Jornal da Região

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Amanda de Moraes

Artigos publicados

“O que a vida espera de nós?”, por Amanda de Moraes

Viver se aprende vivendo. Por isso, a imagem de um sábio geralmente é associada ao ser humano mais velho. Uma anciã, de cabelos brancos, que carrega em si um vasto conhecimento sobre os mistérios do mundo.  A ideia de tempo como aliado à compreensão da vida, suas nuances e significados, está no fantasioso popular. Na prática, não existem aquelas pessoas

“A dignidade deve ser mesmo para poucos?” por Amanda de Moraes

A cidade vai muito além de um mero agrupamento de pessoas. Elas possuem função social, econômica, cultural, política, fundamentais para a organização da vida em comunidade. É por meio dela que podemos expressar formas de viver, de sentir, de desenvolver-se. Uma cidade pode ser sentida de várias maneiras, experienciada de diferentes perspectivas. Muitos andam de metrô. Outros de bicicleta. Há

“Por que nos afogamos no rio da vida”, por Amanda de Moraes

Somos moldados a todo momento por discursos, doutrinas, livros, ideologias. Assim, o ser humano se constrói, mas descontrói. Recriamos a nossa realidade. Pensamentos de outrora já não fazem mais sentido. Outros são mantidos como pilar de nossas vidas.  O mundo das ideias, a capacidade de questionar, a reflexão sobre o mundo permite que sejamos como os rios, em constante fluxo.

“Por que as mulheres são separadas do mundo?” por Amanda de Moraes

Há duas semanas, o Brasil assistiu com horror a notícia de um homem, ex-jogador de basquete, que agrediu sua namorada no elevador, com 61 socos, em Natal (RN). 61 golpes. 61 tentativas de destruir uma mulher. 61 vezes que escancaram a violência contra a mulher em pleno século 21. Em entrevista, Juliana Soares relatou que não foi a primeira agressão

“É agosto, mas sempre dá tempo”, por Amanda de Moraes

De repente, julho chegou ao fim. Logo, entraremos em agosto. Já é mais da  metade do ano. Metade do tempo para cumprir promessas, satisfazer expectativas e chegar a objetivos. Aos ansiosos, a passagem do tempo traz um alerta. Parafraseando o poeta, aqueles que se deixam levar pela fluidez da vida, que o mistério faça o seu trabalho.  Aos que tiveram

“Quando a coragem assusta mais do que a violência”, por Amanda de Moraes

Nossas bisavós não puderam realizar o sonho profissional. Nossas avós não tiveram o direito de viajar, conhecendo mundos. Nossas mães, por inúmeras questões, não puderam divorciar-se. Silenciadas e restritas a locais vigiados, controlados e predeterminados, carregaram a angústia das vidas não vividas. Claro, sempre há aquelas que representam uma exceção. Porém, para falar sobre o tema, fiquemos com a maioria.

“O direito a uma gravidez de respeito”, por Amanda de Moraes

Ao longo da história, a vida de uma mulher, para ser completa, era associada à possibilidade de ser mãe. A função materna era vista como uma imposição social; o casamento, necessário a uma vida feliz.  Ainda hoje há resquícios desse destino tido por muitos como inquestionável. Resultado? Sofrimento e sensação de desajustes a quem pensa ou vive de forma distinta.

“O Emocional de um comércio”, por Amanda de Moraes

Comércios de bairro, para muitos, são como um ente familiar. A vendinha do seu Francisco, a quitanda da dona Maria, a padaria do seu Antônio alegram a vida de muita gente, ainda que não pensem muito nisso. É comum ao ser humano dar valor quando não se tem mais. Esses pequenos estabelecimentos estão muito além do ganha-pão do seu dono

“Direito não é questão de gosto”, por Amanda de Moraes

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, diz a Constituição Federal brasileira. O tratamento igual é um sonho de muitos. É belo, é justo, um ideal a ser buscado. A lei não deve ser fonte de privilégios ou perseguições, mas deve servir como instrumento de regulação da vida em sociedade, tratando de forma igualitária todos os

“Conexão artificial”, por Amanda de Moraes

Bonecas existem há bastante tempo. Quando se pensa em um presente para uma menina, lá está ela no imaginário popular. Coleções de Barbies, Susis, Bonecas de Pano, Emílias e outras tantas fizeram (e fazem) parte da infância de gerações. Ela irá gostar, porque é uma menina. Há um simbolismo para além do entretenimento lúdico. Desde a infância, limitar os brinquedos

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