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Jornal da Região

Geral

Alunos da rede pública de Cantagalo se formam em curso de educação ambiental

No auditório da Escola Municipal Maria Belieni D’Olival, no bairro Santo Antônio, em Cantagalo, a solenidade de formatura dos estudantes que participaram do Programa Agenda 21 na Escola: Elos de Cidadania, criado em 2007 pela Superintendência de Educação Ambiental da Secretaria Estadual do Ambiente e que, no polo de Cantagalo, conta com parceria da Secretaria Municipal de Educação e, num módulo especial, para destacar a importância do enfrentamento das chuvas de verão, a Secretaria Municipal de Defesa Civil e Trânsito.

Sérgio Xavier recebe comissão e debate situação da Santa Dorotéia

Professores solicitam que a direção da faculdade abra o vestibular 2012 O prefeito em exercício de Nova Friburgo, Sérgio Xavier (PMDB), recebeu uma comissão de professores da Faculdade de Filosofia Santa Dorotéia (FFSD), que está em processo de encerramento das atividades por motivos financeiros. Os professores Ricardo Costa, o Rico, Renato Teixeira, Rafael Guimarães Rodrigues, Ricardo Lengruber e Neli saíram

Em Cantagalo, bairro São José ganha sistema alerta-alarme da Defesa Civil

Objetivo é auxiliar a população durante o período das fortes chuvas de verão

Os moradores do bairro São José, o mais populoso de Cantagalo, com mais de seis mil pessoas, ganhou um sistema alerta-alarme com uma sirene instalada pela Secretaria Municipal de Defesa Civil e Trânsito. O objetivo, segundo o secretário Gustavo Bard, é chamar a atenção da população local quando houver algum risco eminente provocado, principalmente, pelas fortes chuvas de verão, como aconteceu em janeiro de 2007, quando o bairro foi o mais atingido por escorregamentos e deslizamentos de encostas, embora não tenha havido vítimas fatais.

 

Projeto ‘Nem Luxo, Nem Lixo’ atinge meta e começa a gerar renda

Empenho dos participantes garante renda extra de até R$ 300 no final do mês

Os participantes do projeto ‘Nem Luxo, Nem Lixo’, realizado em Cantagalo, já têm motivos para comemorar. Eles atingiram o objetivo de gerar renda extra através da venda de sabão e dos trabalhos de fotografia. Os valores podem chegar a R$ 300 a mais no fim do mês.

“Nossa entidade é conhecida e reconhecida em todo o estado do Rio de Janeiro”

Entrevista: Ubiratan França, presidente da Aciacan Com 33 anos de idade, administrador de empresas, casado, pai de Larissa e à espera de mais uma linda menina, empreendedor por natureza, empresário da Tipocan Papelaria e Brinquedos, Ubiratan França é o atual presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Cantagalo (Aciacan). JORNAL DA REGIÃO (JR) – Quando começou na vida empresarial

80 anos da Aciacan

Entidade representa os interesses dos empresários dos setores comercial, industrial e agropecuária

Uma comissão formada por idealistas e empresários cantagalenses, liderada pelo farmacêutico Antônio Rocha e Silva Júnior, o Seu Rocha, como todos o conheciam, criou, em 6 de dezembro de 1931, a Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Cantagalo, que, a partir de 2000, passou a ser Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Cantagalo (Aciacan).

A comissão, que teve a missão de criar o primeiro estatuto da entidade, em 12 de dezembro de 1931, era formada por João Nicolao, Diavolasse de Oliveira Reis, Walter Ferreira Tardin, Antônio Rocha e Silva Júnior, Mansur Nacif e Juvenal Ferreira Goulart.

‘A Aciacan é uma entidade muito respeitada’

Para Wellington Folly, associação é reconhecida pelo que faz para os setores que representa. Presidiu a entidade de abril de 1987 a 1997

Depois de ficar 12 anos na presidência da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Cantagalo (Aciacan) e de ver outras gestões posteriores à sua, o comerciante Wellington Folly declara: “A Aciacan é uma entidade muito respeitada. Isso se deve ao trabalho de todos nós que passamos pela sua diretoria. Cada um contribuiu um pouco e nós tornamos essa associação uma entidade que hoje goza de prestígio e respeito, sendo reconhecida pelo que fez e pelo que faz em benefício dos setores que representa e da própria sociedade”, diz Folly, que sempre trabalhou no ramo de drogarias.

‘Foi uma forma de participação comunitária’

João Moreira disse que necessitava se envolver mais com a cidade, já que vinha de São Paulo. Presidiu a entidade de 1997 a 1999

Para o corretor de imóveis João Carlos Moreira, que assumiu a presidência da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Cantagalo (Aciacan) em 18 de fevereiro de 1997, a experiência foi bastante proveitosa nos dois anos que esteve à frente da entidade. “Com certeza, foi um grande desafio, pois só havia participado, até então, da diretoria da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), que, na época, era presidida pelo empresário João França. E foi ele quem me incentivou a montar uma chapa e a concorrer à presidência da associação”, conta.

‘Seu Rocha era homem sério, idealista, sonhador’

Lúcio Gomes Bon conviveu com o fundador da associação e foi seu vice-presidente a partir de 1975

Um homem que conheceu de perto o idealizador, defensor e um dos fundadores da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Cantagalo (Aciacan), o farmacêutico Antônio Rocha e Silva Júnior. Este é o microempresário Lúcio Gomes Bon, que também presidiu a Aciacan por cerca de cinco anos, já no final da década de 1970. “Lembro-me que, em 1975, o Seu Rocha, como nós o chamávamos, me convidou para a vice-presidência da associação, que ele presidia. Aceitei, afinal, Seu Rocha era um homem sério, idealista, sonhador, empreendedor e muito trabalhador. Ele gostava das coisas certas e era uma pessoa muito paciente, ponderada, embora nunca acomodada, pois era dos que mais questionavam e lutavam por seus ideais”, conta Lúcio Bon.

‘Plano de saúde foi uma grande conquista’

O jornalista Célio Figueiredo presidiu a Aciacan por dois mandatos: 1999 a 2001 e 2001 a 2002

Em setembro de 1999, assumiu a presidência da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Cantagalo (Aciacan) o jornalista Célio Figueiredo. Na época, a entidade ainda sofria com a falta de reconhecimento por parte dos setores que representa. A nova diretoria encontrou no rol da associação apenas 43 associados, mas apenas 25 participavam mensalmente com a contribuição social. O primeiro desafio era dar sequência ao trabalho de reconquista da confiança dos segmentos e aumentar o quadro de associados. E a diretoria conseguiu. Em dezembro de 2001, já no início do segundo mandato, eram quase 200 associados.

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