
“Tolerância zero”, por Celso Frauches
Por alguns anos, fui consultor de educação superior de um centro universitário em Anápolis (GO). Lá conheci e convivi com um professor da língua portuguesa radical. Ele comentou comigo que, indo a um supermercado da época, na década de 90, quando foi pagar a conta ao caixa, preencheu o cheque no valor da compra, escrevendo assim a quantia: R$ 1.001,00




