Jornal da Região

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Júlio Carvalho

Júlio Carvalho é médico e ex-vereador em Cantagalo.

Artigos publicados

Inauguração do Centro Cultural Prof.ª Amélia Thomaz

“Centro Cultural Prof.ª Amélia Thomaz”, por Júlio Carvalho

Finalmente, depois de uma década e meia de marchas e contramarchas, não por culpa dos prefeitos, foi inaugurado, às 19 horas, do dia 17 último, o Centro Cultural Amélia Thomaz, na rua Maestro Joaquim Antônio Naegele. A demora foi consequência de algumas firmas construtoras, vencedoras das licitações, que não conseguiram cumprir as exigências contratuais. Além de ótima presença de populares,

Oswaldo Cruz

“Oswaldo Cruz – Herói da Saúde”, por Júlio Carvalho

No dia 5 de agosto de 1872, na cidade de São Luís de Paraitinga, interior de São Paulo, o casal Bento Gonçalves Cruz e Amália Bulhões Cruz foi contemplado com o nascimento de um filho que recebeu o nome de Oswaldo. Em 1877, a família transferiu a residência para a cidade do Rio de Janeiro, capital do Brasil, onde o

Foto de capa: Serviço de Profilaxia da febre amarela: partida de uma turma para isolamento de um doente, 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acerco Casa de Oswaldo Cruz

“Cantagalo e a Febre Amarela”, por Júlio Carvalho

Foto de capa: Serviço de Profilaxia da febre amarela: partida de uma turma para isolamento de um doente, 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acerco Casa de Oswaldo Cruz   Em meados do século XIX, a cidade do Rio de Janeiro foi assolada por uma epidemia de febre amarela; os turistas deixaram de visitar a capital e a mortalidade, em

“Abril – Duas Grandes Datas”, por Júlio Carvalho

Sempre gostei de acompanhar, pelos meios de comunicação, as comemorações das datas nacionais. É um modo de prestar homenagem àqueles que colaboraram para o crescimento da nação brasileira, alguns até com o sacrifício da própria vida. No mês de abril, sempre aguardo os dias 19 e 21, que assinalam a morte de Tiradentes e o nascimento de Getúlio Vargas. Ambos

“Dos muares às locomotivas”, por Júlio Carvalho

Na segunda metade do século XIX, Cantagalo era um dos maiores produtores de café do Império do Brasil, graças ao trabalho dos infelizes escravos. Os proprietários de terra adquiriram abundantes riquezas, enquanto os títulos nobiliárquicos surgiram por toda a região: barões, condes e viscondes de tal e tal. A abundante produção de café era transportada para a capital do país

“Uma permuta ousada”, por Júlio Carvalho

De 1937 a 29/10/1945, Getúlio Vargas governou o Brasil com plenos poderes, período que ficou conhecido como Estado Novo; era uma ditadura e o presidente nomeava os governadores dos estados, com títulos de interventores. Para o Estado do Rio de Janeiro, o escolhido foi o oficial da marinha Ernane do Amaral Peixoto, genro do ditador Vargas. Todavia, por sorte dos

Papel almaço

“Um velho papel”, por Júlio Carvalho

Casualmente, mexendo em uma gaveta, encontrei um velho papel, escurecido pela ação do tempo e quebradiço em suas dobras. Era uma folha de papel almaço; daquelas que outrora os alunos faziam provas escolares, os cartórios redigiam escrituras, certidões e outros documentos importantes; que os jovens de hoje nem conheceram. Desdobrei aquela folha dupla, maior que uma A4, cuidadosamente, com receio

Pascoa

“Páscoa, a Festa da Libertação”, por Júlio Carvalho

A páscoa é uma das mais antigas festas religiosas da humanidade, com sua origem no Egito, celebrada pelo povo judeu, com cerca de 3.500 anos de existência, sendo celebrada, até hoje, por este povo, bem como pelo cristianismo. Em determinado momento da sua história, os hebreus, forçados pela fome, se deslocaram para o Egito, às margens do rio Nilo, onde

Santo Sudário

“O Lençol de Turim – V (Autópsia)”, por Júlio Carvalho

O estudo minucioso do Sudário de Turim a olho nu e com auxílio de aparelhos permitiu aos médicos que se dedicaram a tais estudos realizar uma verdadeira autópsia na imagem do homem ali existente. No seu rosto, estão presentes uma luxação da cartilagem nasal, resultando de uma bastonada desferida por um dos guardas do sinédrio durante o interrogatório com Anás.

Santo Sudário

“O Lençol de Turim – IV (Estudos Médicos)”, por Júlio Carvalho

No final do século XIX, em 1898, o fotógrafo amador, o italiano Secondo Pia, realizou a primeira fotografia do Sudário de Turim; apesar de não ser das melhores qualidades, a fotografia mostrou a primeira surpresa: a imagem do homem do lençol era um negativo, enquanto as manchas de sangue eram positivas. Se o Sudário fosse uma fraude da Idade Média,

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