{"id":1564,"date":"2012-05-04T14:41:36","date_gmt":"2012-05-04T17:41:36","guid":{"rendered":"http:\/\/playartedesign.com\/jornaldaregiao\/2012\/05\/04\/programa-rio-rural-apoia-projeto-rocarte-em-itaocara\/"},"modified":"2012-05-04T14:41:36","modified_gmt":"2012-05-04T17:41:36","slug":"programa-rio-rural-apoia-projeto-rocarte-em-itaocara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/programa-rio-rural-apoia-projeto-rocarte-em-itaocara\/","title":{"rendered":"Programa Rio Rural apoia  Projeto Ro\u00e7arte, em Itaocara"},"content":{"rendered":"<h3>Artesanato surge como fonte alternativa de renda para mulheres que trabalham na lavoura<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>A pecu\u00e1ria leiteira e a olericultura n\u00e3o s\u00e3o mais as \u00fanicas atividades desenvolvidas na Microbacia Concei\u00e7\u00e3o, no munic\u00edpio de Itaocara, no Noroeste fluminense. O artesanato, antes feito pelas mulheres, sem ser reconhecido como fonte de renda, est\u00e1 se tornando uma atividade grupal organizada e com car\u00e1ter profissional atrav\u00e9s do Projeto Ro\u00e7arte, desenvolvido com apoio do Programa Rio Rural, da Secretaria Estadual de Agricultura, e da Secretaria de Assist\u00eancia Social de Itaocara.<\/p>\n<p>Vinte e cinco mulheres da comunidade participam do curso de bordado livre, que teve in\u00edcio em outubro de 2011. O projeto, financiado pela Petrobras, surgiu na comunidade a partir das atividades do Rio Rural, junto com o Comit\u00ea Gestor de Microbacia (Cogem). \u201cNas reuni\u00f5es do Cogem, as mulheres manifestaram o desejo de aprender uma atividade que pudessem conciliar com o trabalho na lavoura. O Ro\u00e7arte estava come\u00e7ando e conseguimos traz\u00ea-lo\u201d, afirmou o t\u00e9cnico da Emater-Rio e executor do Rio Rural na microbacia, Lu\u00eds Alberto Vilarinhos.<\/p>\n<p>As aulas acontecem duas vezes por semana, no Centro Comunit\u00e1rio de Concei\u00e7\u00e3o. A instrutora Rosaly Rosa Pinho afirma que a turma est\u00e1 se saindo muito bem e v\u00ea um mercado promissor para a atividade. \u201cO bordado \u00e9 bem visto em qualquer lugar. Quando levamos nossas pe\u00e7as \u00e0s feiras, vendemos tudo\u201d, disse.<\/p>\n<p>Recentemente, o grupo recebeu, como incentivo do Rio Rural, duas m\u00e1quinas de costura para a finaliza\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as. As alunas tamb\u00e9m est\u00e3o otimistas. Quando as aulas acabarem, pretendem continuar trabalhando em grupo, formando uma cooperativa. A merendeira Neuza Ferraz Leon, uma das poucas que n\u00e3o trabalham na lavoura, acredita no potencial do grupo. \u201cSe a gente se unir, poderemos ter mais coisas na nossa comunidade. Muitas s\u00f3 trabalham na ro\u00e7a, vai ser \u00f3timo ter outra fonte de renda. Vamos crescer muito, vamos nos empenhar para fazer bons produtos e vend\u00ea-los\u201d, disse a aluna.<\/p>\n<p>Muitas j\u00e1 tinham alguma experi\u00eancia em t\u00e9cnicas como vagonite, marca e croch\u00ea, mas nenhuma sabia bordar. Maria Lener Pimenta, de 73 anos, que j\u00e1 trabalhou na ro\u00e7a ao lado do marido, p\u00f4de fazer o pr\u00f3prio enxoval. \u201cNunca \u00e9 tarde para aprender. Fa\u00e7o meus bordados e me distraio com as companheiras de curso\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>A mais jovem do grupo, Paloma da Silva Barbosa, de 23 anos, j\u00e1 tem clientela para os trabalhos de vagonite e pintura e quer aumentar sua renda. \u201cEu espero que o bordado me ajude a vender mais, seja mais uma op\u00e7\u00e3o de compra para minhas clientes\u201d, afirmou otimista.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artesanato surge como fonte alternativa de renda para mulheres que trabalham na lavoura A pecu\u00e1ria leiteira e a olericultura n\u00e3o s\u00e3o mais as \u00fanicas atividades desenvolvidas na Microbacia Concei\u00e7\u00e3o, no munic\u00edpio de Itaocara, no Noroeste fluminense. 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