Jornal da Região

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Artigos publicados

“Causa primeira”, por Julio Carvalho

Quando me sento diante do computador para qualquer atividade costumo pensar; que máquina formidável, assinala as palavras erradas, corrige algumas automaticamente, permite fazer escalas, tabelas, gráficos e desenhos. Coloca-me em contato com pessoas distantes, em outras partes do nosso planeta, entretanto, comparado com a complexidade de nosso organismo, o computador é muito inferior, quase insignificante. Comecemos por nosso aparelho digestivo.

“A bíblia”, por Julio Carvalho

Na Igreja Católica o mês de setembro é dedicado à Bíblia, livro religioso dos cristãos e judeus de todo mundo, sendo considerado o livro mais lido pela humanidade. A Bíblia não é somente um livro, mas um conjunto de livros, uma pequena biblioteca de grande valor, escritos por autores de profissões diferentes, em um período considerado de 1.500 anos, entre

“Ilustre cantagalense”, por Julio Carvalho

Com profunda tristeza tomei conhecimento do falecimento do Dr. Clélio Erthal, um dos mais ilustres cantagalenses de nosso tempo, defensor de todas as causas de interesse e de valor para nossa terra. Em 1948, ao ingressar no curso ginasial do extinto Colégio Euclides da Cunha, havia, no quarto ano, um jovem de biotipo diferente dos demais colegas; era longilíneo, pele

“Indice Firjan (IFDM)”, por Julio Carvalho

 O Jornal da Região no seu número 1841, período de 30 de julho a 05 de agosto de 2026, na página 06, publicou uma nota sobre a posição dos municípios de nossa região em relação aos demais municípios do estado do Rio de Janeiro, segundo o IFDM, em que são analisados três setores da atividade humana: Emprego & Renda, Educação

“04 de agosto – Data importante”, por Julio Carvalho

Existem dias do calendário que se tornam datas importantes da história, da sociedade ou das famílias; 04 de agosto é um desses dias, embora passe despercebido para muitas pessoas. No dia 04 de agosto de 1789, em Paris, ocorreu um dos acontecimentos mais importantes da humanidade; a Assembleia Nacional Constituinte, fruto da Revolução Francesa, determinou o fim do feudalismo, sistema

“Triste mácula social”, por Julio Carvalho

Durante os JEEC de 2026, ocorreu no Ginásio José dos Santos Vieira, durante uma partida entre dois colégios de nossa cidade, uma manifestação de preconceito racial por parte de uma jovem estudante que se encontrava na torcida. Como não poderia deixar de acontecer a repercussão foi a pior possível; manifestações contrárias surgiram nas redes sociais e até na TV, em

“Uma Copa do Mundo diferente”, por Julio Carvalho

Mais uma Copa do Mundo terminou, dessa vez, a 23ª competição mundial de futebol com características inéditas, realizada nos três países da América do Norte, o que obrigou algumas seleções a viajarem pelas três nações, como aconteceu com a representação colombiana. Ao mesmo tempo, foi a competição com o maior número de participantes, com quarenta e oito países representados, se

“O casarão da praça”, por Julio Carvalho

No artigo publicado no dia 25 de junho último, na edição nº 1836 do Jornal da região, com o título “As muretas do jardim e a Escola Lameira de Andrade”, citei o casarão, existente na nossa praça principal, que fora trocado pelo cemitério velho de Cantagalo. Creio, todavia, que esse prédio, por ser um dos mais históricos de nosso município

“Mais uma frustração”, por Julio Carvalho

Domingo, dia 5, os torcedores brasileiros sofreram mais uma frustração na Copa do Mundo, vendo na a seleção apática, sem entusiasmo, sem vigor, sem entrosamento ser eliminada pela seleção da Noruega nas oitavas de final, o que só havia ocorrido em 1990. Na Copa do Mundo de 2022, depois de ser eliminada pela Croácia, os dirigentes da CBF declararam que

“As muretas do jardim e a Escola Lameira de Andrade”, por Julio Carvalho

Naquele tempo, creio que durante o 2º império brasileiro, e em toda república velha, o jardim de Cantagalo era cercado por uma grade de ferro, com portões em seus ângulos, que eram fechados durante determinado horário noturno, visando protegê-lo contra danos causados por elementos desocupados e dominados pelo alcoolismo. Esta situação permaneceu até a década de 1930, quando o Prefeito

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