco sobre o jardim.





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