Jornal da Região

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Celso Frauches

Celso Frauches é escritor, jornalista, historiador, pesquisador e diretor-presidente do Instituto Mão de Luva.

Artigos publicados

“Pedagogia dos pontos fortes”, por Celso Frauches

EDUCAR É DESCOBRIR QUE PONTOS FORTES SÃO MEUS CAPAZES DE SEDUZIR ATÉ MESMO O OLHAR DE DEUS! ¹ Ao longo de nossas vidas, na escola, no lar, no trabalho ou nos templos, sempre fomos chamados a corrigir nossas falhas, nossos erros, omissões, culpas e pecados. Ouvimos de nossos pais – e repetimos com os nossos filhos e estes, seguramente, com

“Bom Jardim & Cantagalo: ligação histórico-geográfica”, por Celso Frauches

Chegamos a ser Vergel: Flores e frutos sem fim… Sempre foi nosso papel Ser mesmo este Bom Jardim! A cidade de Bom Jardim sempre me atraiu, em particular a rua central. Por ali circulavam os comboios da Estação de Ferro Leopoldina. Os trens sempre trazem uma visão romântica dos “bons tempos” em que neles viajamos para visitar parentes e namoradas.

“Américo Castro: um cantagalense universal”, por Celso Frauches

Granada, tierra soñada por mi mi cantar se vuelve gitano cuando es para ti mi cantar hecho de fantasia mi cantar, flor de melancolia que you te vengo a dar.¹ Melancolia da terra natal: Cantagalo, distante, no interior fluminense. Era, talvez, o sentimento de Américo Castro, um cantagalense que brilhou na Espanha, de Granada para o mundo culto. A sua

“Milton Loureiro: um mestre trovador”, por Celso Frauches

Conheci o Milton Loureiro na década de 50. Em 1954, concluí o curso de datilografia, com a professora Dulce Lutterback. Parêntesis. Aos jovens com menos de trinta anos de idade: a máquina de escrever existiu. Não é fake news na “linguagem” moderna. Hoje é considerada jurássica. Parêntesis. Com esse “diploma”, o Milton me convidou para ser escrevente da Delegacia de

“Meus mestres inesquecíveis – 2”, por Celso Frauches

Pelo menos um leitor se manifestou para que eu continuasse contando os caminhos de aprendizagem com meus mestres da vida. Creio que representa a maioria absoluta… Continuando… Entre 1971 e 1974, fui cedido pela Alerj para o Ministério da Educação (MEC), em Brasília. Lá, os meus mestres iniciais foram o secretário-geral do MEC, coronel Confúcio Pamplona, e o ministro, coronel

“Meus mestres inesquecíveis”, por Celso Frauches

Na minha trajetória ao longo destes 85 anos de vida, meus mestres inesquecíveis não estavam em salas de aula ou qualquer outro ambiente de aprendizagem escolar, desde a pequena Fazenda da Serra até a cidade de Cantagalo, de volta após quase sessenta anos de ausência. Os primeiros mestres foram meus pais, Telva (Etelvina Cosandey da Costa, Etelvina da Costa Frauches,

“GAC – Amigos para sempre – Parte 2”, por Celso Frauches

Da esquerda à direita: Edmo Japor (Edinho), Celso Frauches, Celso Japor, Douglas Frauches e Suely Frauches E a história do GAC continua… Na fundação do Grêmio dos Amigos de Cantagalo (GAC) estavam presentes e são considerados fundadores, além de mim e do Geraldo, Angrense Pires, promotor público; Arthur Nunes da Silva, o “poeta dos melros”; Acácio Ferreira Dias, jornalista, escritor

“GAC – Amigos para sempre”, por Celso Frauches

Em pé: à direita, Geraldo, à esquerda, Ceslo. À mesa, no mesmo sentido: deputaodo Walter Vieitas, jornalista José Naegele, deputado Alberto Torres, Matilde Peçanha, Estefânia de Carvalho, Dr Liz Sá Vieira (Chefe do Gabinete Civil do governador Miguel Couto), poeta Arthur Nunes da Silva, jornalista e escritor Acácio Ferreira Dias, promotor Angrense Pires, prefeito Henrique Luiz Frauches e Casemiro Marques,

“Rogéria: A Notável!”, por Celso Frauches

Nas vezes em que precisava me identificar em eventos diversos, em Brasília ou em outras localidades, eu começava dizendo que nasci em Cantagalo, “terra de Euclides da Cunha e da Rogéria”. Via no rosto de alguns um riso simulado. Não podia obrigar as pessoas a respeitarem essas duas personalidades marcantes da história de Cantagalo. Não estava comparando Euclides da Cunha

“Viajando no tempo – 4”, por Celso Frauches

A minha viagem no tempo continua. Estou em 1922, num país ao Sul das Américas, conhecido por Jabuticabalândia. Pasárgada, onde o rei é meu amigo, é uma província independente. Graças ao invento da Nasa local, a máquina do tempo, viajo até Cantagalo, minha terra natal, na região serrana fluminense, nesta segunda década do século 20. Após o descanso, no dia

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