Se houver novo leilão de concessão, consórcio não descarta a possibilidade de participar
A tão polêmica Usina Hidrelétrica de Itaocara (UHE Itaocara), de responsabilidade de um consórcio que reúne a Itaocara Energia, do grupo Light, e a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), pode não mais sair do papel. A usina seria erguida na divisa dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, com a barragem no Rio Paraíba do Sul, à altura do município fluminense de Aperibé, afetando áreas de oito municípios, sendo três do estado de Minas Gerais – Estrela Dalva, Pirapetinga e Volta Grande – e cinco do estado do Rio de Janeiro: Aperibé, Cantagalo, Carmo, Itaocara e Santo Antônio de Pádua.