Jornal da Região

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Celso Frauches

Celso Frauches é escritor, jornalista, historiador, pesquisador e diretor-presidente do Instituto Mão de Luva.

Artigos publicados

“Lafontaine – O trovador”, por Celso Frauches

Lafontaine, na Presidência da Câmara Municipal, discursa na sessão solene de 2 de outubro de 1957, nas comemorações do centenário da cidade de Cantagalo.   Lafontaine foi poeta Com alma de trovador Transformava a vida em festa Espalhando riso e amor. (Angela Araújo) No domingo, 6, eu e Angela passamos momentos especiais e gratos, na visita que fizemos à Dila

“Trovas & prosa”, por Celso Frauches

Por volta dos dezesseis anos de idade, tomei contato com a Trova pelas mãos, ideias e sonhos do amigo, jornalista, advogado e poeta Milton Nunes Loureiro. Um pouco à frente, trabalhei com ele na Delegacia de Polícia de Cantagalo. Ele escrivão e eu escrevente, em meado dos anos 50. As trovas – e especialmente as trovas dele – estavam sempre

“Trovas & prosa”, por Celso Frauches

Por volta dos dezesseis anos de idade, tomei contato com a Trova pelas mãos, ideias e sonhos do amigo, jornalista, advogado e poeta Milton Nunes Loureiro. Um pouco à frente, trabalhei com ele na Delegacia de Polícia de Cantagalo. Ele escrivão e eu escrevente, em meado dos anos 50. As trovas – e especialmente as trovas dele – estavam sempre

“Trovas & prosa”, por Celso Frauches

Por volta dos dezesseis anos de idade, tomei contato com a Trova pelas mãos, ideias e sonhos do amigo, jornalista, advogado e poeta Milton Nunes Loureiro. Um pouco à frente, trabalhei com ele na Delegacia de Polícia de Cantagalo. Ele escrivão e eu escrevente, em meado dos anos 50. As trovas – e especialmente as trovas dele – estavam sempre

“Trovas & prosa”, por Celso Frauches

Por volta dos dezesseis anos de idade, tomei contato com a Trova pelas mãos, ideias e sonhos do amigo, jornalista, advogado e poeta Milton Nunes Loureiro. Um pouco à frente, trabalhei com ele na Delegacia de Polícia de Cantagalo. Ele escrivão e eu escrevente, em meado dos anos 50. As trovas – e especialmente as trovas dele – estavam sempre

“Educação, um tesouro a descobrir”, por Celso Frauches

O cientista Galileo di Vincenzo Bonaulti de Galilei, Galileu Galilei (1564-1642), já afirmava, no século 16, que “não se pode ensinar nada a um homem, você pode apenas ajudá-lo a encontrar aquilo que está dentro de si mesmo”. Em pleno século 21, as escolas e os professores, sempre com ressalvas alvissareiras, continuam com a ilusão de querer “ensinar” ao educando.

“Educação, um tesouro a descobrir”, por Celso Frauches

O cientista Galileo di Vincenzo Bonaulti de Galilei, Galileu Galilei (1564-1642), já afirmava, no século 16, que “não se pode ensinar nada a um homem, você pode apenas ajudá-lo a encontrar aquilo que está dentro de si mesmo”. Em pleno século 21, as escolas e os professores, sempre com ressalvas alvissareiras, continuam com a ilusão de querer “ensinar” ao educando.

“A vida em pedaços: causos”, por Celso Frauches

Vou continuar navegando por minha vida pregressa, sem qualquer relação com a famosa “certidão negativa”, que garantia que não tínhamos nada a dever à polícia ou à justiça… Corria o ano de 1963. Janeiro. Morava com meus pais em Cantagalo, na Rua César Freijanes, ao lado da casa do amigo Wilder de Paula, por ele alugada ao meu pai, Henrique.

“A vida em pedaços”, por Celso Frauches

O poeta popular Zeca Pagodinho tem uns versos, em um dos seus mais populares sucessos musicais, que se coadunam com a minha vida, quando ele diz: “Deixa a vida me levar (vida leva eu!) Sou feliz e agradeço Por tudo que Deus me deu.” Os planos que fiz para a minha vida na idade adulta jamais se realizaram exatamente como

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