
“Amigos para sempre – 2”, por Celso Frauches
Gerado, Celso e João em registro de 1956 “Quando eu morrer, Beije as flores dos jardins, onde juntos passeamos tantas vezes, (…) Sinta o frio das manhãs acariciar teus lábios bem suavemente… No leito vazio que nos agasalhou por tantos anos…(..) Viaje pelos mares, pelos ares, pelos solos em que juntos viajamos(…)” (O Sobrado – para Iolanda, sua musa)







