{"id":5263,"date":"2014-11-19T19:55:49","date_gmt":"2014-11-19T21:55:49","guid":{"rendered":"http:\/\/playartedesign.com\/jornaldaregiao\/2014\/11\/19\/projeto-fazenda-sao-clemente-relembra-o-sesquicentenario-de-nascimento-de-eduardo-chapot-prevost\/"},"modified":"2014-11-19T19:55:49","modified_gmt":"2014-11-19T21:55:49","slug":"projeto-fazenda-sao-clemente-relembra-o-sesquicentenario-de-nascimento-de-eduardo-chapot-prevost","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/projeto-fazenda-sao-clemente-relembra-o-sesquicentenario-de-nascimento-de-eduardo-chapot-prevost\/","title":{"rendered":"Projeto Fazenda S\u00e3o Clemente relembra o sesquicenten\u00e1rio de nascimento de Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\">O Projeto Fazenda S\u00e3o Clemente, neste ano de 2014, recorda os 150 anos de nascimento do m\u00e9dico e professor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost, uma das mais ilustres e not\u00f3rias personalidades da medicina brasileira, cujo nome tornou-se mundialmente famoso pela marcante e bem sucedida opera\u00e7\u00e3o que realizou, no final do s\u00e9culo XIX, separando as irm\u00e3s siamesas Maria e Rosalina.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost nasceu em Cantagalo, em 25 de junho de 1864, filho de Louis Chapot-Pr\u00e9vost, cirurgi\u00e3o dentista, de nacionalidade francesa, e de D. Louisa Chapot-Pr\u00e9vost, de nacionalidade belga, professora de l\u00ednguas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Chapot-Pr\u00e9vost cursou os preparat\u00f3rios no Col\u00e9gio Pedro II. Vocacionado aos estudos m\u00e9dicos, Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Colou grau em 1885, defendendo a tese sobre \u2018Formas Cl\u00ednicas do Puerperismo Infeccioso e seu Tratamento\u2019, na Bahia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No magist\u00e9rio, foi professor adjunto de anatomia, em 1886, e de histologia, em 1888, tendo logrado conquistar a c\u00e1tedra de histologia em 1890, com uma tese sob o t\u00edtulo \u2018Pesquisas Histol\u00f3gicas sobre a Inerva\u00e7\u00e3o das Vias Biliares Extra-Hep\u00e1ticas\u2019.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><b>NOTORIEDADE MUNDIAL<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em 30 de maio de 1900, Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost realizou, pela primeira vez na hist\u00f3ria da medicina, uma interven\u00e7\u00e3o operat\u00f3ria que constituiu um marco na evolu\u00e7\u00e3o da cirurgia mundial: a separa\u00e7\u00e3o das meninas toracoxif\u00f3pagas Maria e Rosalina, de 7 anos de idade, cuja cirurgia durou apenas 90 minutos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost, ap\u00f3s realizar os mais minuciosos estudos sobre a operabilidade desse caso de toracoxifopagia, esgotando os m\u00e9todos de investiga\u00e7\u00e3o e exame poss\u00edveis para a \u00e9poca, criou processos originais para as v\u00e1rias fases da inovadora cirurgia.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><b>MARIA E ROSALINA<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">As irm\u00e3s Maria e Rosalina, ligadas pelo f\u00edgado, nasceram em 21 de abril de 1893, em Cachoeiro do Itapemirim, no Esp\u00edrito Santo, filhas de Jo\u00e3o Ant\u00f4nio Davel e Rosalina Pinheiro Davel. Entretanto, os poucos recursos da medicina do final do s\u00e9culo XIX n\u00e3o permitiram aos m\u00e9dicos descobrir como e por onde elas estavam unidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O tempo foi passando e at\u00e9 que, quando tinham 5 anos de idade, os pais foram convencidos de que s\u00f3 no Rio de Janeiro seria poss\u00edvel resolver o caso. Poucos dias depois, rumaram para o Rio de Janeiro, onde o doutor Pinheiro J\u00fanior apresentou os pais das irm\u00e3s toracoxif\u00f3pagas ao doutor \u00c1lvaro Ramos, que decidiu realizar a opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Durante um ano, estiveram as crian\u00e7as aos cuidados desse m\u00e9dico, em observa\u00e7\u00e3o. A primeira tentativa de opera\u00e7\u00e3o fracassou, quando o doutor \u00c1lvaro Ramos descobriu que as meninas n\u00e3o estavam ligadas apenas por m\u00fasculos ou cartilagem, como inicialmente se pensara.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Diante desse resultado frustrado, o doutor Pinheiro J\u00fanior decidiu consultar o doutor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost sobre o caso. Ficou surpreso com a resposta do cientista, que declarou estar disposto a assumir a responsabilidade da interven\u00e7\u00e3o. Entretanto, como, na \u00e9poca, nem radiografias existiam, o decidido m\u00e9dico Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost foi obrigado a mais de um ano de pesquisas. Aplicando rem\u00e9dios para uma das irm\u00e3s a fim de verificar se a outra sentia os efeitos, foi que ele chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que o \u00f3rg\u00e3o que ligava as duas era o f\u00edgado. Foram necess\u00e1rios v\u00e1rios meses de experi\u00eancias para descobrir se elas possu\u00edam um \u00fanico f\u00edgado ou n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para preparar a opera\u00e7\u00e3o, o doutor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost foi obrigado a esculpir em gesso \u2013 no tamanho natural \u2013 o modelo das duas crian\u00e7as e a desenhar uma mesa de opera\u00e7\u00e3o especial, que se dividia em duas, para permitir que ele, depois de separadas as toracoxif\u00f3pagas, atendesse a uma delas, enquanto os assistentes conclu\u00edam a opera\u00e7\u00e3o da outra. Inclusive, um aparelho especial para a sutura do f\u00edgado foi desenhado e constru\u00eddo pelo m\u00e9dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A equipe m\u00e9dica chefiada pelo doutor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost, na opera\u00e7\u00e3o de toracoxifopagia, era composta por 13 m\u00e9dicos assistentes: doutor Paulino Werneck, doutor Pinheiro J\u00fanior, doutor Azevedo Monteiro, doutor Ernani Pinto, doutor Figueiredo Rodrigues, doutor Jo\u00e3o Gon\u00e7alves Lopes, doutor Amaro Campello, Dr. Jonathas Campello, doutor Jos\u00e9 Chapot-Pr\u00e9vost, doutor S\u00edlvio Muniz, doutor Paula Rodrigues, doutor Dias de Barros e doutor Chardinal d\u2019Arpenans.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em 1900, o doutor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost usou, pela primeira vez no mundo, as m\u00e1scaras de gaze, s\u00f3 dezenas de anos depois generalizadas pelos cirurgi\u00f5es de todos os continentes, em seus atos operat\u00f3rios. Para a hemostasia (interrup\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica de uma hemorragia) do f\u00edgado, separado em larga ponte de conex\u00e3o entre Maria e Rosalina, o doutor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost utilizou m\u00e9todo e aparelhos originais, aceitos na t\u00e9cnica cir\u00fargica, ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do seu trabalho \u2018Chirurgie d\u00eas Thoracopages\u2019, em Paris, no ano de 1901.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Durante o procedimento cir\u00fargico, \u201ca popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 acompanhando o drama de bondade e de amor que se representa na Casa de Sa\u00fade de S\u00e3o Sebasti\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Acabada a opera\u00e7\u00e3o, suspensa a a\u00e7\u00e3o (anest\u00e9sica) do clorof\u00f3rmio, quando um sil\u00eancio tr\u00e1gico reinava naquela sala em que acabava de ser afirmada a gl\u00f3ria da ci\u00eancia humana, a Mariasinha, a que mais sofrera, a que mais sangue perdera, a que mais receios devia dali por diante inspirar, logo ao despertar, agitou uma das m\u00e3os no ar e disse adeus \u00e0 irm\u00e3. Um cronista, na pressa de transmitir aos leitores as suas impress\u00f5es pessoais, n\u00e3o soube compreender toda a significa\u00e7\u00e3o desse adeus. Pareceu a essa alma apressada que havia ali, naquele gesto eloquente da pequenina, a manifesta\u00e7\u00e3o da primeira saudade, da primeira m\u00e1goa da separa\u00e7\u00e3o, do primeiro desgosto do apartamento&#8230; N\u00e3o era isso, n\u00e3o. Aquilo era um adeus aliviado e consolado, com que o gal\u00e9 se despede do calceta, com que o acusado se despede do banco dos r\u00e9us, com que a alma da gente se despede de uma preocupa\u00e7\u00e3o dolorosa, com que um devedor amea\u00e7ado de penhora se despede de uma d\u00edvida, com que todos os que sofrem se despedem do sofrimento.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Como querer\u00edeis v\u00f3s que se amassem aquelas pobres almas, condenadas ao eterno conv\u00edvio? Como querer\u00edeis v\u00f3s que n\u00e3o se repelissem aqueles dois corpos, condenados ao eterno contato?\u201d (trecho ap\u00f3crifo de um texto encontrado junto aos documentos dos descendentes dos familiares de Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost).<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Infelizmente, Maria, uma das xif\u00f3pagas, faleceu cinco dias e 14 horas ap\u00f3s a cirurgia, vitimada, conforme ficou provado pelo laudo da necropsia oficial, solicitada pelo pr\u00f3prio cirurgi\u00e3o, por uma pleuropericardite, quadro infeccioso para cuja debela\u00e7\u00e3o a medicina da \u00e9poca n\u00e3o dispunha de eficazes recursos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Maria, caso tivesse acatado a dieta recomendada, tamb\u00e9m se salvaria. Muito voluntariosa, por\u00e9m, e cheia de caprichos, n\u00e3o quis se submeter aos rigores que indicavam somente a ingest\u00e3o de caldos e coisas leves. A enfermeira resolveu contrariar o conselho m\u00e9dico e deu-lhe um mingau de tapioca, que causou grave infec\u00e7\u00e3o intestinal.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A sobreviv\u00eancia de Rosalina, a outra xif\u00f3paga, foi suficiente para atestar a magistral profici\u00eancia e o \u00eaxito do ato operat\u00f3rio, bem como para consagrar, no Brasil, e perante a ci\u00eancia m\u00e9dica mundial, o nome de Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost, cientista, mestre da medicina e imortal pioneiro deste tipo de cirurgia. Rosalina Henriques, depois de visitar toda a Europa, serviu de tema a v\u00e1rias confer\u00eancias m\u00e9dicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Rosalina relatou, em diversos jornais da d\u00e9cada de 1930, como ela e sua irm\u00e3 Maria viveram presas, uma a outra, durante sete anos. Havia, entre elas, profundas diferen\u00e7as de g\u00eanio e de vontades. Maria era voluntariosa, caprichosa e isso causava rusgas constantes. Uma n\u00e3o queria satisfazer as vontades da outra e principiava a briga da qual sempre Rosalina levava a pior parte, pois, mais cordata, calma e ponderada, cedia aos caprichos da irm\u00e3.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Resumindo, Rosalina gostava mais do sossego e Maria de brincadeiras mais movimentadas. Essas diverg\u00eancias eram constantes. Manifestavam-se, inclusive, na hora de dormir. Uma queria ir para o leito e a outra n\u00e3o, porque n\u00e3o tinha sono. E como era dif\u00edcil acomodarem-se no leito.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A deforma\u00e7\u00e3o no rosto da sobrevivente foi proveniente da posi\u00e7\u00e3o a que era obrigada no leito. Maria tamb\u00e9m apresentava deforma\u00e7\u00e3o id\u00eantica, mas em sentido inverso porque as suas faces se encostavam, e, de tanto se tocarem, estabeleceram perfeita jun\u00e7\u00e3o das partes em contato. O vestido tinha que ser de feitio todo especial. Da cintura para cima, com duas blusas; para baixo, uma saia somente. Comiam, cada qual no seu prato, mas sentadas numa s\u00f3 cadeira. &nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Rosalina disse que seus pais tiveram, depois, mais 10 filhos, todos eles perfeitos, e que o seu caso foi o \u00fanico fen\u00f4meno que se registrou na sua fam\u00edlia e na de seus parentes. Rosalina, contou, ainda, que, depois de operada, passou a morar com o doutor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost, que, mais tarde, se tornou seu padrinho e lhe arranjou educa\u00e7\u00e3o gratuita num col\u00e9gio de irm\u00e3s de caridade, em Botafogo. Seu grande benfeitor tratava-a como filha.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Quando o padrinho morreu, tinha Rosalina 14 anos de idade e, muito embora a fam\u00edlia do m\u00e9dico n\u00e3o quisesse, deixou a casa e foi morar com os pais. Educada, por\u00e9m, n\u00e3o se habituou \u00e0quela vida de priva\u00e7\u00f5es, no interior do Esp\u00edrito Santo. Assim, ela voltou para o Rio de Janeiro e, depois, passou a residir com a fam\u00edlia de Sebasti\u00e3o Lacerda, na vila que hoje tem seu nome e que se chamava Commercio. Em Sebasti\u00e3o Lacerda, perto de Vassouras, conheceu o homem que viria a ser seu esposo. Dos seus seis filhos, os dois primeiros nasceram em maternidades do Rio de Janeiro, pois os m\u00e9dicos temiam qualquer complica\u00e7\u00e3o no parto. Os outros quatro, em m\u00e3os de parteiras, naquele lugarejo fluminense. &nbsp;Rosalina viveu mais de 80 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><b>VIDA E FAM\u00cdLIA<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost casou-se com D. Laura Caminho\u00e1, filha do Comendador da Ordem da Rosa, Joaquim Monteiro Caminho\u00e1, doutor em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e professor de bot\u00e2nica e zoologia, e de sua esposa, D. Delmira Monteiro Caminho\u00e1. Da uni\u00e3o, nasceu um \u00fanico filho, falecido em tenra idade. Ap\u00f3s longa enfermidade, Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost faleceu em 19 de outubro de 1907, aos 43 anos de idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A fotografia e todas as informa\u00e7\u00f5es apresentadas na presente mat\u00e9ria foram retiradas dos diversos documentos e jornais das primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX sobre a vida e obra do doutor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost e que, pela for\u00e7a do destino, integram o acervo da Fazenda S\u00e3o Clemente, localizada em Boa Sorte, no munic\u00edpio de Cantagalo, Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><i><b><u>*\u00c1lvaro Ant\u00f4nio Sagulo Borges de Aquino<\/u><\/b> (coordenador executivo e coordenador de Comunica\u00e7\u00e3o Institucional do Projeto Fazenda S\u00e3o Clemente).<\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><i><b><u>*Marcello Cardoso Monnerat <\/u><\/b>(coordenador administrativo e financeiro e coordenador de Restaura\u00e7\u00e3o e Conserva\u00e7\u00e3o do Projeto Fazenda S\u00e3o Clemente).<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Projeto Fazenda S\u00e3o Clemente, neste ano de 2014, recorda os 150 anos de nascimento do m\u00e9dico e professor Eduardo Chapot-Pr\u00e9vost, uma das mais ilustres e not\u00f3rias personalidades da medicina brasileira, cujo nome tornou-se mundialmente famoso pela marcante e bem sucedida opera\u00e7\u00e3o que realizou, no final do s\u00e9culo XIX, separando as irm\u00e3s siamesas Maria e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"class_list":["post-5263","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5263","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5263"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5263\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5263"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5263"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5263"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}