
“Uma vida comum”, por Celso Frauches
No dia 27 de outubro de 1936, às 20h, eu vim ao mundo trazido pelas mãos da parteira e benzedeira Alzira (o Dr. Júlio Carvalho, meu amigo desde 1947, não pode fazer o parto, ele estava com um ano e meio de vida), na fazenda da Serra, perto de Porto Marinho, onde fui batizado na Igreja da Santa Rita. Saí








