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Jornal da Região

Geral

“Chapot Prevost: o superesquecido – 2”, por Celso Frauches

Dr. Chapot Prevost. Foto: Wikipédia (Leia a parte 1 deste artigo no link https://jornaldaregiao.com/chapot-prevost-o-superesquecido-1-por-celso-frauches/) [ARTIGO ATUALIZADO ÀS 21h00] O cantagalense dr. Eduardo Chapot Prévost (1864/1907), objeto destas “mal traçadas linhas”, tem histórias contadas em vários países. No Brasil, batiza o Hospital Universitário da Universidade Federal do Amazonas, em Manaus; e é nome de Rua na Praia do Canto, em Vitória

“Chapot Prevost: o superesquecido – 1”, por Celso Frauches

Chapot Prevost à época da cirurgia (1900) Desde que me entendo por gente grande, a personalidade do médico e cirurgião cantagalense Chapot Prevost me fascina. Quando cursava o Colégio Euclides da Cunha, ouvi pela primeira vez uma referência a ele e sua proeza. Os termos “xifópagas”, “siamesas”, até então, eram para mim palavras estranhas. Crescidinho, tive acesso à sua biografia,

“Simpósio de Saúde”, por Dr Júlio Carvalho

Em 1966, estando como Governador do Estado do Rio de Janeiro o ilustre cantagalense Marechal Paulo Torres, preocupado com a situação da saúde no interior do estado, foi realizado em Cantagalo um simpósio de saúde, organizado pelos Drs. Heitor Santos e Mário, representantes da Secretária de Saúde do antigo Estado do Rio de Janeiro, com a capital em Niterói. O

“Rodolpho Albino”, por Dr Júlio Carvalho

Estava preparando um artigo para a semana, todavia, encontrando-me no Banco do Brasil com um caríssimo amigo, este me solicitou que escrevesse alguma coisa sobre o mestre cantagalense Rodolpho Albino, tão pouco conhecido pelos cantagalenses. Resolvi atendê-lo. Meu saudoso amigo Dr. Edmo Rodrigues Lutterbach, colega durante sete anos no extinto Colégio Euclides da Cunha, dedicou-se a pesquisar e escrever sobre

“Euclides: o esquecido”, por Celso Frauches

Eu não tenho vocação para a espada, a arma que eu sei manejar é a pena. (Euclides da Cunha) No final de 2020, quando mudei em definitivo minha residência para Cantagalo, encontrei a Casa de Euclides da Cunha abandonada completamente. Todavia, isso não era novidade para mim. De longe, em Brasília, sempre acompanhei o desenvolvimento socioeconômico, as letras e a

Colégio João de Abreu, em Boa Sorte, completa 70 anos de existência

Visão aérea do prédio do Colégio Estadual João de Abreu Júnior, localizado em Boa Sorte. O Colégio Estadual João de Abreu Júnior teve sua origem em uma sala de residência familiar onde estudavam cerca de 90 alunos de 1ª a 4ª séries em dois turnos (manhã e noite). A unidade era chamada, inicialmente, de Escola Mista Pública de Boa Sorte.

“Exemplar militar”, por Dr Júlio Carvalho

O ano de 1955 foi um período pesado de minha vida estudantil, meu objetivo era ingressar na faculdade de medicina, ingressei no Curso São Salvador, situado na Rua México, 98, 3º andar, propriedade dos Drs. Samuel Tabacow e João Carneiro. Estudava cerca de oito horas por dia, passando para doze horas nos últimos três meses daquele ano. Certa tarde, estando

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