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Jornal da Região

Artigo

“Riqueza Pictórica do Santuário”, por Julio Carvalho

Na grande reforma realizada na matriz do Santíssimo Sacramento de Cantagalo, nos anos de 1950 a 1952, sob o comando do dinâmico Padre Crescêncio Lanciotti, que durante 43 anos foi o nosso diretor espiritual, o interior do templo foi totalmente modificado; os dois púlpitos laterais e as cercas de madeira de lei que circundavam os altares laterais foram retirados, o

“Nardi”, por Julio Carvalho

O Padre Crescêncio Lanciotti foi um vigário italiano nascido na cidade de Subiaco , que permaneceu no comando da Paróquia do Santíssimo Sacramento, de Cantagalo, durante quase 44 anos (escrevo este preâmbulo para os leitores mais novos que não conheceram o saudoso vigário). Este padre, além do cuidado espiritual dos cantagalenses, mantinha uma grande dedicação com a parte material da

“Sete, um número místico”, por Julio Carvalho

O número 7 representa a perfeição de Deus e a conclusão de um ciclo, simbolizando algo completo e finalizado. Na Bíblia o número sete aparece cerca de 700 vezes. Desde a criação do mundo, em Gênesis, onde Deus descansou no sétimodia, até capítulos do Apocalipse, o número sete aparece representando, simbolizandoa perfeição e a plenitude de Deus.No Antigo Testamento:Gn. 2,

“Quando a exigência de ser melhor começa a atrapalhar você”, por Jalme Pereira

Um escultor trabalhava havia meses em uma pequena peça de madeira. Todos os dias encontrava algum detalhe que poderia melhorar. Uma curva que poderia ser mais precisa, uma superfície que poderia ficar mais lisa, uma pequena imperfeição que precisava ser corrigida. Ele retirava uma lasca aqui, ajustava outra ali e voltava ao trabalho no dia seguinte. A escultura já estava

“O governo de si mesmo”, por Amanda de Moraes

Começou a época eleitoral no Brasil. Com as mudanças trazidas pelas mídias sociais, as campanhas já não ocupam apenas as ruas, palanques ou a televisão. Invadem, de outra forma, os lares e incentivam o ingresso de qualquer pessoa: influencers, agora, podem lançar-se com facilidade na corrida por um cargo eletivo. Nesse bolo, aparecem candidatos de todos os tipos: artistas felizes

“Causa primeira”, por Julio Carvalho

Quando me sento diante do computador para qualquer atividade costumo pensar; que máquina formidável, assinala as palavras erradas, corrige algumas automaticamente, permite fazer escalas, tabelas, gráficos e desenhos. Coloca-me em contato com pessoas distantes, em outras partes do nosso planeta, entretanto, comparado com a complexidade de nosso organismo, o computador é muito inferior, quase insignificante. Comecemos por nosso aparelho digestivo.

“Você está ouvindo o que as pessoas dizem, ou o que acha que elas querem dizer?”, por Jalme Pereira

Um homem recebeu uma carta sem assinatura. Havia apenas uma frase: “Precisamos conversar.” Durante todo o dia, ele imaginou o que aquilo significava. Pensou que alguém estivesse zangado. Depois imaginou que havia cometido algum erro. Mais tarde, acreditou que poderia perder uma oportunidade importante. Quanto mais pensava, mais apreensivo ficava. Quando finalmente descobriu quem havia enviado a carta, percebeu que

“A bíblia”, por Julio Carvalho

Na Igreja Católica o mês de setembro é dedicado à Bíblia, livro religioso dos cristãos e judeus de todo mundo, sendo considerado o livro mais lido pela humanidade. A Bíblia não é somente um livro, mas um conjunto de livros, uma pequena biblioteca de grande valor, escritos por autores de profissões diferentes, em um período considerado de 1.500 anos, entre

O PARADOXO DO DIPLOMA: POR QUE O RIGOR COBRADO AO DIREITO FOI NEGADO AO JORNALISMO?

Ao derrubar a exigência da formação acadêmica, o STF confundiu a liberdade de expressão com o exercício profissional do jornalismo, abrindo as portas para a industrialização das fake news. Moysés Faria A contradição salta aos olhos quando confrontada com o RE 603.583, julgamento no qual o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) validou a constitucionalidade do Exame da Ordem dos Advogados

“Quando pensar demais impede você de agir”, por Jalme Pereira

Um homem precisava atravessar uma antiga ponte para chegar à cidade do outro lado do rio. Antes de atravessar, decidiu examiná-la com cuidado. Verificou as tábuas, contou os parafusos, observou a correnteza e perguntou aos moradores quando a ponte havia sido construída. Achou que ainda não tinha informações suficientes. Voltou para casa, pesquisou mais e retornou no dia seguinte. Mais

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