Jornal da Região

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Amanda de Moraes

Artigos publicados

“O erro define o ser humano?”, por Amanda de Moraes

Certa vez, perguntaram ao meu avô qual era o seu neto favorito. Ele respondeu: “O que estiver precisando mais no momento.” Como seria o mundo se aplicássemos esse pensamento para fora do seio familiar? Há uma parcela da população que necessita ter a real noção de pertencimento. O atual sistema escolheu um lugar para os acolher – as penitenciárias. O

Direito ao silêncio

“O silêncio que acusa”, por Amanda de Moraes

Nos últimos anos, muito se tem questionado sobre o silêncio de uma pessoa investigada ou acusada perante a autoridade policial, ou o juiz. Como sempre, ditos populares são lançados ao campo do direito: “Quem não deve não teme”. Será? O direito ao silêncio está consagrado em nossa Constituição Federal. Está lá, em seu Artigo 5º, inciso LXIII, que dispõe: “o

Violência psicológica

“O combate ainda é intenso”, por Amanda de Moraes

É preciso ver para crer. Essa é uma crença mais difundida na sociedade atual. Talvez por isso se entenda como violência somente agressão física. Hematomas, cicatrizes, feridas, arranhões e cortes são algumas das formas que a agressão contra a mulher se faz visível. Quando o problema é de clareza solar, o diagnóstico acaba sendo menos complexo. Olho roxo? Algo aconteceu,

Lugar de Mulher

“Lugar de Mulher é…”, por Amanda de Moraes

Ao longo dos anos, mulheres vêm conquistando, com o devido direito, espaço na vida pública, tanto por meio da construção de ideias como pela representação do povo. A participação feminina na política é um ótimo indicativo do nível de maturidade da nossa democracia liberal, por demonstrar o espaço e o incentivo que são dados para mulheres construírem suas carreiras profissionais,

Carnaval Trajano 2024

“Você também iria a Trajano?”, por Amanda de Moraes

Chegamos a meados do segundo mês de 2024. O encerramento do carnaval impulsiona, como diz por aí o consenso geral, o verdadeiro embalo do novo ano. É como um adiamento das responsabilidades. Dieta? Após o carnaval… Para as boas autoridades públicas, nunca houve tal pausa. Para que esse festejo renda bons frutos ao município, suor, dedicação e competência são essenciais.

Não é não!

“O óbvio na terra do samba”, por Amanda de Moraes

Em dezembro, o presidente Lula sancionou o protocolo “Não é Não”, que busca auxiliar o combate à violência e ao constrangimento contra a mulher, instituindo o selo “Não é Não – Mulheres Seguras” a casas noturnas e boates, espetáculos musicais realizados em locais fechados e em shows, com venda de bebida alcoólica, para a proteção da mulher (Lei 14.786/2023). Essa

Carnaval - máscaras e fantasias

“Que fantasia você ainda não realizou?”, por Amanda de Moraes

Ah, Brasil! O País do carnaval, do samba no pé. Essa festa, comemorada por pagãos e cristãos, expressa muito do nosso país. Pessoas do mundo inteiro viajam para curtir os blocos, desfiles e shows brasileiros, que eclodem em diversas partes do país. Carnaval vem do latim “carnis levale”, ou seja, “retirar a carne”. Às vésperas da Quaresma, a fanfarra traz

Xícara de café em dia frio

“Muito além do café”, por Amanda de Moraes

À frente, está uma pessoa sentindo frio. O gelado a faz encolher. Para agravar, o ambiente no qual está inserida é hostil. Ela treme. É um ser humano. Uma outra pessoa oferece a ela um casaco e uma xícara de café. Nada mais. Esse fato gerou debate em patamar nacional. Poderia ter sido somente comoção por simples ato de humanidade.

Cartas de amor

“Extra! Extra! O amor…”, por Amanda de Moraes

“Nada foi feito para durar!” Essa frase não é minha. Até quis que fosse, mas pertence à obra do sociólogo Zygmunt Bauman. Atualmente, vivemos em uma sociedade guiada pelo consumo. Em uma prateleira do supermercado, inúmeras opções. Nas lojas, roupas das mais diversas formas. Para o dia a dia, o comércio lança, a cada instante, um novo item, para uma

Caixa de correios - carta

“Carta íntima a 2024”, por Amanda de Moraes

Seja bem-vindo! Enfim, você: um novo tempo. Mais um sopro de esperança. Confesso que esperei sua chegada e estava inquieta. A vida é como a partitura musical: se o tom não mudar, começa a ficar chata. Uma nota mais grave, outra nem tanto, e a alma embala na dança. Bons compositores da vida pensam na harmonia do surpreendente, do novo,

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