{"id":2828,"date":"2013-04-03T13:21:01","date_gmt":"2013-04-03T16:21:01","guid":{"rendered":"http:\/\/playartedesign.com\/jornaldaregiao\/2013\/04\/03\/cambuca-corre-risco-de-desaparecer\/"},"modified":"2013-04-03T13:21:01","modified_gmt":"2013-04-03T16:21:01","slug":"cambuca-corre-risco-de-desaparecer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/cambuca-corre-risco-de-desaparecer\/","title":{"rendered":"Cambuc\u00e1 corre risco de desaparecer"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 poucos exemplares em Cantagalo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>Os bi\u00f3logos do Projeto Cambuc\u00e1s, desenvolvido em Cantagalo, trabalham para a preserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, uma imponente \u00e1rvore de copa arredondada, caule forte e nativa da Mata Atl\u00e2ntica. O desmatamento feito pelo homem colocou o fruto em risco de extin\u00e7\u00e3o. O longo tempo de produ\u00e7\u00e3o faz com que o cambuc\u00e1 n\u00e3o seja uma fruta comercial, o que agrava o problema. Os primeiros frutos come\u00e7am a aparecer entre 15 e 18 anos.<\/p>\n<p>Um levantamento feito pela bi\u00f3loga Fabiana Corr\u00eaa, coordenadora do Projeto Cambuc\u00e1s, mostrou que h\u00e1 oito exemplares da \u00e1rvore em terrenos particulares, na zona rural do munic\u00edpio, e em \u00e1reas pr\u00f3ximas. Em uma fazenda da regi\u00e3o, que \u00e9 do s\u00e9culo XIX, h\u00e1 apenas dois p\u00e9s de cambuc\u00e1.<\/p>\n<p>A coordenadora do projeto conta que o objetivo \u00e9 aumentar o n\u00famero de \u00e1rvores. \u201cUma das ideias do projeto \u00e9 resgatar o cambuc\u00e1 presente nos quintais para que a gente tenha cada vez mais s\u00edtios, ch\u00e1caras, o quintal da casa e fazendas com cambuc\u00e1\u201d, diz Fabiana.<\/p>\n<p>O cambuc\u00e1 \u00e9 da mesma fam\u00edlia da jabuticaba. H\u00e1 v\u00e1rias caracter\u00edsticas em comum entre as duas frutas. Uma delas \u00e9 o crescimento muito lento. Em \u00e1reas de mata fechada, a \u00e1rvore do cambuc\u00e1 pode chegar a dez metros de altura, mas o tamanho fica um pouco menor em \u00e1reas de pomar.<\/p>\n<p>Cada fruto tem uma semente e a germina\u00e7\u00e3o leva em torno de 40 a cem dias depois de plantada. Os primeiros frutos come\u00e7am a aparecer entre 15 e 18 anos. Os frutos aparecem, geralmente, nos meses de dezembro e janeiro, mas alguns p\u00e9s florescem mais tarde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Comer o fruto, pouco conhecido, j\u00e1 se tornou um privil\u00e9gio para quem tem a oportunidade de experimentar o cambuc\u00e1. Al\u00e9m de saborosa, a fruta \u00e9 muito importante para o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico. Segundo especialistas, muitas esp\u00e9cies se alimentam do cambuc\u00e1.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 poucos exemplares em Cantagalo Os bi\u00f3logos do Projeto Cambuc\u00e1s, desenvolvido em Cantagalo, trabalham para a preserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, uma imponente \u00e1rvore de copa arredondada, caule forte e nativa da Mata Atl\u00e2ntica. O desmatamento feito pelo homem colocou o fruto em risco de extin\u00e7\u00e3o. O longo tempo de produ\u00e7\u00e3o faz com que o cambuc\u00e1 n\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-2828","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2828","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2828"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2828\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2828"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2828"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2828"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}