
“O Emocional de um comércio”, por Amanda de Moraes
Comércios de bairro, para muitos, são como um ente familiar. A vendinha do seu Francisco, a quitanda da dona Maria, a padaria do seu Antônio alegram a vida de muita gente, ainda que não pensem muito nisso. É comum ao ser humano dar valor quando não se tem mais. Esses pequenos estabelecimentos estão muito além do ganha-pão do seu dono








