
“Amélia Thomaz: versos na Terra e no Céu”, por Celso Frauches
Amélia Thomaz, quando mais jovem, em torno de 30 anos Dentro deste jardim selvagem e tristonho Livremente semeei quanto em minha alma havia, Assim as flores têm o perfume do sonho E, às vezes, uns espinhos de ironia. (Jardim fechado – 1942) O meu passeio pela Praça João XXIII termina em frente ao busto do Dr. Herculano Mafra, cognominado ‘’o







