Jornal da Região

Picture of Amanda de Moraes

Amanda de Moraes

Artigos publicados

“Sua cidade também está em alto volume?”, por Amanda de Moraes

Produzimos barulho (e muito). Quem vive na cidade é obrigado a partilhar a vida com isso. Carros estão sempre buzinando, obras crescendo, cidade a todo o vapor. Uns turbilhões de sons invadem o nosso espaço individual a qualquer minuto. Somado a isso, algumas pessoas se esforçam para aumentar o caos. Existem os aficionados por motos barulhentas. Pois é, acredite: estes

“Homenagem a Nair Faria e Raissa Bessa”, por Amanda de Moraes

A vida é inalienável; um direito de todos. É o bem mais precioso que possuímos.  Enquanto houver coração pulsando, haverá a possibilidade de recomeçar. De sentirmos. De amarmos. De sermos um pouco melhores do que fomos ontem. Haverá tempo para realizar sonhos, recalcular rotas e escrever novos capítulos. Quando esse direito é tirado, de forma abrupta, pela decisão de outra

“Quando o gol é a favor ou contra?”, por Amanda de Moraes

A Copa do Mundo é festa dos mais diferentes povos. Movimenta paixões, promove culturas, traz alegria, mesmo em tempos de dificuldade. Faz com que o mundo pareça falar a mesma língua. A realização da Copa deveria ocorrer mais em lugares que agregam e acolhem, por ser um momento em que os olhos do mundo estão voltados para um único ponto.

“Sem extremos, tudo vai passar”, por Amanda de Moraes

De diferentes formas, o ser humano lida com as frustrações. Alguns hiperfocam no problema, como se não houvesse novos caminhos. Mergulham tão profundo que paralisam qualquer fluxo do cotidiano. Transformam a visão em um raio laser, que mira um único ponto, fazendo com que todo o resto deixe de existir. Nada mais importa. Muitas insatisfações nascem quando olhamos para o

“O amor romântico e a mesa da vida”, por Amanda de Moraes

Quando somos crianças e adolescentes, absorvemos mais o mundo. Captamos as palavras dos adultos, aprendemos com comerciais, entendemos a sociedade a partir de valores morais que nos são passados através de gerações. Nessa fase, somos esponjas, captando e sentindo cada parte do que nos é apresentado. Seres humanos de diferentes países pensam diferente, por vários fatores, como a cultura. Apesar

“Aconteceu mesmo. E agora?”, por Amanda de Moraes

“Somente um tolo tenta entender o destino.” Vi essa frase em uma série televisiva, que calha bem para um momento de não aceitação de fatos. É aquela fase em que nos recusamos, com todos as emoções, a aceitar o aconteceu. Quando ruminamos pensamentos sobre o que poderíamos ter feito de diferente. Nessas horas, brigamos com a vida. Entender que tudo

“Nem tudo que parece é”, por Amanda de Moraes

Amizade é uma palavra distinta. Amigo é família por escolha; quem aceitamos que faça parte da nossa história. É raro. É significativo. É fundamental. No entanto, parece que só entendemos o seu real significado com o passar do tempo; sempre haverá ensinamentos que não podem ser adquiridos somente por meio de livros, faculdades e conselhos. É preciso viver. Na adolescência,

“Quando o café esfriar”, por Amanda de Moraes

Jesus Cristo disse: Deus vomitará os mornos. Mais especificamente, na Bíblia, no Apocalipse 3:15–16, João escreve: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.” Sejamos cristãos ou não, religiosos ou não, podemos tirar dos ensinamentos das Escrituras reflexões

“Você trocaria alianças?”, por Amanda de Moraes

Ao chegarmos a uma certa idade, começamos a sentir uma carga maior. Por aquilo que não foi realizado, pelos planos que saíram errado, pelas metas não conquistadas. Entre tantas incompletudes, vez ou outra está a separação, não se ter casado ou tido filhos. São pilares para a vida de muitas pessoas, em especial por a sociedade atribuir valor social quando

“Sempre há tempo”, por Amanda de Moraes

O tempo é valioso; um recurso insubstituível. A cada dia, temos um pouco menos dele. Gastamos horas e minutos, todos os dias, com cafés, trabalho, conversa despretensiosas, rede social, devaneios, séries. Quando estamos no automático, nem sequer nos recordamos, à noite, dos detalhes habituais vividos pela manhã. Além disso, existimos em uma era de excesso. Excesso de informação, de possibilidades,

error: Conteúdo protegido !!