Jornal da Região

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Celso Frauches

Celso Frauches é escritor, jornalista, historiador, pesquisador e diretor-presidente do Instituto Mão de Luva.

Artigos publicados

Artigo – José Lins do Rego e Cantagalo, por Celso Frauches

Vou interromper a minha “viagem” pela Praça João XXIII, mais conhecida como a “Praça dos Melros”, a fim de abrir espaço para o jornalista, cronista e escritor José Lins do Rego, apaixonado por Cantagalo e sua gente, visível na crônica “Cantagalo”, publicada em “O Cantagalo”, em fevereiro de 1950. Cantagalo, por José Lins do Rego Eu havia dito ao companheiro:

“Água do Toco: mistério e folclore”, por Celso Frauches

Após contemplar o melro de metal, logo atrás do busto do maestro Joaquim Naegele, segui adiante para, ao lado do Coreto, admirar o famoso “toco”, que jorra, ininterruptamente, dos campos de Cambucás. Uma placa – ÁGUA DO TOCO DO JARDIM – registra a homenagem da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de Cantagalo, em 13 de junho de 2013, a

“Os melros não voltam jamais”, por Celso Frauches

Volto a andar um pouco pelo jardim de Cantagalo e, logo depois do busto do maestro cantagalense Joaquim Naegele, vejo diante de mim um melro de metal, homenageado nos versos do poeta cantagalense Arthur Nunes da Silva: “Minha terra tem palmeiras Em cujos seios macios Manhãs e tardes inteiras Cantam melros luzidios.” As palmeiras continuam, charmosas, destacando-se do arvoredo da

“Joaquim Naegele: um passeio ao passado”, por Celso Frauches

Depois que regressei, definitivamente, a Cantagalo, tenho passado, quase que diariamente, alguns momentos pelo jardim de Cantagalo, que tem o nome do Papa João XXIII, ato do prefeito Henrique Luiz Frauches. Além de me sentar em bancos meus conhecidos da adolescência e juventude, passo alguns momentos ante os monumentos de personalidades que projetaram Cantagalo. Um dos preferidos é o do

“A colonização suíça de Nova Friburgo e Cantagalo”, por Celso Frauches

Henrique Bon, no livro, registra os colonos suíços, da Colônia Nova Friburgo, que migraram para Cantagalo na década de 20 do século 19: Adrien Daumas, Louis Chevrand, Jean Abram Frauche, Louis Wermellinger e Henri Bon. Muitos outros colonos seguiram esse mesmo destino, como os Bapst, Bardy, Boechat, Cortat, Cosandey, Cretton, Curty, Dafflon, Folly, Gachet, Graff, Gremaud, Herdy, Jaccoud, Jeveaux, Lambert,

“Pedagogia do Amor”, por Celso Frauches

“O ensino, em si mesmo, é neutro: não promove amor nem ódio. A razão é que nele não está a essência da educação. Esta consiste no amor. Só o amor é a eterna fonte da divindade que está entronizada dentro de nós. Ela é o núcleo de onde emana o essencial da educação.” Pestalozzi Há cerca de dois mil anos,

“Nova Friburgo: da Colônia ao estrelato”, por Celso Frauches

Nova Friburgo surge no cenário da antiga Província do Rio de Janeiro mediante decreto de D. João VI, ao criar a Colônia Nova Friburgo, na Fazenda do Morro Queimado, em território de Cantagalo, em 1818. A Colônia fora criada para receber duzentas famílias do Cantão de Fribourg, Suíça. Segundo Martin Nicoulin, em A gênese de Nova Friburgo – Emigração e

“Bom Jardim & Cantagalo: ligações históricas e geográficas”, por Celso Frauches

Bom Jardim completou, no último dia 5, 128 anos de fundação, ocorrida em 1893, sob as bênçãos da sua padroeira, Nossa Senhora da Conceição. O município de Bom Jardim tem suas origens em terras de Cantagalo, minha terra natal, e de Nova Friburgo. Antes, todavia, também o território do município de Nova Friburgo integrava a área política e geográfica de

“Bom Jardim & Cantagalo: ligações históricas e geográficas”, por Celso Frauches

Bom Jardim completou, no último dia 5, 128 anos de fundação, ocorrida em 1893, sob as bênçãos da sua padroeira, Nossa Senhora da Conceição. O município de Bom Jardim tem suas origens em terras de Cantagalo, minha terra natal, e de Nova Friburgo. Antes, todavia, também o território do município de Nova Friburgo integrava a área política e geográfica de

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