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Jornal da Região

Artigo

“Empatia: como conectar mentes, suavizar conflitos e abrir portas”, por Jalme Pereira

Havia um lugar onde as pessoas viviam em ilhas individuais flutuando no céu. Ninguém conseguia atravessar de uma ilha para outra, todas estavam separadas por enormes abismos. Cada habitante acreditava que a sua ilha era a mais importante, a mais difícil e a mais sofrida. Por isso, ninguém visitava ninguém. Certa vez, um jovem percebeu algo curioso: quando ele realmente

“Pode dar mais certo desta vez”, por Amanda de Moraes

Dezembro sempre traz algo a mais. Para muitos, é o alívio de ter atravessado mais um ano, conquistado objetivos ou simplesmente de ver um período difícil chegando ao fim. É tempo de balanço interno. Angústias pelos desejos não realizados, saudade do que passou, um respiro, uma pausa e sentimentos inomináveis. Cada pessoa vive dezembro de um jeito. No entanto, poderíamos

“É muita alegria”, por Julio Carvalho

Aquele menino do interior, com nove para dez anos de idade, viajou para o Rio de Janeiro pela primeira vez, em companhia dos pais e do irmão mais novo, depois de vários preparativos: roupas e sapatos novos, além de inúmeras recomendações por parte da mãe. Depois de dez horas de viagem no trem da E.F. Leopoldina, tracionado por uma velha

“Planejamento e organização: o segredo daqueles que realizam mais”, por Jalme Pereira

Em um vilarejo distante, havia uma floresta encantada com uma árvore muito especial. Ela dava frutos apenas para quem escolhia e seguia corretamente dois caminhos: o caminho do “Imaginar” e o caminho do “Arrumar”. Um jovem decidiu procurá-la para realizar seu grande sonho: abrir uma escola de música. Ele entrou na floresta e logo encontrou o primeiro caminho, o de

“Por que o inaceitável ainda existe?”, por Amanda de Moraes

Conscientizar vítimas sobre a violência que sofrem é um dos passos, para uma tarefa muito maior. Ensinar a identificar as diferentes formas de agressão e orientar sobre como pedir ajuda são ações fundamentais para o combate à violência. Palestras, cursos e grupos de apoio também são válidos. No entanto, se continuarmos olhando apenas para as mulheres, o foco estará apenas

“A Glória Eterna”, por Julio Carvalho

Discordo da frase criada pela CONMEBOL em relação aos vencedores da Taça Libertadores da América. Glória eterna só a de Deus, energia criadora do universo do qual os seres humanos formam uma ínfima partícula; todavia ser campeão desse torneio de futebol realmente engrandece qualquer clube que possa consegui-lo. No último sábado, dia 29.11.25, foi a vez do C.R. Flamengo, agremiação

“Quem domina o próprio tempo domina as melhores oportunidades”, por Jalme Pereira

Conta-se que, em um reino distante chamado “Cronópolis”, cada cidadão recebia diariamente uma pequena bolsa com 1.440 moedas de ouro. Eram moedas especiais: brilhavam intensamente por um dia, mas desapareciam ao nascer do sol seguinte. Para prosperar, os moradores precisavam usar cada moeda com sabedoria. Alguns investiam nas prioridades certas e construíam vidas produtivas e equilibradas. Outros, distraídos, desperdiçavam moedas

“Vai tudo bem, obrigado”, por Julio Carvalho

Não sou economista, jamais fui ligado as ciências numéricas e exatas; desde a juventude dediquei-me aos assuntos da área da Biologia, todavia gosto de ler as notícias publicadas no caderno de Economia, no jornal que minha esposa, Letícia, assina há alguns anos. Recentemente li sobre o índice das populações brasileiras que vivem na pobreza e na extrema pobreza. É triste,

“A arte de enxergar o invisível”, por Jalme Pereira

Em um lugar distante, tão distante que só os que pensam com calma conseguem encontrar, existia o Vale das Nuvens Partidas. Ali, toda nuvem que chegava ao céu vinha inteira, pesada, carregada de trovões, relâmpagos e medo. Mas, ao atravessar o vale, essas nuvens se quebravam em pedacinhos menores, mais leves, até o ponto de se transformarem em chuva suave

“Tomada de decisão: como agir com clareza, mesmo em tempos de incerteza”, por Jalme Pereira

Diz uma antiga lenda que existia um reino cercado por mil caminhos. No centro, havia uma praça chamada “Encruzilhada das Oportunidades”, onde todo viajante precisava escolher qual estrada seguir. Certo dia, três jovens chegaram ao mesmo tempo na encruzilhada. O primeiro, mais inseguro, ficou parado, olhando os caminhos, esperando um sinal. O segundo, impetuoso, escolheu o primeiro caminho que viu

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