Jornal da Região

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Júlio Carvalho

Júlio Carvalho é médico e ex-vereador em Cantagalo.

Artigos publicados

“Censo de 2022”, por Dr Júlio Carvalho

Cada censo publicado pelo IBGE é um verdadeiro retrato do Brasil, que mostra a realidade de um país cheio de desigualdades sociais, que necessitam ser corrigidas para que possamos nos tornar de fato uma democracia com justiça social. A estimativa era de que a nossa população estivesse em 210 milhões de brasileiros. Todavia, o censo publicado no dia 27 de

“Policlínica”, por Dr Júlio Carvalho

Finalmente, no dia 27 último, foi inaugurada a Policlínica de Cantagalo, ao lado do Hospital de Cantagalo, depois da realização de uma obra que se arrastou por dez anos. Iniciado no governo do Prefeito Saulo Domingues Gouvêa, em convênio com o programa estadual Somando Forças, a obra teve início a todo vapor. Todavia, no início do governo de Guga de

“Data histórica e marco do progresso”, por Dr Júlio Carvalho

Existem determinadas datas que jamais deveriam desaparecer da memória popular nem do calendário histórico dos municípios; em Cantagalo, essa data é o dia 15 de novembro. Os leitores pensarão: o articulista não está bem mentalmente, pois todos sabem que 15 de novembro é a data da Proclamação da República, colocando um ponto final no único império da América do Sul.

São Lucas

“São Lucas”, por Dr Júlio Carvalho

A Igreja Católica, Apostólica, Romana, no seu calendário litúrgico, reserva o dia 18 de outubro para comemorar São Lucas; ao mesmo tempo, no Brasil e em vários países ocidentais, a data é considerada o Dia dos Médicos. Por que isso ocorre? Segundo São Paulo, o apóstolo dos gentios, São Lucas era médico e seu companheiro em algumas viagens de evangelização,

Ecologia

“Ecologia e Religião”, por Dr Júlio Carvalho

Fala-se muito, atualmente, em ecologia, como se fosse um tema do mundo atual; principalmente, nos últimos quatro anos, quando a floresta amazônica era destruída impiedosamente por madeireiros, ao mesmo tempo em que os rios da região eram criminosamente contaminados com mercúrio colocado por garimpeiros em busca de ouro, resultando na extinção da vida animal naquelas águas; sem comentar na mortalidade

Célio Figueiredo mostrando edição histórica do Jornal da Região

“Jornais”, por Dr Júlio Carvalho

Segundo a tradição histórica, o primeiro jornal surgiu em Roma, durante o período do imperador Júlio César, sendo bem diferente dos jornais de hoje. O mesmo era formado por grandes placas, onde eram escritas as notícias, sendo afixadas nos locais de maior frequência popular. É evidente que esse tipo de jornal primitivo só noticiava os fatos favoráveis ao imperador Júlio

Carlos Teixeira Camacho - Dinda

“Dinda”, por Dr Júlio Carvalho

Jamais soube a origem do seu apelido, todavia tive a felicidade de privar da sua amizade durante mais de meio século e tê-lo com companheiro de luta em algumas situações importantes da minha vida. Seu nome de registro era Carlos Teixeira Camacho, filho do casal João Camacho e Emília Teixeira Camacho. Era membro de uma irmandade de oito filhos. Todos

Domenico de Masi

“Sociólogo italiano”, por Dr Júlio Carvalho

Em certo fim de semana, há muito tempo, o caderno cultural do extinto Jornal do Brasil, apresentava o livro “O ócio criativo”. Li o comentário sobre o trabalho e achei interessante as ideias do autor, um sociólogo italiano da cidade de Nápoles, professor de Sociologia do Trabalho na Universidade Sapienza de Roma, onde foi reitor da faculdade de Ciências da

Grito da Independência

“Independência – Parte 2”, por Dr Júlio Carvalho

[LEIA A PARTE 1 DESTE ARTIGO NESTE LINK]   O desejo de liberdade e de independência do Brasil não cessava de aumentar. Cada vez que as Cortes de Lisboa limitavam os direitos dos brasileiros e do Príncipe D. Pedro, as revoltas e manifestações brasileiras aumentavam. Relatam alguns autores que duas pessoas tiveram importância fundamental na decisão de D. Pedro: sua

Conjuração Baiana

“Independência – Parte 1”, por Dr Júlio Carvalho

Foto da capa: Conjuração Baiana   Durante o curso ginasial e em outras oportunidades, a independência do Brasil é descrita cheia de romantismo, parecendo que tudo ocorreu na maior paz, sendo constituída apenas pela atitude do Príncipe Regente, retirando do chapéu as cores que simbolizavam Portugal e gritando Independência ou Morte. Visto sob esse ângulo, foi uma maravilha. O Príncipe

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