{"id":2449,"date":"2012-12-05T14:19:42","date_gmt":"2012-12-05T16:19:42","guid":{"rendered":"http:\/\/playartedesign.com\/jornaldaregiao\/2012\/12\/05\/trajano-e-o-municipio-de-menor-desenvolvimento-do-estado-do-rio\/"},"modified":"2012-12-05T14:19:42","modified_gmt":"2012-12-05T16:19:42","slug":"trajano-e-o-municipio-de-menor-desenvolvimento-do-estado-do-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/trajano-e-o-municipio-de-menor-desenvolvimento-do-estado-do-rio\/","title":{"rendered":"Trajano \u00e9 o munic\u00edpio de menor desenvolvimento do estado do Rio"},"content":{"rendered":"<h3>Da regi\u00e3o, apenas Nova Friburgo \u00e9 considerado de alto desenvolvimento<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>A Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou, esta semana, a quinta edi\u00e7\u00e3o do \u00cdndice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) do ano de 2010. E o munic\u00edpio de Trajano de Moraes foi apontado como o munic\u00edpio de menor desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"noticias\/1203_tabela_ifdm.jpg\" border=\"0\" title=\"Cr\u00e9dito: Thiago Valente\" \/><\/p>\n<p>Para piorar, quatro de nove munic\u00edpios da regi\u00e3o analisados pelo <strong>JORNAL DA REGI\u00c3O<\/strong> ficaram entre os dez piores do estado. Al\u00e9m de Trajano de Moraes, Duas Barras, Carmo e Cantagalo est\u00e3o no final da lista.<\/p>\n<p>Na outra ponta aparece Nova Friburgo, avaliado como o 11\u00ba munic\u00edpio mais desenvolvido do Rio de Janeiro. De quebra, a avalia\u00e7\u00e3o de 2010 apontou que o munic\u00edpio alcan\u00e7ou, pela primeira vez na avalia\u00e7\u00e3o do hist\u00f3rico, acima de 0,8, considerado alto \u00edndice.<\/p>\n<p>Criado pelo Sistema Firjan para acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica dos 5.565 munic\u00edpios brasileiros, o \u00cdndice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) revelou, em sua quinta edi\u00e7\u00e3o, que entre 2000 e 2010, mais que dobrou a quantidade de cidades brasileiras em patamar moderado de desenvolvimento. Nesse per\u00edodo, a participa\u00e7\u00e3o de munic\u00edpios na faixa moderada subiu de 30,1% (1.655 munic\u00edpios) para 61% (3.391 munic\u00edpios). No mesmo per\u00edodo, tamb\u00e9m caiu a presen\u00e7a de cidades na categoria de baixo desenvolvimento: de 18,2% (1.005 munic\u00edpios), em 2000, para 0,3% (seis munic\u00edpios). Embora continue pequeno, o n\u00famero de cidades com patamar de alto desenvolvimento registrou crescimento expressivo. Passou de 19 cidades, em 2000, para 328 cidades, em 2010.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia brasileira do IFDM atingiu 0,7899 pontos em 2010, um crescimento de 3,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2009, mantendo-se na faixa de classifica\u00e7\u00e3o de desenvolvimento moderado. Os dados refletem n\u00e3o s\u00f3 a recupera\u00e7\u00e3o da economia brasileira frente \u00e0 crise mundial de 2008 e 2009, mas, tamb\u00e9m, avan\u00e7os nas \u00e1reas de emprego, renda e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A principal contribui\u00e7\u00e3o para a m\u00e9dia brasileira partiu da vertente \u2018Emprego e Renda\u2019. O indicador manteve-se na faixa moderada, mas aumentou 8,6% em apenas um ano, passando de 0,7286 para 0,7914 pontos, como resultado da gera\u00e7\u00e3o recorde de mais de dois milh\u00f5es de empregos em 2010. Apesar do significativo crescimento, o IFDM \u2018Emprego e Renda\u2019 avan\u00e7ou em pouco mais da metade (52,2%) das cidades brasileiras, onde foram gerados 75% dos empregos com carteira assinada em 2010, revelando que o mercado formal de trabalho brasileiro ainda \u00e9 concentrado.<\/p>\n<p>A categoria \u2018Educa\u00e7\u00e3o\u2019 manteve a tend\u00eancia de evolu\u00e7\u00e3o observada nos \u00faltimos anos e alcan\u00e7ou 0,7692 pontos, desenvolvimento moderado. A pontua\u00e7\u00e3o representou um avan\u00e7o de 2,5% em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, com crescimento em 81,5% dos munic\u00edpios. Em particular, destacou-se a expans\u00e3o no atendimento da educa\u00e7\u00e3o infantil no Brasil, que, em 2010, progrediu em mais de 80% das cidades. A quantidade de crian\u00e7as em idade pr\u00e9-escolar matriculadas no Pa\u00eds subiu de 34,9%, em 2009, para 40,1%, no ano seguinte.<\/p>\n<p>Na \u2018Sa\u00fade\u2019, o indicador ficou praticamente est\u00e1vel, mas manteve-se em patamar de alto desenvolvimento, atingindo 0,8091 pontos: crescimento de 0,9%, em 2010, quando 64,8% dos munic\u00edpios avan\u00e7aram nessa \u00e1rea de desenvolvimento. Entre as vari\u00e1veis de sa\u00fade b\u00e1sica acompanhadas pelo estudo, o destaque de 2010 ficou para o aumento do n\u00famero de gestantes com sete ou mais consultas pr\u00e9-natal, o que ocorreu em quase 70% do Pa\u00eds. Ainda assim, apenas 5,3% dos munic\u00edpios t\u00eam mais de 90% das gestantes fazendo pr\u00e9-natal corretamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Discordando dos dados do estudo da Firjan, divulgados, pela primeira vez, no in\u00edcio deste ano, v\u00e1rios munic\u00edpios entram com questionamentos para revis\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es e dados.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Da regi\u00e3o, apenas Nova Friburgo \u00e9 considerado de alto desenvolvimento A Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou, esta semana, a quinta edi\u00e7\u00e3o do \u00cdndice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) do ano de 2010. 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