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Jornal da Região

Artigo

“Copa do Mundo”, por Dr Júlio Carvalho

Bellini com o troféu da Copa do Mundo de 1958 1958, fim de tarde, caminhava pela rua São Cristóvão em companhia de outros colegas rumo à Praça da Bandeira, onde pegaríamos o bonde rumo à Tijuca. Voltávamos de mais um dia de aula no majestoso prédio da Faculdade de Ciências Médicas, construído no topo da colina da rua Fonseca Telles.

“Eis que estou à porta e bato: é NATAL outra vez!”, por Celso Frauches

“O POVO QUE ANDAVA NAS TREVAS VIU UMA GRANDE LUZ”. Assim disse o profeta Isaías, que viveu cerca de 700 anos antes de Cristo, e completou: “porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado”. (Isaías 9,1.5). O próprio Jesus anuncia a nós em João 12,8: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”. Para

“A dispersão dos colonos de Nova Friburgo”, por Célio Erthal Rocha

Rui Erthal, professor da Universidade Federal Fluminense, acaba de lançar A Colonização Suíça e Alemã em Nova Friburgo: a dispersão espacial da Gleba Rural (Edições Cândido), em concorrido evento na Academia Friburguense de Letras, naquela cidade serrana. Trata-se de primorosa obra de pesquisa, que vem se juntar à importante “A Gênese de Nova Friburgo” do historiador suíço Martin Nicoulin, complementando-a com diversos fatos e minuciosos dados históricos. O livro acompanha a saga dos colonos suíços que, depois de penosa

“Nossa Senhora de Guadalupe”, por Dr Júlio Carvalho

Há alguns dias que busco um tema para o artigo do dia 15; pensei em escrever sobre a eliminação do Brasil no mundial do Catar, desisti, não sei se valeria perder tempo com uma seleção tão desorganizada; ao mesmo tempo, o assunto já foi amplamente analisado na imprensa nacional. Depois, pensei em escrever sobre dois cantagalenses que sempre colaboraram com

“Colégio Euclides da Cunha: encontro de ex-alunos”, por Celso Frauches

3º Encontro. Os participantes iniciam uma caminhada pela Praça João XXIII. Na foto, em primeiro plano, Maria do Carmo, Irene, Ivone, Mariquita, Ruth, Dyrce, Déa, Fany, Eny, Wanda, Weser.   O Encontro dos Ex-alunos do Colégio Euclides da Cunha (CEC) foi um evento coordenado por uma comissão, tendo à frente minha amiga Eny Chevrand Baptista. Ela doou os seus “arquivos

“Reserva Ecológica dos Cambucás (Fonte de Renda)”, por Dr Júlio Carvalho

No dia 1º de março de 1945, meu pai, o médico Joaquim de Souza Carvalho Junior, mais conhecido como Dr. Carvalho ou Dr. Carvalhinho, foi nomeado Prefeito de Cantagalo, por ato do Interventor do estado do Rio de Janeiro, Comandante Ernani do Amaral Peixoto. Permaneceu como prefeito por dois anos. Nessa época, a cidade de Cantagalo possuía uma área física

“Dia da Consciência Negra”, por Dr Júlio Carvalho

Na semana anterior, queria escrever sobre o Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, todavia como o dia 19 de novembro é dedicado à Bandeira Nacional e ela paira sobre os brasileiros de todas as raças, optei por ela. Hoje, vou me dedicar a um tema que muito aprecio, a Consciência Negra. A data foi criada por lei

“A Maçonaria em Cantagalo”, por Celso Frauches

A Maçonaria é uma entidade secular. É essencialmente filosófica, filantrópica, educativa e progressista. A unidade Loja, filiada a diversos ramos da Maçonaria, atua em vários ritos para que pessoas de diferentes formações ideológicas possam melhor entender a essência da maçonaria. Ela não é uma religião e nem discrimina qualquer entidade religiosa. Mas os adeptos devem aceitar a existência de um

“Dia da Bandeira – 19 de novembro”, por Dr Júlio Carvalho

Naquele tempo, quando cursava o ginasial no extinto Colégio Euclides da Cunha, antes do início das aulas, as turmas ficavam perfiladas no pátio, do primeiro ao quarto ano, filas masculinas e femininas. Em posição de sentido, era cantado o Hino Nacional Brasileiro. Depois, ordeiramente, cada turma caminhava para a sua sala. No mês de setembro, era cantado o belíssimo Hino

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