Obsessões, religiões e jardins
Devo admitir, publicamente, que sou portador de algumas incuráveis obsessões. Uma delas já atravessa quatro décadas da minha existência, portanto cultivo-a desde que me entendo por gente: os jardins e, em especial, o Jardim de Cantagalo. Os portadores de obsessões são sempre compelidos a alegarem algo que justifique tais estados psicológicos. Aqui não vai ser diferente. Em minha defesa, posso