Jornal da Região

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Jalme Pereira

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“Como o vitimismo mina sua energia e sabota suas conquistas”, por Jalme Pereira

Ela é divertida, sorridente e adora estar com os colegas no final do expediente. Mas, por trás do bom humor, esconde episódios de ansiedade, escassez financeira e relacionamentos frustrados.  Conta que está fazendo terapia e sendo acompanhada por um psiquiatra, mas, no fundo, não consegue manter os cuidados. Ama o filho profundamente e faz questão de dar o melhor para

“O preço da fuga: quando evitar conflitos rouba a sua paz”, por Jalme Pereira

Antes de começar, a pessoa pensa: “Não quero parecer grosseiro… Depois, a gente vê isso com calma… “Não vale a pena discutir isso agora… Se eu falar, posso magoar…Melhor deixar assim mesmo… Com o tempo, isso se resolve sozinho…” Essa é a trilha mental de quem tem o Esquivo como sabotador dominante. Por muito tempo, Mário teve um amigo que

“Como o medo de errar sabota sua liberdade e seu crescimento”, por Jalme Pereira

“Antes de começar, quero encontrar a forma ideal, o momento certo, o planejamento perfeito…” – essa é a trilha sonora mental de quem tem o Perfeccionista como sabotador dominante. Marcos era um profissional respeitado. Dedicado, comprometido, sempre entregava seus projetos com um nível de exigência acima da média. Mas, por trás do prestígio, havia um padrão silencioso que o impedia

“Quem é você quando não está produzindo nada?” por Jalme Pereira

Joana era o tipo de profissional que todos admiravam. Chegava cedo, saía tarde, entregava resultados com excelência. Era referência, exemplo. Mas, quando seu filho adoeceu e ela precisou se afastar por duas semanas, algo inesperado aconteceu: ela entrou em crise. Sentia culpa, inquietação, como se estivesse falhando. Mesmo ali, cuidando de quem mais amava, não conseguia relaxar. Na terapia, uma

“O hiper-vigilante: quando estar sempre alerta vira um estilo de vida”, por Jalme Pereira

Durante o expediente, Mariana conferia os e-mails a cada 5 minutos. Quando recebia uma mensagem, já pensava no pior: “Será que fiz algo errado?”, “Será que vão me demitir?”. Nas reuniões, ficava em alerta, interpretando o tom de voz dos colegas, os silêncios do gestor, os olhares desviados. Por mais que entregasse bem seu trabalho, ia dormir todos os dias

“Como lidar com o sabotador controlador”, por Jalme Pereira

Desde que entrou na empresa, Gustavo era conhecido por fazer tudo “do jeito certo”. Revisava o trabalho dos colegas. Não conseguia tirar férias sem deixar um dossiê de instruções. Preferia fazer ele mesmo do que confiar nos outros. Não gostava de delegar. Na vida pessoal, também centralizava tudo — da compra do mercado à organização da viagem em família. Aos

“A armadilha de agradar todo mundo — e esquecer de você”, por Jalme Pereira

No início dos estudos, Luana era o tipo de pessoa que todos procuravam. Emprestava resumos, revisava trabalhos, aceitava fazer parte de todos os grupos. Quando começou a estagiar, manteve o padrão: ajudava todo mundo, resolvia o que não era dela, pegava horas extras mesmo sem ganhar por isso. Por fora, parecia dedicada e exemplar. Por dentro, se sentia cada vez

“A voz interna do juiz que critica tudo o que você faz”, por Jalme Pereira

Naquela manhã, eu tinha dormido mal, atrasado uma entrega e respondido um e-mail de forma menos cuidadosa do que gostaria. No fim do dia, mesmo tendo resolvido quase tudo, saí do trabalho com um peso no peito. No carro, ouvi aquela voz familiar sussurrando: “você não deu conta”, “você está decepcionando todo mundo” e “você devia se esforçar mais”. Essa

“Como identificar e enfrentar seus sabotadores internos”, por Jalme Pereira

Era só uma apresentação… mas quase desisti. Naquela manhã, bastava apresentar meu projeto para a liderança da empresa — um trabalho que eu conhecia de ponta a ponta, no qual havia investido semanas. Mas, nos minutos que antecediam a apresentação, uma voz começou a sussurrar: “Você vai errar”, “Vão te achar medíocre”, “Melhor deixar para outra hora”. Era familiar. Essa

“Como impedir que os conflitos e problemas fora do trabalho interfiram no seu desempenho”, por Jalme Pereira

Era uma segunda-feira como qualquer outra, mas dentro de mim tudo estava fora do lugar.No dia anterior, minha mãe havia ligado aflita, dizendo que meu pai precisava fazer um exame urgente. O clima em casa ficou tenso, e eu passei a noite pesquisando médicos e exames, tentando ajudar à distância. Dormi pouco e mal. Ao acordar, estava emocionalmente esgotado, mas

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