{"id":2310,"date":"2012-10-29T16:33:50","date_gmt":"2012-10-29T18:33:50","guid":{"rendered":"http:\/\/playartedesign.com\/jornaldaregiao\/2012\/10\/29\/bondinho-e-obra-de-um-cantagalense\/"},"modified":"2012-10-29T16:33:50","modified_gmt":"2012-10-29T18:33:50","slug":"bondinho-e-obra-de-um-cantagalense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/bondinho-e-obra-de-um-cantagalense\/","title":{"rendered":"Bondinho \u00e9 obra de um cantagalense"},"content":{"rendered":"<h3>Neste s\u00e1bado, obra completa 100 anos.\u00a0Augusto Ramos nasceu em 1860, em Cantagalo<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>Chamado de \u201clouco\u201d na \u00e9poca em que imaginou o bondinho do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, no Rio de Janeiro, em 1908, o engenheiro Augusto Ferreira Ramos, que j\u00e1 tinha seu nome reconhecido entre os destaques da engenharia da \u00e9poca, era cantagalense, nascido em 1860, seis anos antes de Cantagalo tamb\u00e9m se tornar ber\u00e7o do escritor Euclydes da Cunha.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"caption\" src=\"noticias\/1198_pgina 12 - augusto.jpg\" border=\"0\" title=\"Chamado de \u201clouco\u201d, cantagalense mostrou que estava certo e fez sucesso \u2013 Foto: Acervo do Caminho A\u00e9reo P\u00e3o de A\u00e7\u00facar\" \/><\/p>\n<p>Conforme publicou o jornal O Globo do \u00faltimo domingo, 21 de outubro, \u201cAugusto Ferreira Ramos \u00e9 daquelas pessoas com curr\u00edculo t\u00e3o extenso que parece ter tido duas vidas\u201d. E a ousadia, que logo caiu no agrado popular, principalmente da alta sociedade carioca da \u00e9poca, in\u00edcio do s\u00e9culo XX, se tornou concreta e um dos pontos tur\u00edsticos mais conhecidos e visitados do mundo, traduzidos num telef\u00e9rico instalado no Morro da Urca e inaugurado em 27 de outubro de 1912.<\/p>\n<p>Do alto do bondinho, que antecedeu at\u00e9 mesmo o Cristo Redentor, outro destaque do cen\u00e1rio carioca, preso sobre cabos, o visitante pode se \u201cdebru\u00e7ar\u201d sobre boa parte da cidade, num \u00e2ngulo de 360\u00ba, numa r\u00e1pida, por\u00e9m prazerosa viagem, que come\u00e7a na Praia Vermelha.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o s\u00f3 na engenharia se destacava o cantagalense Augusto Ferreira Ramos, formado pela Escola Polit\u00e9cnica do Rio de Janeiro. Ele tamb\u00e9m atuou, conforme conta O Globo, \u201cem diferentes frentes na virada do s\u00e9culo XIX: no ramo do caf\u00e9, como autor de importantes escritos sobre o seu cultivo e comercializa\u00e7\u00e3o; na constru\u00e7\u00e3o de usina de a\u00e7\u00facar, de f\u00e1bricas de cimento e papel, de uma hidrel\u00e9trica no Vale do Itapemirim, e de uma das primeiras estradas de ferro el\u00e9tricas do pa\u00eds, no Esp\u00edrito Santo; na retifica\u00e7\u00e3o de trechos do Vale do Rio Para\u00edba, na Bahia; e em obras de saneamento em Curitiba (PR) e Vit\u00f3ria (ES).\u201d<\/p>\n<p>Finalizando, O Globo diz que \u201cAugusto Ramos morreu em 1939. Em 1934, Carlos Pinto Monteiro assumiu o bondinho e, em 1962, foi a vez de Crist\u00f3v\u00e3o Leite de Castro, pai da atual diretora, Maria Erc\u00edlia Leite de Castro.\u201d<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste s\u00e1bado, obra completa 100 anos.\u00a0Augusto Ramos nasceu em 1860, em Cantagalo Chamado de \u201clouco\u201d na \u00e9poca em que imaginou o bondinho do P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, no Rio de Janeiro, em 1908, o engenheiro Augusto Ferreira Ramos, que j\u00e1 tinha seu nome reconhecido entre os destaques da engenharia da \u00e9poca, era cantagalense, nascido em 1860, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-2310","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2310","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2310"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2310\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2310"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2310"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2310"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}