2ª Semana do Festival Vale do Café reúne história e música instrumental

(Foto: Paulo Rodrigues)

Até dia 28 de julho, o Festival Vale do Café movimenta as cidades de Vassouras, Valença, Barra do Piraí, Paulo de Frontin e Rio das Flores com concertos exclusivos, sabores da gastronomia local e a oportunidade de visitar alguns dos mais importantes patrimônios históricos da região do Vale do Café. Nesta edição, o Festival relembra os 60 anos de ausência de Villa-Lobos e 25 anos sem Tom Jobim.

A programação nas fazendas também recomeça na sexta-feira, dia 26 de julho, com o Duo Yvytú, na Fazenda Florença, em Conservatória, onde, após o concerto, haverá a estreia do sarau “Festa da Colheita”. Na parte da tarde, a emoção das operetas invade a Fazenda Vista Alegre, em Valença, nas vozes de Carol Mac Davit, Guilherme Kutz, Marcelo Coutinho e Katia Balloussier, interpretando grandes hits do gênero.

No sábado, dia 27, a belíssima Fazenda das Palmas, em Paulo de Frontin, recebe Duo Interarte, com homenagem à Villa-Lobos. Às 16h do mesmo dia, será a vez de Wagner Tiso e Victor Biglione roubarem a cena na Fazenda São Luís da Boa Sorte, em Vassouras, que anteriormente à apresentação recebe o público para visitação à casa sede e ao Museu do Café.

As fazendas São João da Prosperidade e Ponte Alta, ambas em Barra do Piraí, fecham a programação do 17º Festival Vale do Café. Na primeira, Turíbio Santos e Leo Gandelman apresentam músicas de Villa-Lobos e Bach. Na Fazenda Ponte Alta, o grupo Choro Novo fecha a tarde de visitação guiada pela casa que teve entre seus hóspedes frequente o ex-presidente Getúlio Vargas.

Como parte da programação gratuita, o cavaquinista Pedro Cantalice e grupo apresentam-se dia 26, sexta-feira, no Centro Cultural Professor Pacheco Leão, em Rio das Flores.

 

Sobre o Festival

Vencedor do Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro na categoria Empreendedorismo, o Festival Vale do Café faz parte do Calendário Oficial de Eventos do Estado devido a sua importância econômica e cultural.

Além de contribuir para a divulgação do patrimônio histórico e cultural envolvendo as antigas fazendas de café, o Festival Vale do Café é importante para a “alavancagem econômica da região”. De acordo com estudo da FGV, cada 1 real investido no evento garante para a economia local mais de 5 reais. O impacto econômico é ainda flagrante na ocupação de 100% da rede hoteleira das cidades que acolhem o Festival Vale do Café.

 

Cursos Gratuitos

Para os apaixonados pela música, de todas as idades, o Festival Vale do Café inclui ainda em sua programação cursos gratuitos de voz e instrumentalização, que ao longo de sua história, os cursos já deram oportunidade a mais de 4.000 alunos. O objetivo é permitir o aperfeiçoamento musical dos alunos, reforçando sua paixão pela música. São milhares de histórias marcantes que estimularam a profissionalização de jovens aprendizes, valorizando a inserção social através da música.

 

(Foto: Paulo Rodrigues)

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