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Jornal da Região

Artigo

“Por que sob pressão você vira outra pessoa?”, por Jalme Pereira

Havia um espadachim que era conhecido em todo o reino pela precisão dos seus movimentos. Em treinos, era impecável. Rápido, seguro e disciplinado. Nunca errava.  Mas, em uma competição importante, diante de centenas de pessoas, algo estranho aconteceu. Suas mãos tremiam. A respiração ficou curta. Os movimentos perderam precisão. A mente acelerou. E aquele homem que parecia invencível começou a

“Junho Violeta”, por Julio Carvalho

O mês de junho é dedicado aos cuidados com os idosos procurando protege-los das violências praticadas por elementos da sociedade. Em Cantagalo, a Secretária de Assistência Social, Sra. Letícia Reis, realizou uma cerimônia no Centro Cultural Amélia Thomaz, no dia 03 último, à tarde, com duas palestras. A primeira palestra foi apresentada pela Dra. Jéssyka Ribeiro, Doutora em Serviço Social

“Riqueza religiosa do mês de junho”, por Julio Carvalho

Para o catolicismo, o mês de junho representou uma fonte de riquíssima espiritualidade, com diversas festividades de destaque no calendário religioso. Para começar, no dia 04, foi a importante Festa de Corpus Christi ou Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo. Celebração das mais significativas da Igreja Católica, anualmente comemorada na quinta-feira após o Domingo da

“Ginásio de Esportes José dos Santos Vieira (Zé Vieira)”, por Julio Carvalho

Em 1976 o eleitorado de Cantagalo elegeu Wilder de Paula como prefeito do município; era um cidadão nascido em Porto Marinho, no 4º distrito de Cantagalo. Inicialmente o mandato seria de quatro anos, todavia, o mesmo foi aumentado para seis anos. Nos primeiros anos de seu governo Wilder procurou arrumar a Prefeitura de Cantagalo, conseguiu quitar todas as dívidas encontradas

“Como quebrar padrões que você repete há anos”, por Jalme Pereira

Conta-se que um homem morava havia muitos anos na mesma casa. Todas as manhãs, ao sair para o trabalho, passava pela mesma porta estreita no corredor. Com o tempo, acostumou-se a atravessá-la inclinando levemente o corpo para a direita. Anos depois, a parede foi derrubada durante uma reforma. O corredor ficou completamente livre. Mas algo curioso continuou acontecendo. Mesmo sem

“Sem extremos, tudo vai passar”, por Amanda de Moraes

De diferentes formas, o ser humano lida com as frustrações. Alguns hiperfocam no problema, como se não houvesse novos caminhos. Mergulham tão profundo que paralisam qualquer fluxo do cotidiano. Transformam a visão em um raio laser, que mira um único ponto, fazendo com que todo o resto deixe de existir. Nada mais importa. Muitas insatisfações nascem quando olhamos para o

“Inteligência Artificial”, por Julio Carvalho

Na última sexta-feira, dia 29 de maio, tive a felicidade de ler um excelente artigo do Dr. Fábio Souza, com o título “A inteligência artificial e o desafio da proteção social”. O autor é juiz federal na TNU e professor de Direito Previdenciário na UFRJ. Ele se declara um entusiasta da inteligência artificial e seu usuário diariamente, todavia reconhece que

“O ciclo invisível do fracasso”, por Jalme Pereira

O homem caminhava todos os dias pelo mesmo bosque e, curiosamente, sempre tropeçava na mesma raiz. No começo, acreditou que era distração. Depois, passou a culpar o cansaço. Mais tarde, culpou o terreno. E, com o tempo, começou a acreditar que simplesmente “não levava jeito” para longas caminhadas. Mas havia um detalhe importante: ele nunca mudava a forma de caminhar.

“O amor romântico e a mesa da vida”, por Amanda de Moraes

Quando somos crianças e adolescentes, absorvemos mais o mundo. Captamos as palavras dos adultos, aprendemos com comerciais, entendemos a sociedade a partir de valores morais que nos são passados através de gerações. Nessa fase, somos esponjas, captando e sentindo cada parte do que nos é apresentado. Seres humanos de diferentes países pensam diferente, por vários fatores, como a cultura. Apesar

“A emoção é o motor oculto das suas decisões”, por Jalme Pereira

Havia um rei que tinha dois conselheiros. Um era conhecido pela inteligência lógica. O outro, pela capacidade de compreender as emoções humanas. Certo dia, um conflito surgiu entre dois generais importantes do reino. O rei ouviu os argumentos de ambos, analisou números, estratégias e possibilidades. Depois de horas de conversa, tomou sua decisão.  Ao sair da reunião, o conselheiro lógico

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