Municípios devem assinar convênio e reforçar segurança pública

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Autoridades de algumas cidades da Região, se reuniram no 11º Batalhão de Polícia Militar, em Nova Friburgo, com a finalidade de discutir o convênio do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis).

O encontro colocou os militares cadastrados no programa, e em dias de folga, a disposição de sete municípios.
Trajano de Moraes, São Sebastião do Alto, Santa Maria Madalena, Cordeiro, Macuco, Bom Jardim e Duas Barras tiveram representantes na reunião. O Proeis é um convênio celebrado entre a Polícia Militar e um órgão público para poder cumprir um serviço de melhorias na região dentro da área de atuação daquela empresa pública.

De acordo com o vice-prefeito de Trajano, Jorge Diniz, a contratação desses militares levaria mais segurança para a cidade, e consequentemente aos distritos. “É um reforço e uma melhora na situação, além de trabalhar na organização urbana, a Polícia Militar inibe com certeza atos que por ventura coloque em risco a integridade da população”, disse.

Ainda de acordo com Jorginho, o Proeis tem este objetivo, ou seja, fechar parcerias e com ela, aumentar a capacidade da própria polícia na rua. “Excelente a colocação dos tenentes coronéis, quando explicaram a forma como os policiais podem trabalham na cidade. A vontade do prefeito Rodrigo Viana é sim expandir para os distritos mais policiais”, acrescentou.

Se firmado, o convênio será analisado pela assessoria jurídica da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro.  Os policiais trabalharão diariamente, em turnos, realizando operações de apoio à fiscalização em áreas específicas da cidade, recuperando o controle do ordenamento urbano e aumentando a segurança pública da região. “Precisamos de mais policiamento na divisa do município”, comentou o secretário municipal de governo Junior Azevedo.

Se firmado, o convênio entra em execução em pouco tempo. “A partir daí a gente coloca uma pessoa do governo responsável pela coordenação do trabalho. Com isso o serviço será realizado através de um planejamento estratégico realizado por uma comissão mista, formada por um oficial superior da Secretaria de Segurança Pública. O resultado com certeza é nota 10”, ressaltou Junior.

Para participar do programa, os PMs precisam se candidatar para o trabalho nos dias de folga, mas trabalham fardados e armados. Com plantões de oito e 12 horas, quem não tem cumprido o acordo e pago a ‘hora extra’ dos militares é a corporação. O projeto garante ainda uma renda extra aos policiais militares.





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