Jornal da Região

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Celso Frauches

Celso Frauches é escritor, jornalista, historiador, pesquisador e diretor-presidente do Instituto Mão de Luva.

Artigos publicados

Casa de Euclides da Cunha

“Casa de Euclides da Cunha: breve história – parte 2”, por Celso Frauches

[LEIA AQUI A PARTE 1 DESTE ARTIGO] Nos 47 anos em que esteve aberta ao público, a Casa de Euclides da Cunha teve cinco diretores: Amélia Thomaz, César Araújo, Iolanda Monteiro Guzzo, Fani Pinheiro Teixeira Abrahim, Erenita Pietrani Almeida e novamente Fani Pinheiro Teixeira Abrahim. Iolanda e Erenita ficaram por menos tempo (juntas, 14 anos), mas foram excelentes diretoras. As

Casa de Euclides da Cunha

“Casa de Euclides da Cunha: breve história – parte 1”, por Celso Frauches

“Meu eminente mestre. O Sr. está numa cidade (Nova Friburgo) que eu vi na mais remota juventude, e bem perto do pequeníssimo vilarejo onde nasci – Santa Rita do Rio Negro. Não a conheço mais.” Esse é um trecho de carta que Euclides da Cunha escreveu a seu mestre Machado de Assis. Santa Rita do Rio Negro hoje é Euclidelândia,

“Antônio e Sebastião Carvalho, Cantagallo Novo & Mão de Luva”, por Celso Frauches

Antonio Carvalho compondo o Cantagallo Novo na antiga gráfica, tendo ao lado a impressora.   Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o

“Antônio e Sebastião Carvalho, Cantagallo Novo & Mão de Luva”, por Celso Frauches

Antonio Carvalho compondo o Cantagallo Novo na antiga gráfica, tendo ao lado a impressora.   Porque o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o

“Os Peckolt: Theodor (pai), Gustavo (filho) e Oswaldo (neto) – Parte 1”, por Celso Frauches

Retrato de Theodoro Peckolt com assinatura (1822-1912) [Acervo Família Peckolt].   O Jornal da Região tem nos dado oportunidade de ouro para fazer conhecidos inúmeros cantagalenses ilustres e destacados nas diversas áreas da Cultura, da Ciência, das Artes que estavam escondidos sob o manto do tempo e cujo valor escapava de nossos olhares distraídos. Mas o brilho da joia nada

“José Carlos Rodrigues: o cantagalense patriarca da imprensa – parte 1”, por Celso Frauches

Na edição de 19 de dezembro de 2012, o nosso Jornal da Região publicou breve nota sobre um cantagalense de notável presença no jornalismo brasileiro: José Carlos Rodrigues. À época, essa nota me chamou a atenção. Todavia, não estava em Cantagalo com a tarefa que assumi desde janeiro de 2021: garimpar memórias de cantagalenses que contribuíram ou contribuem para projetar

“Frederico Eyer: ícone da Odontologia brasileira”, por Celso Frauches

Cantagalo tem sido berço de lendários ícones da medicina, da farmácia, da sociologia, das ciências jurídicas, das letras e das artes. Só para lembrar dos mais salientes nessas áreas, na mesma sequência: Chapot Prevost, Rodolfo Albino, Américo de Castro, Júlio Veríssimo da Silva Santos, Euclides da Cunha, Honório Peçanha. Frederico Carlos Eyer (1885/1962) é considerado o “ícone da Odontologia brasileira”.

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