{"id":6115,"date":"2015-06-11T02:00:31","date_gmt":"2015-06-11T05:00:31","guid":{"rendered":"http:\/\/playartedesign.com\/jornaldaregiao\/2015\/06\/11\/cordeiro-e-nova-friburgo-estao-com-os-melhores-indices-no-ranking-de-extrema-pobreza\/"},"modified":"2015-06-11T02:00:31","modified_gmt":"2015-06-11T05:00:31","slug":"cordeiro-e-nova-friburgo-estao-com-os-melhores-indices-no-ranking-de-extrema-pobreza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldaregiao.com\/ajustes\/cordeiro-e-nova-friburgo-estao-com-os-melhores-indices-no-ranking-de-extrema-pobreza\/","title":{"rendered":"Cordeiro e Nova Friburgo est\u00e3o com os melhores \u00edndices no ranking de extrema pobreza"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Uma pesquisa realizada pelo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Social aponta que S\u00e3o Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, tem o maior n\u00famero de pessoas vivendo em extrema pobreza no estado, ou seja, com renda familiar abaixo de R$ 70 por pessoa. De acordo com os dados, 6.452 moradores vivem nessa situa\u00e7\u00e3o, o que representa 15,6% da popula\u00e7\u00e3o. O levantamento tem como base o censo de 2010. Al\u00e9m de S\u00e3o Francisco, a cidade de Porci\u00fancula, no Noroeste, tamb\u00e9m tem o n\u00famero negativo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda de acordo com o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Social, 40,6% da popula\u00e7\u00e3o recebe o aux\u00edlio do Bolsa Fam\u00edlia, sendo o munic\u00edpio que mais usufrui do benef\u00edcio no Norte Fluminense, chegando perto de cidades do Nordeste do pa\u00eds. O munic\u00edpio \u00e9 o pior do estado no \u00cdndice de Desenvolvimento Humano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O catador de lenha Almir Alves Pereira, que sobrevive com R$ 50 por m\u00eas, \u00e9 um dos reflexos dessa realidade. Ele trabalha com uma ca\u00e7amba improvisada feita com um peda\u00e7o de geladeira. Almir mora sozinho em uma casa simples, emprestada pela tia. No im\u00f3vel, parte do banheiro n\u00e3o tem teto, n\u00e3o existem l\u00e2mpadas, ventilador, televis\u00e3o, r\u00e1dio e geladeira, pois n\u00e3o h\u00e1 energia el\u00e9trica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As roupas ficam amontoadas e a \u00e1gua, que ele retirava de um po\u00e7o que agora est\u00e1 seco, fica guardada em baldes. Ele dorme sem colch\u00e3o e o fog\u00e3o de lenha improvisado fica do lado de fora da casa. \u201cCom o que eu ganho, compro 1 kg de arroz e de feij\u00e3o, e um caf\u00e9, \u00e0s vezes. Com R$ 50 n\u00e3o d\u00e1 para fazer uma compra grande. As roupas que uso s\u00e3o doadas. N\u00e3o tenho luz porque n\u00e3o tenho condi\u00e7\u00f5es de pagar a conta\u201d, disse Almir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), S\u00e3o Francisco tem cerca de 41 mil habitantes. Segundo o Minist\u00e9rio do Trabalho, existem 1.878 empregos formais na cidade. Em nota, a Prefeitura informou que realiza a\u00e7\u00f5es para mudar essa realidade. Entre elas est\u00e3o a qualifica\u00e7\u00e3o profissional de mais de 1,5 mil cidad\u00e3os por cursos do Pronatec, Senai e do Programa de Gera\u00e7\u00e3o de Trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi criado, tamb\u00e9m, um balc\u00e3o de empregos em 2013, para colocar no mercado de trabalho formal 261 profissionais em vagas no munic\u00edpio e na regi\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porci\u00facula, no Noroeste Fluminense, tamb\u00e9m tem um n\u00famero ruim e ocupa a posi\u00e7\u00e3o 91 do ranking. Silva Jardim, na Baixada Litor\u00e2nea, est\u00e1 em 89\u00aa. Trajano de Moraes, na Regi\u00e3o Serrana, ocupa a posi\u00e7\u00e3o 84. Os munic\u00edpios com os melhores \u00edndices s\u00e3o Natividade, no Noroeste, que ocupa a s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o, com 1,7% da popula\u00e7\u00e3o vivendo em extrema pobreza; e Cordeiro, com 1,5%, na quinta posi\u00e7\u00e3o. Em seguida vem Nova Friburgo com 1,3%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pesquisa realizada pelo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Social aponta que S\u00e3o Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, tem o maior n\u00famero de pessoas vivendo em extrema pobreza no estado, ou seja, com renda familiar abaixo de R$ 70 por pessoa. 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