Artigo
“Vai tudo bem, obrigado”, por Julio Carvalho

“Vai tudo bem, obrigado”, por Julio Carvalho

Não sou economista, jamais fui ligado as ciências numéricas e exatas; desde a juventude dediquei-me aos assuntos da área da Biologia, todavia gosto de ler as notícias publicadas no caderno de Economia, no jornal que

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“A arte de enxergar o invisível”, por Jalme Pereira

“A arte de enxergar o invisível”, por Jalme Pereira

Em um lugar distante, tão distante que só os que pensam com calma conseguem encontrar, existia o Vale das Nuvens Partidas. Ali, toda nuvem que chegava ao céu vinha inteira, pesada, carregada de trovões, relâmpagos

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“Tomada de decisão: como agir com clareza, mesmo em tempos de incerteza”, por Jalme Pereira

“Tomada de decisão: como agir com clareza, mesmo em tempos de incerteza”, por Jalme Pereira

Diz uma antiga lenda que existia um reino cercado por mil caminhos. No centro, havia uma praça chamada “Encruzilhada das Oportunidades”, onde todo viajante precisava escolher qual estrada seguir. Certo dia, três jovens chegaram ao

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“Brava Gente Brasileira”, por Julio Carvalho

“Brava Gente Brasileira”, por Julio Carvalho

Uma das estrofes do Hino da Independência começa com esta frase: “Brava gente brasileira”; por sinal é um hino de letra belíssima, de autoria do jornalista e político Evaristo da Veiga, falecido precocemente aos 44

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“Entre a tragédia e a farsa: a crise da segurança pública no Rio”, por Wagner dos Santos Carneiro

“Entre a tragédia e a farsa: a crise da segurança pública no Rio”, por Wagner dos Santos Carneiro

Karl Marx, citando a frase lapidar do filósofo alemão Frederich Hegel, já escreveu que a história se repete: primeiro como tragédia, depois como farsa. E é exatamente isso que se vê no Rio de Janeiro

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“Dobrar sem quebrar: o poder da resiliência nas tempestades da vida”, por Jalme Pereira

“Dobrar sem quebrar: o poder da resiliência nas tempestades da vida”, por Jalme Pereira

Diz uma antiga fábula que, no topo de uma montanha, crescia uma pequena árvore de pétalas prateadas. Ao seu redor, muitas floresciam e morriam a cada estação, mas ela permanecia ali, firme, mesmo sob ventos

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“Flávio Monteiro”, por Julio Carvalho

“Flávio Monteiro”, por Julio Carvalho

Cantagalense, filho de Antônio Monteiro (Sr. Antoniquinho Monteiro) e de Carolina Righi Monteiro (Sra. Carola Monteiro); irmão de Ione, Maria Izabel (Belinha) e Terezinha. O pai era viajante de mercadorias, isto é, viajava toda semana

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“Como transformar soft skills em sua maior vantagem competitiva”, por Jalme Pereira

“Como transformar soft skills em sua maior vantagem competitiva”, por Jalme Pereira

Diz a lenda que, num futuro não muito distante, existia um lugar chamado Jardim das Habilidades. Ali, cada profissional era como uma árvore: uns tinham troncos fortes, raízes profundas e ramos firmes — eram os

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“Finados”, por Julio Carvalho

“Finados”, por Julio Carvalho

Herdamos do povo judeu o culto e o respeito à memória dos falecidos, ficando estabelecido o dia 2 de novembro como Finados, precedido pelo Dia de Todos os Santos; data em que são comemorados todos

Amanda de Moraes
“Em briga de marido e mulher, é possível meter a colher?”, por Amanda de Moraes

“Em briga de marido e mulher, é possível meter a colher?”, por Amanda de Moraes

Gerações cresceram ouvindo o jargão “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher.” Realmente, a depender do que estiver acontecendo, é preciso respeitar o espaço alheio e a forma como cada casal lida

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