‘Dia da Consciência Histórica e Cultural de Cantagalo’

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O projeto de lei dispõe sobre a criação do ‘Dia da Consciência Histórica e Cultural de Cantagalo’, como deve ser chamado o dia do aniversario de emancipação do município, comemorado em 9 de março.

A data será incluída no calendário oficial de eventos do município. A comemoração do ‘Dia da Consciência Histórica e Cultural de Cantagalo’, que coincide com o aniversário do município, terá cunho histórico, cultural e cívico, e será programada em diálogo com a sociedade civil organizada.

Na semana do dia 9 de março, a rede municipal de ensino promoverá, em suas unidades escolares, atividades pedagógicas alusivas à data, que contemplarão também a execução do Hino do Município.

O Poder Público fomentará, junto aos empreendedores locais, a promoção, por parte destes atores econômicos, de eventos e lançamentos comerciais que tenham como elementos centrais símbolos da história do município, como o “galo”, o “café”, as “fazendas históricas”, o “gado zebuíno”, entre outros.

João Bôsco levou em consideração muitos aspectos culturais e históricos na apresentação do projeto de lei. Ele considerou que nos anos de 2003 e 2004 ocorreu um importante processo de revisão histórica, que resultou na mudança da data magna do município de 2 de outubro para 9 de março, conforme o Decreto nº 1.661, de 22 de novembro de 2004.

A promulgação do decreto fez jus à história do município, pois resgatou para Cantagalo a condição de unidade administrativa mais antiga da região.

– Considerando que após a promulgação do Decreto nº 1.661, de 22 de novembro de 2004, a primeira comemoração do dia 9 de março, no ano de 2005, teve, marcadamente, caráter histórico e cultural, a comemoração do aniversário de Cantagalo, retomando o seu sentido original, aumentará a consciência que os cidadãos possuem da história do município, contribuirá para revitalizar, afirmar e projetar as manifestações da cultura local e fomentará o turismo histórico e cultural em terras cantagalenses –  justificou o vereador.

Com esses argumentos, o vereador João Bôsco, que também é professor, teve o projeto aprovado na Câmara. O documento já está na mesa do prefeito Guga de Paula, que, após o recebimento (semana passada), terá 15 dias para sancionar ou vetar a proposta.




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