Política

Bruno Boaretto: “Eu como administrador sempre busco o melhor para nossa população”

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Numa entrevista exclusiva ao Jornal da Região, o atual prefeito do município de Macuco, Bruno Boaretto, faz um balanço de seus primeiros 24 meses a frente da Prefeitura.


Jornal da Região (JR) - Depois de um primeiro ano de Governo direcionando o município de Macuco para sair da crise em que se encontrava em todas as áreas, como você vê sua administração hoje?
Bruno Boaretto (BB) - Passado o primeiro ano de reorganização do município, quando assumimos e retomamos o processo de crescimento de Macuco que encontrava-se sucateado, hoje temos um Macuco com o nome limpo, apto a receber recursos das esferas estadual e federal, esperamos estar nos próximos dois anos vivendo uma nova fase de governo. Mesmo com todas essas dificuldades, chegamos ao segundo ano de governo avançando em todos os segmentos. Os trabalhos iniciados junto aos Governos Estadual e Federal já começam a dar frutos, já podemos contar com os recursos próprios que serão utilizados. Entramos 2019 com muito otimismo e disposição e muita vontade de trabalhar em prol da população de Macuco.


JR - Nestes dois anos, quanto conseguiu de recursos federais, através de emendas parlamentares e quais foram os deputados que mais ajudou o município de Macuco?
BB - Costumo dizer que a burocracia é um câncer que assola nosso país. Estamos com um planejamento pronto para 2019 e pretendemos alavancar o município com recursos próprios juntamente com as emendas que virão desse nosso contato constante com os deputados. Estamos com muitos recursos empenhados mas dependemos do tempo de espera para que sejam liberados, o que não acontece na área de saúde porque as emendas são impositivas ou seja, dependem apenas dos Fundos de Saúde.  Hoje temos investimentos na área de saúde, Macuco já recebeu duas vans, três veículos novos e uma ambulância. Devo muito a deputados como Luis Carlos Ramos, Altineu Cortes, Marcelo Matos, para citar alguns que abraçaram nosso governo. Para a área de Agricultura, recebemos um trator novo e diversos maquinários para implementar a secretaria de Agricultura. 

Em 2019 tenho uma boa expectativa para os Governos Estadual e Federal principalmente no que diz respeito a esperar um novo olhar desses gestores para nossa região, que talvez por ser a menor esteja um passo atrás, vislumbro uma nova divisão melhor dos recursos a nível federal, a instituição de um novo pacto federativo, que garanta  mais direitos aos municípios. 


JR - A questão da construção do Hospital de Macuco se tornou prioridade número 1 de seu governo? Por quê? Existe previsão de quando concluir as obras?
BB - Entraremos em 2019 com esse espirito de prioridade em torno da obra do hospital de Macuco porque isso já é um sonho de nossa população. As obras começaram de uma forma complicada, foram interrompidas por mais de três anos. Por isso transformamos o que seria um centro de fisioterapia num Centro de Saúde municipal e estruturamos os PSFs para que pudessem atender na demanda até a conclusão das obras. Implementamos novas especialidades médicas no atendimento a população. Em nenhum momento desisti do convênio “Somando Forças”, buscando o auxílio do governo do Estado, e entre agosto e setembro conseguimos o pagamento de uma parcela atrasada, e já recebemos duas parcelas faltando apenas receber mais duas e duas contrapartidas de Macuco. Então hoje dependemos dessa liberação do Estado para que possamos pensar em conclusão, o que deve acontecer ainda esse ano. Depois passaremos as duas fases seguintes que são equipar o hospital e a terceira que é a administração do mesmo. 

JR - Pagamento de servidores municipais: Como tem conseguido pagar em dia diante das dificuldades em que se encontram as prefeituras municipais?
BB - O funcionalismo sempre esteve dentro das nossas prioridades de gestão, até porque nossos funcionários são a mola mestre do funcionamento de toda administração. Estamos mantendo nosso comprometimento em pagar dentro do mês os salários, pagamos mensalmente o cartão alimentação, dar a segurança do recebimento do décimo terceiro salário, pagamos todas as pendências do INSS, e estamos entrando numa fase de valorização do funcionário. Sabemos que isso é obrigação de todo administrador,  mas diante das dificuldades pelas quais as prefeituras vem passando, grandes arrecadadores fechando o mês em débito, e graças a Deus estamos conseguindo pagar nossos 600 funcionários concursados e comissionados, bem abaixo do limite previsto em lei. 


JR - Você tem participado de encontros do Sebrae, como convidado para palestras. Quais as ações estão sendo feitas na área do empreendedorismo em Macuco?
BB - O Sebrae tem sido um grande parceiro da nossa administração pois é uma instituição que abre muitas portas e dá muita credibilidade a qualquer instituição. Tenho plena convicção de que um dos grandes problemas enfrentados por Macuco ainda é o desemprego, e num primeiro momento nossa intenção era trazer empresas para nosso município para prover empregos. E um desses projetos apresentados pelo Sebrae foi o investimento no microempreendedor municipal, que é uma ferramenta de trabalho nova, que tira o pequeno empresário da informalidade, trazendo cursos de capacitação para os funcionários municipais envolvidos, fornecedores, e para os microempreendedores Individuais,  fazendo uma grande “corrente” em Macuco em prol do desenvolvimento. Criamos o Projeto Macuco Empreende e Incentiva, que tem reconhecimento a nível nacional pelo Sebrae, e que gera mais empregos e renda dentro do município. Com essas ações temos diminuído a burocracia e estamos dando mais oportunidades para que os microempreendedores possam crescer e consequentemente oferecerem mais empregos. 


JR - Cite as principais obras realizadas nestes dois anos de governo?
BB - Assumimos um município praticamente sem manutenção, tivemos que investir em maciçamente em obras de manilhamento, esgotamento ou seja saneamento básico. Também tivemos a preocupação de investir na saúde como a transformação do que seria um centro de fisioterapia em um pronto-socorro, muito bem equipado, também a reforma do PSF do bairro da Reta, construímos um PSF novo no bairro da Barreira que funcionava precariamente numa escola abandonada, que servia para depósito de lixo, com espaço reduzido, e hoje tem amplas salas de atendimento e com atendimento odontológico. Construímos um Horto Municipal, um Centro Poliesportivo no Parque de Exposições. Tivemos a preocupação de reformar pontes e passarelas, áreas de proteção e de estrutura básica.  Construímos praticamente um CRAS novo onde funcionava  o refeitório municipal que estava abandonado, que é o Cras Terezinha Martinelli onde a secretaria de Assistência Social vem fazendo um atendimento digno  a nossa população. 


JR - Exatamente por causa de todas essas ações você acaba de receber o troféu “Melhores do Ano” 2018, numa solenidade em Nova Friburgo. O que significa isso para sua administração e para você pessoalmente?
BB - Na verdade eu como administrador sempre busco o melhor para nossa população. Sempre sou perseverante naquilo que faço, e tenho como meu maior objetivo fazer o melhor para minha cidade, recebendo reconhecimento da população. A melhor obra que podemos deixar é o investimento nas pessoas. O reconhecimento que vem de fora me deixa muito feliz porque é fruto de um trabalho que está sendo refletido para fora do município. 


JR - A questão do esporte sempre foi muito incentivado no município. O que a atual Administração Municipal tem feito para apoiar as atividades esportivas em Macuco?
BB - Em 2019 queremos ampliar nossas ações porque até agora tivemos que priorizar outras secretarias como saúde e educação,  e neste ano vamos avançar na área de esportes, como já fizemos com o I Macuco Trail Run, investindo nas escolinhas de futebol, mas não esquecendo de outras modalidades esportivas que vem crescendo a nível nacional como o movimento das bikes. Não podemos deixar de esquecer o resgate do futebol de Macuco, já que chegamos a campeões da Copa Noroeste,  quando mais importante que troféus é o resgate desse sentimento de amor a cidade, a volta das torcidas, despertando o amor das crianças a Macuco unido ao esporte.  


JR - Você já foi vereador, e sabe como funciona o Legislativo Municipal. Como é o relacionamento do prefeito com os vereadores?
BB - Tem sido muito bom. Os vereadores foram fundamentais para que saíssemos desse momento de crise. A Câmara de Vereadores  foi muito importante,  respeitando as independências dos poderes, muito atuante, fazendo o papel de fiscalizador. Sempre mantivemos a prefeitura aberta a todos os vereadores no que concerne a cópias de documentos e informações. Trabalhamos sempre juntos em todos os projetos. Quero deixar aqui meu agradecimento a todos os vereadores, principalmente ao Carlos Alberto que foi presidente nesses dois anos, liderando os vereadores naquele momento, e desejo toda a sorte para o Zé Esthefani que foi eleito para esses dois últimos biênios. 




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Um cantagalense foi a Brasília ver a posse de Bolsonaro

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No último dia 31 de dezembro, o jovem cantagalense Pedro Gardello foi para Brasília com um único objetivo: assistir a posse do presidente Jair Messias Bolsonaro. “O objetivo era escrever na minha história mais um capítulo Bolsonaro em minha vida! O motivo maior foi por ter trabalhado e me empenhado muito em sua campanha e como tivemos êxito na mesma e a vitória foi linda, quis me presentear para fechar com chave de ouro toda essa luta minha e do povo brasileiro que estava cansado dessa política e desse mar de corrupção e violência em que nosso país é principalmente o estado do Rio está vivendo” garante Pedro Gardello. 

Perguntado porque fez questão de está “Em Brasília, na posse, Pedro Gardello disse que  acredita que, assim como eu, milhões de brasileiro votaram em Bolsonaro por acreditar que o país vai começar um processo de transformação política e  moral, para darmos um basta de vez nesse comunismo, nesse socialismo, na ideologia de gênero. Que possamos ter uma educação básica forte e que nossas universidades possam formar grandes profissionais e não militantes políticos como nos últimos 16 anos, ou seja, quis fazer parte do dia em que o Brasil resolveu retornar seus valores morais e cívicos”, enfatizou. 

O que mais chamou a atenção do cantagalense em Brasília foi o olhar do povo Brasileiro. “O sorriso, a alegria, e a emoção principalmente quando se cantava o Hino Nacional. Uma emoção atrás da outra, ver novamente no rosto do povo brasileiro a esperança estampada”

As maiores emoções para o cantagalense Pedro Gardelo foi quando pela primeira vez que se cantou o hino, e na fala da primeira Dama e no discurso de Bolsonaro no parlatório onde ele e o Mourão seguraram a bandeira do Brasil e disse: “Nossa bandeira jamais será vermelha” a multidão foi tomada de emoção!



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Abaixo-assinado pede ao novo governador a conclusão do Hospital do Câncer de Nova Friburgo

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A retomada das obras do Hospital do Câncer de Nova Friburgo, que estão paradas desde o ano passado, um compromisso não cumprido pelo governador do estado, Luiz Fernando Pezão, continua sem data para acontecer.

Com a posse do novo governador, Wilson Witzel, renovam-se as esperanças para que o projeto seja retomado.

O presidente da associação de moradores da Ponte da Saudade, José Roberto Folly, quer entregar ao futuro governador um abaixo assinado com cerca de 50 mil adesões, com o apelo para que ele se comprometa a reiniciar e finalizar as obras do Hospital de Oncologia Francisco Faria, nas instalações do antigo Centro Adventista de Vida Saudável.

“Estamos acompanhando esse projeto desde 2012. Agora com um novo governo se aproximando, reunimos assinaturas por todo o município e região para entregar em mãos ao governador eleito Wilson Witzel, para que ele se comprometa a dar continuidade às obras e terminar o projeto desse hospital. Assim que ele tomar posse, vamos procurá-lo para entregar em mãos as assinaturas de forma a sensibilizá-lo”, disse Folly.

Desde que o governo estadual perdeu a verba federal de cerca de R$ 50 milhões, o governador Luiz Fernando Pezão assumiu o compromisso de financiar a construção da unidade. No início do ano, o projeto passou por uma série de adaptações para, custando R$ 10 milhões a menos, caber nos cofres estaduais. Os três prédios originais foram reduzidos a dois. Também foi diminuída a quantidade de equipamentos como raios X, tomógrafos e leitos. O projeto prevê, porém, a possibilidade de expansão.

“Queremos que o novo governador se comprometa com a obra e a coloque como prioridade. Sabemos que o estado está cheio de prioridade, mas esse hospital vai, inclusive, resolver muitos problemas da capital. Quem não é visto não é lembrado. Nós precisamos mostrar ao Witzel as nossas dificuldades e a nossa luta. A nossa ideia é entregar as assinaturas quando estiver na faixa de 50 mil nomes. Acredito que até fevereiro conseguiremos atingir a meta. O que queremos é deixá-lo a par dessa situação logo no início do mandato, pois para o hospital ficar pronto são necessários mais três anos de obras. Quando começamos a colher as assinaturas, pensamos em juntar dez mil e rapidamente alcançamos a meta, o que mostra que a população necessita desse serviço na nossa cidade”, contou José Roberto Folly.

O projeto original do Hospital do Câncer prevê 200 leitos, sendo 30 infantis, 288 atendimentos por dia e quatro mil cirurgias por ano.  

O Hospital deverá atender pacientes que moram no eixo Cachoeiras de Macacu-Santa Maria Madalena. Atualmente, quem necessita do atendimento tem que se deslocar para o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, ou para Teresópolis.



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Cantagalense Welbert Pedro se destaca no cenário político nacional

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A eleição em outubro revelou novos nomes para a Assembleia Legislativa e para a Câmara Federal. O que muita gente não conhece é quem fica por trás, nos bastidores da eleição, fazendo com que ela, de fato, aconteça. 

É o caso do cantagalense Welbert Pedro, presidente do PSL de Nova Friburgo e coordenador geral das campanhas campeãs do ex-atleta olímpico Luiz Lima (PSL) para deputado federal e Alexandre Knoploch (PSL) para deputado estadual. Luiz foi eleito com 115.119 votos e Knoploch arrematou 103.639 votos, o terceiro mais votado para a ALERJ. 

Juntos, os dois novatos na política somaram 218.758 votos. Ambos surpreenderam e foram muito bem votados na região serrana do estado, desbancando candidatos “da terra” e que já possuíam mandato. Welbert foi o principal articulador das duas campanhas por todo o estado. Ele também coordenou, na região serrana do RJ, as campanhas de Jair Bolsonaro para presidente e Flávio Bolsonaro para o Senado, ambos do PSL. 

“Criamos um grupo político na serra e conseguimos montar núcleos de apoio em todas as regiões do estado. Trabalhamos muito, sem verba, com equipe restrita, mas extremamente competente e comprometida”. 

Welbert Pedro possuiu perfil de liderança e alta experiência em gestão pública e privada. É bacharel em Administração, Sistemas de Informação e Tecnólogo em Gestão da Tecnologia da Informação. Graduando em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (Cederj/Itaocara). Pós-Graduado em Controladoria e Finanças e Pós-graduando em Direito Público. Diplomado em diversos cursos nas áreas de Tecnologia da Informação, Planejamento, Gestão, Finanças e Controladoria, é, também, certificado como Auditor Interno da ISO 9000, 9001 e 14001. Atualmente é analista de mercado de capitais em instituições financeiras internacionais, além de ser assessor da Secretaria de Governo de Nova Friburgo. Embora jovem, iniciou sua carreira profissional no Grupo Votorantim, em Cantagalo, prestou serviços em empresas nos quatro cantos deste país e nas prefeituras de Duas Barras, Angras dos Reis, Quatis e Porto Real. Também foi membro suplente e titular do Conselho Municipal de Saúde de Nova Friburgo e membro titular e vice-presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Nova Friburgo.

Com todo esse extenso currículo, Welbert Pedro se cacifou para integrar as negociações da cúpula da política fluminense: ele é um dos articuladores junto à equipe de transição do governo estadual para indicar nomes para os cargos de confiança nos municípios da região serrana. Ele também foi convidado para chefiar o gabinete do deputado federal eleito Luiz Lima, em Brasília, mas pode ocupar uma vaga no alto escalão do governo do estado. 

Welbert Pedro é motivo de orgulho para região serrana. É um profissional visionário, exemplo bem-sucedido de articulador político e competente gestor, responsável por destacar Nova Friburgo e região no concorrido cenário político estadual.



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Mais um governador do estado do Rio de Janeiro é preso

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Luiz Fernando Pezão, atual governador do Rio de Janeiro, foi preso pela Polícia Federal em nova etapa da operação Lava Jato. A ordem de prisão preventiva foi expedida pelo do ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça.

Há ainda mandados contra o ex-secretário de Obras do estado do Rio, Hudson Braga, e dois homens apontados como operadores de um complexo esquema de segurança.

A operação é baseada na delação premiada de Carlos Miranda,  que foi operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral, preso desde novembro de 2016. Segundo Miranda, conhecido por ser o “homem da mala” de Sérgio Cabral, Pezão recebia 150 mil reais de mesada, chegou a receber dois bônus de 1 milhão de reais cada e também um décimo terceiro salário.

Segundo o Ministério Público Federal, Pezão operou esquema de corrupção próprio, com seus próprios operadores financeiros. Há provas documentais do pagamento em espécie a Pezão de quase R$ 40 milhões, em valores de hoje, entre 2007 e 2015.

Na avaliação da força-tarefa da Lava Jato, solto, o governador poderia dificultar ainda mais a recuperação dos valores, além de dissipar o patrimônio adquirido em decorrência da prática criminosa. Segundo o MPF, o esquema de corrupção ainda estava ativo.

Luiz Fernando Pezão é o quarto governador do estado do Rio de Janeiro a ser preso. Sérgio Cabral, Anthony Garotinho e Rosinha Matheus foram presos quando já não eram mais governadores. 

Sérgio Cabral foi preso em novembro de 2016, suspeito de receber propina para a concessão de obras públicas. Cabral segue preso e está na penitenciária de Bangu 8. O ex-governador é condenado na Lava Jato e réu em diversos processos. As condenações de Cabral somam 170 anos e 8 meses de prisão.

Anthony Garotinho e Rosinha Matheus foram presos em novembro de 2017 por crimes eleitorais. Eles negam a prática do crime.

Garotinho foi preso três vezes no período de um ano. A primeira, em 16 de novembro de 2016, na Operação Chequinho, que investiga um esquema de compra de votos envolvendo o programa social Cheque Cidadão na eleição municipal daquele ano.

A segunda prisão de Garotinho foi em setembro de 2017, quando foi condenado por fraude eleitoral. Na ocasião, o ex-governador cumpriu prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica. A terceira prisão foi em novembro de 2017, junto com sua mulher, a também ex-governadora Rosinha Matheus.

Garotinho chegou a lançar sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro nas eleições de 2018, mas o TSE barrou a candidatura. Candidato pelo PRP, Garotinho foi barrado com base na Lei da Ficha Limpa.



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O cantagalense Roberto Robadey continuará secretário da Defesa Civil no governo de Wilson Witzel

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O governador eleito do Rio de Janeiro Wilson Witzel anunciou novos secretários para o governo entre 2019 e 2022. 

Como prometido durante a campanha, o governador vai acabar com a Secretaria de Segurança. As polícias Civil e Militar ganham status de secretarias.

Na Secretaria da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros permanecerá o cantagalense Roberto Robadey Júnior, que tem tem 53 anos e é coronel do Corpo de Bombeiros, bacharel em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e tem pós-graduação em Defesa Civil e especialização em Combate a Incêndio Florestal. Ajudou a implantar e coordenar Defesas Civis Municipais em cidades do interior do RJ (Cordeiro, Cantagalo e Macuco). É o atual comandante geral do Corpo de Bombeiros e secretário da Defesa Civil.

Governança - é o novo nome da secretaria da Casa Civil que será coordenada por José Luis Zamith, atual coordenador-geral da transição. Ele tem 46 anos e é consultor de empresas, mestre em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mestre em gestão pelo TRIUM Global EMBA - curso oferecido pela New York University, HEC e London School of Economics. Foi da Marinha de 1990 a 2007 e é capitão de Corveta e fuzileiro naval da Reserva.

No Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda será Lucas Tristão, que tem 31 anos e é advogado tributarista, especialista em recuperação de empresas e administração de passivo fiscal. Se formou na Universidade de Vila Velha, onde foi aluno do então professor Wilson Witzel, e atuou como advogado em toda a Região Sudeste.

Na Polícia Civil será Marcus Vinícius Braga - tem 47 anos e é atualmente diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE). Ingressou na Polícia Civil como inspetor em 2002 e é delegado no RJ desde 2003. Já comandou delegacias distritais e especializadas, como a Coordenadoria de Operações Especiais (CORE) e as delegacias de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), de Combate às Drogas e de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA).

Na Polícia Militar será Rogério Figueiredo de Lacerda, que tem 48 anos e é coronel da Polícia Militar. Atualmente ocupa o cargo de coordenador das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Ele tem especializações em Comunicação Social, Educação Física, além de MBA em Gestão de Segurança Pública.

Na Controladoria Geral do Estado ocupará o cargo Bernardo Cunha Barbosa - tem 45 anos e é delegado da Polícia Federal. Atuou em casos de desvios de recursos públicos no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais. Tem graduação em Ciências Navais, pela Escola Naval, e em Direito, pela UERJ. É especialista em Criminologia pelo Instituto Superior do Ministério Público-RJ. Atualmente cursa pós-graduação em Direito Tributário na Fundação Getúlio Vargas. É professor da Escola Nacional de Delegados da Polícia Federal.

E na Procuradoria-Geral do Estado, ficará Marcelo Lopes da Silva - tem 50 anos e é procurador do Estado do Rio de Janeiro desde 1998 e já foi promotor de Justiça.



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Eduardo Galil defende fim de veículos oficiais

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O ex-deputado federal Eduardo Galil e ex-prefeito de Trajano de Moraes defendeu no dia 30 de outubro, nas redes sociais, algumas sugestões para o futuro do governo de Jair Bolsonaro

"Muitos me perguntam o que eu faria se estivesse no lugar de Bolsonaro, como ato concreto de governo? Não nutro essa ambição, nem muito menos fui questionado, ou outros me pediram conselho, apenas vou tentar explicar para os queridos amigos, o que eu penso", afirmou em seu facebook.

Uma das sugestões apresentadas seria acabar com a frota de veículos oficiais. "À semelhança da Câmara dos Deputados quando cheguei no ano de 1975, apenas veículos para o presidente e chega, tal medida se estenderia aos governos estaduais e prefeituras, assembleias legislativas e ao judiciário, neste caso com exceção dos juízes que julgam casos complexos nos quais exigem segurança porque correm risco de atentados. No Executivo a mesma coisa e, nos ministérios, em resumo acabar com a chapa branca", concluiu.

Galil sugere também que todas as prefeituras estariam obrigadas a colaborar para que os jovens possam cursas o ensino técnico ou universitário. "Estariam obrigadas a investir em educação e saúde cem vezes mais do que em festas".O município teria o Fundo de Participação aumentado, como prêmio, nos quais os mais pobres fossem, efetivamente, inclusos na sociedade, nesse tripé Trabalho - Casa - Comida.

Sugere também melhoria salarial para todos, com redução da carga tributária.

Na área criminal, Eduardo Galil, que também é advogado e já fi promotor público e professor universitário, sugere ações importantes. "Quanto aos crimes de cartel-monopólio seriam unidos com penas muito agravadas a semelhança do crime de lavagem de dinheiro".

Já os crimes de sonegação fiscal, Galil sugere que até determinados os valores importaria em penas pecuniárias, mas não em regime semiaberto ou fechado de cumprimento de pena."Seriam nos crimes hediondos obrigatória a prisão preventiva, sem progressão de regime", afirmou Eduardo Galil.

Na câmara federal, Eduardo Galil foi deputado federal no período de 1975 a 1979, pela Arena, e de 1983 a 1987 pelo PDS.Ele também foi prefeito do município de Trajano de Moais no período de 1989 a 1992 e de 1997 a 2000.



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Rogério Cabral lamenta que Friburgo não elegeu deputado estadual

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Em entrevista exclusiva ao Jornal da Região, o ex-prefeito de Nova Friburgo e ex-deputado estadual Rogério Cabral analisa a situação da política, e principalmente lamenta que a cidade não elegeu um representante na Assembléia Legislativa. Ele também faz um balanço de seu último ano de governo na Prefeitura. Nas redes sociais, já começar existir um movimento de “Volta Cabral” para que ele seja candidato a prefeito em 2010.

Jornal da Região (JR) - Poderia passar algumas informações sobre a aprovação de suas contas: qual foi o ano?  Quem foi o membro do TCE que deu parecer favorável? 
Rogério Cabral (RC) - A prestação de contas de administração financeira da Prefeitura de Nova Friburgo referente ao exercício de 2016 (último ano do Governo Rogério Cabral) foi aprovada pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). A relatora do processo foi a Conselheira Andreia Siqueira Martins. O parecer prévio favorável às contas foi encaminhado à Câmara Municipal que ratificou o ato, aprovando suas contas.

JR - Qual foi a receita do município em 2016?
RC - A Receita Arrecadada Líquida no exercício de 2016 foi de R$ 405.635.145,32, inferior à previsão constante do orçamento de R$ 586.064.922,00, ocorrendo um déficit de arrecadação de R$ 180.429.776,68, o que significa um decréscimo percentual de 30,79% em relação ao total da arrecadação prevista. Em relação à Receita Corrente Líquida - RCL houve uma redução de 4,57% da receita corrente líquida arrecadada no exercício de 2016 em relação à Receita alcançada no exercício de 2015. Esclareço que ainda entreguei o Município com 80 milhões em caixa. É importante frisar que compramos 58 equipamentos, tais como caminhões, máquinas, além de uma Usina de asfalto “quente” com capacidade para produzir 80 toneladas/hora, sendo uma das mais modernas, a qual proporcionou um asfaltamento em grande escala no Município, com mais 100 ruas no período de 1 ano.

JR - Qual foi o percentual gasto com a folha de pagamento em 2016?
RC - As despesas com a folha de pagamentos do Poder Executivo respeitaram o limite fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que limita o gasto a, no máximo, 54% da RCL, fechando o quarto quadrimestre em 49,96%. Na minha gestão consegui junto ao STF revalidar o famigerado concurso de 1999 e fizemos um outro concurso em 2015, sem contar que jamais atrasamos os salários dos servidores.

JR - Quanto foi aplicado na Educação?
RC – A prefeitura aplicou na manutenção e desenvolvimento do ensino infantil e fundamental o percentual de 28,46% do total das receitas resultantes dos impostos e transferências legais. O resultado demonstra que o município ficou acima do mínimo exigido, que é de 25%, conforme fixado pelo artigo 212 da Constituição Federal.

JR - Quantas escolas e creches foram construídas neste período em Nova Friburgo?
RC - O Município obedeceu ao limite mínimo de 60% de aplicação dos recursos do FUNDEB com o pagamento da remuneração dos profissionais do magistério da educação básica em efetivo exercício na rede pública, tendo em vista que aplicou 89,95% dos recursos do Fundo com esta finalidade. Com o resultado, o município ficou acima do limite mínimo de aplicação, que é 60%, de acordo com o previsto na Lei Federal 11.494/07. Nesse período construí 6 creches e 5 novas escolas, num total 11 unidades escolares além de entregar uniformes e material escolar para toda a rede de ensino, prestigiando os servidores da Educação com uma festa de fim de ano, onde foram sorteados vários brindes.

JR - E na Saúde, o que foi feito?
RC – O montante aplicado nas ações e serviços públicos de saúde, no exercício de 2016, pelo Município de Nova Friburgo, foi de 35,92%, tendo cumprido, portanto, o previsto no artigo 7º da Lei Complementar n.º 141/12. Conforme o previsto no artigo 7º da Lei Complementar nº 141/12, os municípios são obrigados a aplicar anualmente em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 15% da arrecadação dos impostos. 
Em minha gestão foram construídos três novos postos de saúde e inauguramos outros dois em imóveis já existentes. Nesse período mantivemos a UPA 24H em pleno funcionamento sem receber a contrapartida do Estado por mais de 20 meses.

JR - O que está fazendo da vida atualmente? 
RC - Atualmente estou aproveitando o momento com a família, pois durante 25 anos de vida na política sacrifiquei minha família, não vi minhas filhas crescerem, e agora que tenho um neto estou curtindo ele um pouco. E também cuidando das minhas atividades como produtor rural.

JR - Por que não foi candidato este ano? 
RC - Decidi não vir candidato a pedido da família, me reuni com eles e me foi passado que eu deveria não vir candidato, pois deveria cuidar mais de minha saúde, haja vista o momento desgastante que foi conduzir um município que depende de 80% de receita oriunda de outros órgãos e com a crise tanto a União quanto o Estado não cumpriram com os repasses ao município. Então para manter as contas em dia e não descumprir a lei me sacrifiquei muito, e a saúde começou a mostrar sinais de que deveria ao menos por agora não vir candidato para cuidar da saúde, mas estou bem melhor, foram 2 anos afastados que me fizeram rejuvenescer 20 anos.

JR - Qual sua avaliação das eleições deste ano?
RC - Tenho visto com preocupação o fato de Nova Friburgo não ter conseguido fazer um Deputado Estadual, isso é ruim, pois conforme falei antes, Nova Friburgo depende de repasses da União e do Estado e sem um representante nosso na ALERJ certamente dificultará uma “briga” para que nossa cidade possa ser beneficiada. Mas entendo que todas as mudanças são positivas. Em nossa cidade o povo quis uma mudança e fico feliz por ter contribuído com minhas idéias e muito trabalho pela nossa cidade no período da minha gestão 2013/2016.




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