
“Causa primeira”, por Julio Carvalho
Quando me sento diante do computador para qualquer atividade costumo pensar; que máquina formidável, assinala as palavras erradas, corrige algumas automaticamente, permite fazer escalas, tabelas, gráficos e desenhos. Coloca-me em contato com pessoas distantes, em outras partes do nosso planeta, entretanto, comparado com a complexidade de nosso organismo, o computador é muito inferior, quase insignificante. Comecemos por nosso aparelho digestivo.








