Jornal da Região

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Júlio Carvalho

Júlio Carvalho é médico e ex-vereador em Cantagalo.

Artigos publicados

Jesus existiu? Por Júlio Carvalho

“Jesus existiu?”, por Júlio Carvalho

No dia 25 de dezembro, comemoramos o nascimento de Jesus, dia de muita festa, alegria, confraternização, amor, boa alimentação, etc. Por mais uma semana, ainda estamos na oitava do Natal, mas será que o homem Jesus realmente existiu? Certa vez, conversando com um amigo, ele me disse: “Acredito em Deus, mas Jesus não existiu, foi uma invenção religiosa.” Fiquei triste,

“Natal, Nasceu Jesus”, por Julio Carvalho

Falta apenas uma semana para o Natal de Jesus, nascimento que foi profetizado por alguns milhares de anos e anunciado por diversos profetas. O reino de Israel havia atingido seu apogeu com Davi e com Salomão; depois, viera a decadência, com a queda do reino da Samaria para a Assíria (722 a.C.) e, 136 anos depois, com a conquista do

“É muita alegria”, por Julio Carvalho

Aquele menino do interior, com nove para dez anos de idade, viajou para o Rio de Janeiro pela primeira vez, em companhia dos pais e do irmão mais novo, depois de vários preparativos: roupas e sapatos novos, além de inúmeras recomendações por parte da mãe. Depois de dez horas de viagem no trem da E.F. Leopoldina, tracionado por uma velha

“A Glória Eterna”, por Julio Carvalho

Discordo da frase criada pela CONMEBOL em relação aos vencedores da Taça Libertadores da América. Glória eterna só a de Deus, energia criadora do universo do qual os seres humanos formam uma ínfima partícula; todavia ser campeão desse torneio de futebol realmente engrandece qualquer clube que possa consegui-lo. No último sábado, dia 29.11.25, foi a vez do C.R. Flamengo, agremiação

“Vai tudo bem, obrigado”, por Julio Carvalho

Não sou economista, jamais fui ligado as ciências numéricas e exatas; desde a juventude dediquei-me aos assuntos da área da Biologia, todavia gosto de ler as notícias publicadas no caderno de Economia, no jornal que minha esposa, Letícia, assina há alguns anos. Recentemente li sobre o índice das populações brasileiras que vivem na pobreza e na extrema pobreza. É triste,

“Brava Gente Brasileira”, por Julio Carvalho

Uma das estrofes do Hino da Independência começa com esta frase: “Brava gente brasileira”; por sinal é um hino de letra belíssima, de autoria do jornalista e político Evaristo da Veiga, falecido precocemente aos 44 anos. Quando ouço essa frase desse hino considero que ela deveria ser dedicada aos nossos patrícios negros, descendentes dos africanos prisioneiros, trazidos dos tristes portos

“Flávio Monteiro”, por Julio Carvalho

Cantagalense, filho de Antônio Monteiro (Sr. Antoniquinho Monteiro) e de Carolina Righi Monteiro (Sra. Carola Monteiro); irmão de Ione, Maria Izabel (Belinha) e Terezinha. O pai era viajante de mercadorias, isto é, viajava toda semana ao Rio de Janeiro, pelos trens da Leopoldina, onde fazia as compras solicitadas por seus fregueses, enquanto Dona Carola cuidava da família.                                Flávio desde jovem

“Finados”, por Julio Carvalho

Herdamos do povo judeu o culto e o respeito à memória dos falecidos, ficando estabelecido o dia 2 de novembro como Finados, precedido pelo Dia de Todos os Santos; data em que são comemorados todos aqueles desconhecidos que foram santificados por Deus por seus méritos durante a vida humana. É infinito o número de santificados, como podemos ver na leitura

“Feliz Reencontro”, por Julio Carvalho

Depois de uma reunião de duas horas com a prefeita e outros membros do governo de Cantagalo chego em casa e convido minha esposa para saborear uma pizza no Don Heitor. Escolhemos a última mesa por ser mais tranquila devido ao menor movimento de pessoas.                          Quando estávamos na metade da refeição entram quatro elegantes senhoras e ocupam uma mesa mais

“18 de outubro, dia de São Lucas, dia do Médico”, por Julio Carvalho

18 de outubro, dia do médico, a primeira coisa que me lembro é a figura de meu pai; médico em Cantagalo durante 45 anos, sempre de terno e gravata, fizesse calor ou frio. Depois de muito tempo passou a usar um jaleco, mas sempre com camisa de mangas compridas e gravata.                                 Seu consultório foi sempre na sua residência, atendendo a

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